<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267</id><updated>2012-02-20T21:59:09.789-08:00</updated><title type='text'>anatividade</title><subtitle type='html'>Página do Pe.Rodson, Paróco da Comunidade Anglicana da Natividade/Natal -RN.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>196</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-7664706180607229148</id><published>2012-02-20T21:59:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T21:59:09.795-08:00</updated><title type='text'>JEJUM E ABSTINÊNCIA NA IGREJA ANGLICANA</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aVktuuVBRc8/T0MyPuO7OQI/AAAAAAAAAus/fqK8l1gysQI/s1600/figuras-religiosas-2591.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="194" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-aVktuuVBRc8/T0MyPuO7OQI/AAAAAAAAAus/fqK8l1gysQI/s320/figuras-religiosas-2591.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Revdo. Pe. Rodson Ricardo S. Nascimento&lt;/i&gt; Um tempo especialA Quarta – Feira de Cinzas marca o início do Tempo da Quaresma início de nossa preparação para a Páscoa. Ao recebermos as cinzas sobre nossas cabeças somos convidados ao arrependimento e a conversão e nos preparamos para as batalhas da vida, principalmente as espirituais. Esse é um dos dias que nossa Igreja convoca a todos ao jejum e a oração. É um momento de meditação e reflexão. Como nosso Mestre, passaremos os “perigos do deserto, da fome e da solidão”. Por isso o canto do “glória” é suspenso e as “aleluias” guardadas para depois da ressurreição.É um dia especial também porque é um dos dias (o outro é a Sexta – Feira Santa) em que a Igreja Anglicana pede aos seus filhos que pratiquem o jejum e a penitencia obrigatórios. A Igreja age assim por reconhece o valor e o significado profundo do jejum para a espiritualidade cristã.O jejum e a penitência têm ampla base bíblica. São inúmeras as passagens das Sagradas Escrituras referentes ao jejum. Eis algumas poucas referências: II Reis XII,16; Tobias XII,8; Daniel I, 6-16; S. Mateus IV,1; Atos XIV,22 e II Coríntios VI,5.O jejum é praticado desde a Antiguidade pelo povo eleito, como sinal de arrependimento; por Nosso Senhor Jesus Cristo e por todos os santos e foi reconhecido pela Igreja Indivisa como instrumento de santificação da alma, de controle do corpo e equilíbrio emocional. Infelizmente sua prática foi sendo reduzida ao longo dos séculos. Segundo os primeiros cristãos o jejum alimenta a oração e o impulso para Deus, para a paz e a reconciliação interior e põe o corpo em sintonia com a alma.Entre os chamados “Padres da Igreja”, os primeiros teólogos das origens cristãs, Santo Agostinho reconhece o valor espiritual e moral do jejum: “a abstinência purifica a alma, eleva a mente, subordina a carne ao espírito, cria um coração humilde e contrito, espalha as nuvens da concupiscência, extingue o fogo da luxúria e acende a verdadeira luz da castidade” (Sermão sobre a oração e o jejum).É claro que o jejum somente não basta. O ensinamento da Igreja é que os gestos exteriores (saco e cinzas, jejuns e mortificações) não devem ser vazios, mas devem ser acompanhados da conversão do coração ou da penitência interior: é por essa razão que o jejum é associado ao Sacramento da Reconciliação. A prática da penitênciaDevemos entender que a penitencia deve ser algo comum a nossa vida. Na prática do dia-a-dia há muitas formas de fazer penitência, devemos aproveitar, por exemplo, silenciando algo que sabemos de alguém, se isso não lhe for construtivo. Em nossos dias deixar de ver alguns programas de televisão é um excelente método. Suportar os defeitos de alguém. Viver sem reclamar das adversidades. Procurar ver mais as qualidades que os defeitos do nosso próximo. Procurar cumprimentar sempre e, principalmente, aqueles que não nos são simpáticos. Reservar algum tempo para a leitura bíblica e a oração silenciosa e, finalmente, deixar de comer algum alimento que gostamos em determinados dias da semana etc. Dentro do mesmo espírito de penitência, podemos evitar o consumo de carne – em especial a vermelha – durante esse período, e em especial, nas sextas-feiras durante o ano. A prática do jejum?&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GWHUCEQ4BzA/T0Myaid85EI/AAAAAAAAAu4/I8WNz0DOiw8/s1600/ESTUDO%2BBIBLICO%2BSOBRE%2BJEJUM.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-GWHUCEQ4BzA/T0Myaid85EI/AAAAAAAAAu4/I8WNz0DOiw8/s320/ESTUDO%2BBIBLICO%2BSOBRE%2BJEJUM.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Embora haja datas obrigatórias para o jejum esta é uma prática que dever estar presente em nossas vidas ao longo do ano, principalmente durante o Advento, a Quaresma e no período das “Têmporas”. Além disso, mesmo não sendo obrigatório, continua sendo recomendado o jejum nas quartas e sextas feiras e no período anterior as grandes eventos e festas cristãs. Quem deve jejuar?As pessoas maiores de 21 anos são obrigadas. Mas é evidente que os adolescentes podem muito bem oferecer esse sacrifício sem prejuízo para a saúde. Quanto às crianças menores, mesmo alimentando-se bem, devem ser orientadas no sentido de oferecer pequenos sacrifícios, e acompanhar a frugalidade das refeições. As pessoas doentes, viajantes ou lactantes podem ser dispensadas. O mesmo acontece com as pessoas com mais de sessenta anos não têm obrigação de jejuar, mas podem fazê-lo se não houver perigo para a saúde. Como jejuar nos dias de jejum obrigatório?Convém que se comece e termine o jejum com uma prece. Pode-se também oferecê-lo por alguma graça particular. Há três formas de jejum: total e o parcial. No primeiro caso absente-se inteiramente de pelo menos uma das refeições diárias.O ideal é jejuar “a pão e água” - desde o amanhecer até o anoitecer - se tiver fome comer pão, se tiver sede tomar água. Não é recomendável comer pão e tomar água ao mesmo tempo, pois pode provocar dor de cabeça.Devemos comer pão calmamente em pequenas porções segurando na boca mastigando bem de modo que se dissolva com a saliva. Para beber água é bom dar um tempo após comer pão, também tomar a água calmamente como fez com o pão, segurar na boca um tempo para se misturar à saliva. Diz-se que devemos “tomar o pão e mastigar a água”. Sempre que o fizermos devemos orar silenciosamente e meditarmos no motivo do nosso jejum.A segunda forma é mais adequada àqueles que por problemas de saúde não possam deixar de se alimentar. Por exemplo: Um café da manhã mais simples que de hábito - uma xícara de café puro, um pedaço de pão ou uma fruta; um almoço normal, mas sem carne vermelha, sem doces e sobremesas, sem bebidas alcoólicas ou refrigerantes; um jantar simples: um copo de leite ou um prato de sopa, um pedaço de pão ou uma fruta.Como o jejum e a abstinência fazem parte dos mandamentos da Igreja, devemos nos empenhar para praticá-los por amor a Deus. Caso haja alguma negligência ou fraqueza da nossa vontade que nos leve a quebrar o santo jejum ou a abstinência, devemos nos arrepender e confessando-nos ao Senhor substituir essa obra por outra equivalente. O importante é que não deixemos a quaresma passar “em branco”. &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8X5oN37aJzY/T0MypoMx0UI/AAAAAAAAAvE/OsmgYWnZB6s/s1600/A-Importancia-do-Jejum-e-da-Oracao.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="169" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-8X5oN37aJzY/T0MypoMx0UI/AAAAAAAAAvE/OsmgYWnZB6s/s320/A-Importancia-do-Jejum-e-da-Oracao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Jejum eucarísticoO jejum eucarístico é o fato de se comungar sem nenhum alimento comum em honra à Santíssima Eucaristia. O sentido do jejum eucarístico é de receber a Santa Comunhão como primeiro alimento do dia. Quem assiste à Santa Missa cedo pode, muitas vezes, praticar esse jejum. Caso crianças ou pessoas debilitadas precisem tomar algo antes da comunhão, com menos de três horas, procurem, ao menos, tomar apenas líquido, como um copo de leite, por exemplo. O ideal é que evitemos comermos pelo menos uma hora antes da hora da comunhão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-7664706180607229148?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/7664706180607229148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/jejum-e-abstinencia-na-igreja-anglicana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7664706180607229148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7664706180607229148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/jejum-e-abstinencia-na-igreja-anglicana.html' title='JEJUM E ABSTINÊNCIA NA IGREJA ANGLICANA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aVktuuVBRc8/T0MyPuO7OQI/AAAAAAAAAus/fqK8l1gysQI/s72-c/figuras-religiosas-2591.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-5450158685624667769</id><published>2012-02-20T21:55:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T21:55:22.764-08:00</updated><title type='text'>COMUNICADO DE EX - COMUNHÃO</title><content type='html'>&lt;i&gt;IGREJA EPISCOPAL ANGLICANA DO BRASILDIOCESE DO RECIFEGabinete do BispoRua Alfredo de Medeiros, 137, Recife – PEEspinheiro 52021-030- Fones: ‎55 81 34211684 / 55 81 9952158555 81 99523616 (Móvel)55 81 34211684 &lt;/i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mmMH3r9LId4/T0Mxw1XfOYI/AAAAAAAAAug/PhwWtf5pZqQ/s1600/Historia%2Bda%2BExcomunhao%2B-%2BHISTORIA%2BDO%2BMUNDO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="233" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-mmMH3r9LId4/T0Mxw1XfOYI/AAAAAAAAAug/PhwWtf5pZqQ/s320/Historia%2Bda%2BExcomunhao%2B-%2BHISTORIA%2BDO%2BMUNDO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Saudação em Nome de Jesus Senhor da Igreja,Na qualidade de Bispo Diocesano da Diocese Anglicana do Recife, que abrange toda a região nordeste do Brasil, com sede na cidade do Recife, e no uso de minhas atribuições, cumpro o penoso dever de comunicar, para evitar qualquer equívoco, ter tomado conhecimento de que o Sr. Jorge Luiz Freire de Aquino, por não se dispor a acatar exortações pastorais e a disciplina canônica da Igreja, decidiu desligar-se do ministério sacerdotal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e renunciou até mesmo à condição de membro da Igreja, decisão que tornou pública mediante carta circular enviada a colegas e pessoas amigas, embora não a tenha oficializado formalmente junto às instâncias administrativas da Igreja, como seria seu dever. Declaro, portanto, que, a partir de Janeiro do corrente ano, já não tem autoridade ministerial pastoral, nem autorização canônica jurisdicional, para agir em nome da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, não lhe sendo mais permitido representar esta Igreja, nem exercer em seu nome atividades pastorais nem atos sacramentais, entre os quais está CELEBRAR CASAMENTOS.Comunico ainda que a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil se faz representar na cidade de Natal, RN, pela PARÓQUIA DA NATIVIDADE que funciona na capela ecumênica do Campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, com seu culto eucarístico regular nos domingos pela manhã e sob a responsabilidade dos Reverendos Rodson Ricardo Souza do Nascimento (endereço eletrônico: revrodson@hotmail.com) e Gecionny Rodrigo Pinto de Souza (endereço eletrônico: gecionnypinto@hotmail.com).Bispo DiocesanoDom Sebastião Armando Gameleira SoaresBispo Diocesano&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-5450158685624667769?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/5450158685624667769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/comunicado-de-ex-comunhao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5450158685624667769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5450158685624667769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/comunicado-de-ex-comunhao.html' title='COMUNICADO DE EX - COMUNHÃO'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mmMH3r9LId4/T0Mxw1XfOYI/AAAAAAAAAug/PhwWtf5pZqQ/s72-c/Historia%2Bda%2BExcomunhao%2B-%2BHISTORIA%2BDO%2BMUNDO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-6261635685355176707</id><published>2012-02-20T21:46:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T21:54:10.726-08:00</updated><title type='text'>CARTA DE ESCLARECIMENTO</title><content type='html'>&lt;i&gt;Quasi unus ex pluribius ut sit unum im pluribus.São Cipriano de Cartago&lt;/i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iTzPYowcvYU/T0Mxa-S3fAI/AAAAAAAAAuU/NxFDWaKmPrI/s1600/974265.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-iTzPYowcvYU/T0Mxa-S3fAI/AAAAAAAAAuU/NxFDWaKmPrI/s320/974265.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Caríssimo Dom Sebastião Armando, Prezado Dom Maurício José,Demais bispos e clérigos da IEAB,Paroquianos e amigos,Tendo em vista a unidade da Igreja e o amor à verdade, decidi escrever esta carta aberta tendo em vista as repercussões dos meus últimos textos. Não julgo necessário voltar ao que motivou tal polêmica, fazem-se necessários, porém, alguns esclarecimentos:1) Não tenho qualquer problema de ordem pessoal com o senhor Bispo Primaz e reconheço ser ele portador de valiosas virtudes. O mesmo diga-se com relação àqueles colegas que defendem e praticam ações que considero em claro desacordo com o Ensino das Sagradas Escrituras, a Tradição da Igreja e mesmo o bom senso;1) Não tenho qualquer problema teológico com relação à submissão às autoridades eclesiásticas, em especial, ao meu bispo diocesano a quem jurei fidelidade e que considero símbolo da unidade e da fé da Igreja. Diferente de certo gnosticismo contemporâneo não creio ser possível um ministério autêntico sem a sucessão apostólica. Tal qual Cipriano afirmo que “Não pode ter Deus como Pai quem não tem a Igreja como Mãe”. Pois: “a Igreja é o povo unido com o bispo, o rebanho que se mostra fiel ao seu pastor. Disto devem saber que o bispo está na Igreja e a Igreja no bispo” (Episcopus in ecclesia et ecclesia in episcopo, Carta 66.8.3);2) Não tenho também qualquer interesse em causar tensões desnecessárias ou qualquer mal estar pessoal a qualquer membro do Corpo de Cristo. Se em determinado momento fui contundente e belicoso, e assim possa ter-me excedido na linguagem, o fiz somente motivado pelo amor à Igreja de Cristo, em uma situação que tomei como anômala à nossa Tradição;3) Não me recuso a tomar as providências necessárias para que seja corrigido qualquer excesso formal que tenha cometido nesse processo e coloco-me sob a direção do meu diocesano- Dom Sebastião - para que isso seja feito da melhor forma possível;4) Não posso e não irei abandonar os motivos que me levaram a escrever, por entender que estou em pleno uso dos direitos constitucionais e canônicos que garantem a liberdade de opinião e consciência e por estar convicto de que ao fazê-lo cumpro meu dever de cristão prometido no dia do meu batismo e reforçado por ocasião da minha ordenação sacerdotal de defender e viver a verdade ainda que sob condições claramente adversas.Revdo. Pe. Rodson Ricardo Souza do NascimentoNatal, 17 de Janeiro de 2012 AD.Memória de Santo Antão, abade (251-256)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-6261635685355176707?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/6261635685355176707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/carta-de-esclarecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/6261635685355176707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/6261635685355176707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/carta-de-esclarecimento.html' title='CARTA DE ESCLARECIMENTO'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iTzPYowcvYU/T0Mxa-S3fAI/AAAAAAAAAuU/NxFDWaKmPrI/s72-c/974265.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4992254012454106945</id><published>2012-02-20T21:42:00.000-08:00</published><updated>2012-02-20T21:42:55.371-08:00</updated><title type='text'>SERMÃO DA MONTANHA (versão para educadores construtivistas)</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OsDacwlb_8g/T0Mu0P9wZ7I/AAAAAAAAAtw/cKuc656khW8/s1600/Serm%25C3%25A3o%2Bda%2Bmontanha%2BIII.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-OsDacwlb_8g/T0Mu0P9wZ7I/AAAAAAAAAtw/cKuc656khW8/s320/Serm%25C3%25A3o%2Bda%2Bmontanha%2BIII.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.Tomando a palavra, disse-lhes: - Em verdade, em verdade vos digo:- Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.- Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.- Felizes os misericordiosos, porque eles...?Pedro o interrompeu:- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?André perguntou:- É pra copiar?Filipe lamentou-se:- Esqueci meu papiro!Bartolomeu quis saber:- Vai cair na prova?João levantou a mão:- Posso ir ao banheiro?Judas Iscariotes resmungou:- O que é que a gente vai ganhar com isso?Judas Tadeu defendeu-se:- Foi o outro Judas que perguntou!Tomé questionou:- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?Tiago Maior indagou:- Vai valer nota?Tiago Menor reclamou:- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.Simão Zelote gritou, nervoso: - Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?Mateus queixou-se:- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? - Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?- Quais são os objetivos gerais e específicos?- Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?Caifás emendou:- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas?- E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?- Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.- Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.- E vê lá se não vai reprovar alguém!E, foi nesse momento que Jesus disse: "Senhor, por que me esqueceste..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4992254012454106945?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4992254012454106945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/sermao-da-montanha-versao-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4992254012454106945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4992254012454106945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2012/02/sermao-da-montanha-versao-para.html' title='SERMÃO DA MONTANHA (versão para educadores construtivistas)'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OsDacwlb_8g/T0Mu0P9wZ7I/AAAAAAAAAtw/cKuc656khW8/s72-c/Serm%25C3%25A3o%2Bda%2Bmontanha%2BIII.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-8302586439969133679</id><published>2011-11-25T08:35:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T08:44:21.162-08:00</updated><title type='text'>O TEMPO DO ADVENTO</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qa73ahsXWug/Ts_ESIdDSYI/AAAAAAAAArE/5RNOklf8N2I/s1600/coroa-ou-grinalda-do-advento-1.gif" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="161" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-qa73ahsXWug/Ts_ESIdDSYI/AAAAAAAAArE/5RNOklf8N2I/s320/coroa-ou-grinalda-do-advento-1.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A palavra "advento" quer dizer "que está para vir". O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.Esse Tempo possui duas características: As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.&lt;b&gt;Origem&lt;/b&gt;Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.Teologia do AdventoO Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referencia e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.&lt;b&gt;A Espiritualidade do advento&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-876aGfCtdBs/Ts_FWWs3pNI/AAAAAAAAArQ/qM9R2JdF66E/s1600/advento6-243x300.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="243" src="http://2.bp.blogspot.com/-876aGfCtdBs/Ts_FWWs3pNI/AAAAAAAAArQ/qM9R2JdF66E/s320/advento6-243x300.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, "lutando até o sangue" contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus (e não dos bens terrenos), que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.&lt;b&gt;As Figuras do Advento:&lt;/b&gt;ISAIASÉ o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 - 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.JOÃO BATISTAÉ o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (conf. Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta-lO como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profecias do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.MARIA&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-N5GBkOgdcME/Ts_Flxm0FkI/AAAAAAAAArc/GX4UvwEFvaQ/s1600/Advento-blog2-300x300.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-N5GBkOgdcME/Ts_Flxm0FkI/AAAAAAAAArc/GX4UvwEFvaQ/s320/Advento-blog2-300x300.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se "preparou" para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de "Faça-se em mim segundo a sua Palavra" (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.Em Maria encontramos se realizando, a expectativa messiânica de todo o Antigo Testamento.JOSÉNos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.&lt;b&gt;A Celebração do Advento&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VwXhqfqtsjk/Ts_F1n8IryI/AAAAAAAAAro/hEg10wJielY/s1600/Tempo%2Bdo%2BAdvento.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="211" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-VwXhqfqtsjk/Ts_F1n8IryI/AAAAAAAAAro/hEg10wJielY/s320/Tempo%2Bdo%2BAdvento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.As vestes litúrgicas (casula, estola etc) são de cor roxa, bem como o pano que recobre o ambão, como sinal de conversão em preparação para a festa do Natal com exceção do terceiro domingo do Advento, Domingo da Alegria ou Domingo Gaudete, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do libertador que está bem próxima e se refere a segunda leitura que diz: Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto.(Fl 4, 4).Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A coroa pode ser pendurada no prebistério, colocada no canto do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. O círculo sem começo e sem fim simboliza a eternidade; os ramos sempre verdes são sinais de esperança e da vida nova que Cristo trará e que não passa. A fita vermelha que enfeita a coroa representa o amor de Deus que nos envolve e a manifestação do nosso amor que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.Podemos também, em nossas casas, com as nossas famílias, mergulhar no espírito do Advento celebrando-o com a ajuda da coroa do Advento que pode ser colocada ao lado da mesa de refeição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-8302586439969133679?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/8302586439969133679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/o-tempo-do-advento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8302586439969133679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8302586439969133679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/o-tempo-do-advento.html' title='O TEMPO DO ADVENTO'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qa73ahsXWug/Ts_ESIdDSYI/AAAAAAAAArE/5RNOklf8N2I/s72-c/coroa-ou-grinalda-do-advento-1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1146344785199073308</id><published>2011-11-25T08:33:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T08:35:43.259-08:00</updated><title type='text'>A ESPERA DO SENHOR</title><content type='html'>“Caros filhos, eis chegado o tempo tão importante e solene que, conforme diz o Espírito Santo, é o momento favorável, o dia da salvação (cf. 2Cor 6,2), da paz e da reconciliação. &lt;b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wRSop7Ui3Hc/Ts_D0aCXazI/AAAAAAAAAq4/53a2topZWmI/s1600/Tempo%2Bdo%2BAdvento.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="211" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-wRSop7Ui3Hc/Ts_D0aCXazI/AAAAAAAAAq4/53a2topZWmI/s320/Tempo%2Bdo%2BAdvento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;É o tempo que outrora os patriarcas e profetas tão ardentemente desejaram com seus anseios e suspiros; o tempo que o justo Simeão finalmente pôde ver cheio de alegria, tempo celebrado sempre com solenidade pela Igreja, e que também deve ser constantemente vivido com fervor, louvando e agradecendo ao Pai eterno pela misericórdia que nos revelou nesse mistério. Em seu imenso amor por nós, pecadores, o Pai enviou seu Filho único a fim de libertar-nos da tirania e do poder do demônio, convidar-nos para o céu, revelar-nos os mistérios do seu reino celeste, mostrar-nos a luz da verdade, ensinar-nos a honestidade dos costumes, comunicar-nos os germes das virtudes, enriquecer-nos com os tesouros da sua graça e, enfim, adotar-nos como seus filhos e herdeiros da vida eterna.Celebrando cada ano este mistério, a Igreja nos exorta a renovar continuamente a lembrança de tão grande amor de Deus para conosco. Ensina-nos também que a vinda de Cristo não foi proveitosa apenas para os seus contemporâneos, mas que a sua eficácia é comunicada a todos nós se, mediante a fé e os sacramentos, quisermos receber a graça que ele nos prometeu, e orientar nossa vida de acordo com os seus ensinamentos.A Igreja deseja ainda ardentemente fazer-nos compreender que o Cristo, assim como veio uma só vez a este mundo, revestido da nossa carne, também está disposto a vir de novo, a qualquer momento, para habitar espiritualmente em nossos corações com a profusão de suas graças, se não opusermos resistência.Por isso, a Igreja, como mãe amantíssima e cheia de zelo pela nossa salvação, nos ensina durante este tempo, com diversas celebrações, com hinos, cânticos e outras palavras do Espírito Santo, como receber convenientemente e de coração agradecido este imenso benefício e a enriquecer-nos com seus frutos, de modo que nos preparemos para a chegada de Cristo nosso Senhor com tanta solicitude como se ele estivesse para vir novamente ao mundo. É com esta diligência e esperança que os patriarcas do Antigo Testamento nos ensinaram, tanto em palavras como em exemplos, a preparar a sua vinda.Maranata! Vem, Senhor Jesus!”&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1146344785199073308?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1146344785199073308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/espera-do-senhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1146344785199073308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1146344785199073308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/espera-do-senhor.html' title='A ESPERA DO SENHOR'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wRSop7Ui3Hc/Ts_D0aCXazI/AAAAAAAAAq4/53a2topZWmI/s72-c/Tempo%2Bdo%2BAdvento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4245412783678440024</id><published>2011-11-25T08:18:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T08:21:07.218-08:00</updated><title type='text'>O ERRO DE FOUCAULT</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;por Luiz Felipe Pondé para Folha&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RGvrojxTZ1o/Ts_AQQkEIfI/AAAAAAAAAqs/GxmjimY81R8/s1600/foucalt1.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="222" src="http://3.bp.blogspot.com/-RGvrojxTZ1o/Ts_AQQkEIfI/AAAAAAAAAqs/GxmjimY81R8/s320/foucalt1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;Você sabia que o pensador da nova esquerda Michel Foucault foi um forte simpatizante da revolução fanática iraniana de 1979? Sim, foi sim, apesar de seu séquito na academia gostar de esconder esse "erro de Foucault" a sete chaves.Fico impressionado quando intelectuais defendem o Irã dizendo que o Estado xiita não é um horror.O guru Foucault ainda teve a desculpa de que, quando teve seu "orgasmo xiita", após suas visitas ao Irã por duas vezes em 1978, e ao aiatolá Khomeini exilado em Paris também em 1978, ainda não dava tempo para ver no que ia dar aquilo.Desculpa esfarrapada de qualquer jeito. Como o "gênio" contra os "aparelhos da repressão" não sentiu o cheiro de carne queimada no Irã de então? Acho que ele errou porque no fundo amava o "Eros xiita".Mas como bem disse meu colega J. P. Coutinho em sua coluna alguns dias atrás nesta Folha, citando por sua vez um colunista de língua inglesa, às vezes é melhor dar o destino de um país na mão do primeiro nome que acharmos na lista telefônica do que nas mãos do corpo docente de algum departamento de ciências humanas. E por quê?Porque muitos dos nossos colegas acadêmicos são uns irresponsáveis que ficam fazendo a cabeça de seus alunos no sentido de acreditarem cegamente nas bobagens que autores (como Foucault) escrevem em suas alcovas.No recente caso da USP, como em tantos outros, o fenômeno se repete. O modo como muito desses "estudantes" (muitos deles nem são estudantes de fato, são profissionais de bagunçar o cotidiano da universidade e mais nada) agem, nos faz pensar no tipo de fé "foucaultiana" numa "espiritualidade política contra as tecnologias da repressão".E onde Foucault encontrou sua inspiração para esse nome chique para fanatismo chamado "espiritualidade política"?Leiam o excelente volume "Foucault e a Revolução Iraniana", de Janet Afary e Kevin B. Anderson, publicado pela É Realizações, e vocês verão como a revolução xiita do Irã e seu fascínio pelo martírio e pela irracionalidade foram importantes no "último Foucault".As ciências humanas (das quais faço parte) se caracterizam por sua quase inutilidade prática e, portanto, quase impossibilidade de verificação de resultados.Esse vazio de critérios de aplicação garante outro tipo de vazio: o vazio de responsabilidade pelo que é passado aos alunos.Muitos docentes simplesmente "lavam o cérebro" dos alunos usando os "dois caras" que leram no doutorado e que assumem ter descoberto o que é o homem, o mundo, e como reformá-los. Duvide de todo professor que quer reformar o mundo a partir de seu doutorado.Não é por acaso que alunos e docentes de ciências humanas aderem tão facilmente a manifestações vazias, como a recente da USP, ou a quaisquer outras, como a dos desocupados de Wall Street ou de São Paulo.Essa crítica ao vazio prático das ciências humanas já foi feita mesmo por sociólogos peso pesado, em momentos distintos, como Edmund Burke, Robert Nisbet e Norbert Elias.Essa crítica não quer dizer que devemos acabar com as ciências humanas, mas sim que devemos ficar atentos a equívocos causados por essa sua peculiar carência: sua inutilidade prática e, por isso mesmo, como decorrência dessa, um tipo específico de cegueira teórica. Nesse caso, refiro-me ao seu constante equívoco quanto à realidade.Trocando em miúdos: as ciências humanas e seus "atores sociais" viajam na maionese em meio a seus delírios em sala de aula, tecendo julgamentos (que julgam científicos e racionais) sem nenhuma responsabilidade.Proponho que da próxima vez que "os indignados sem causa" ocuparem a faculdade de filosofia da USP (ou "FeFeLeCHe", nome horrível!) que sejam trancados lá até que descubram que não são donos do mundo e que a USP (sou um egresso da faculdade de filosofia da USP) não é o quintal de seus delírios.Agem com a USP não muito diferente da falsa aristocracia política de Brasília: "sequestram" o público a serviço de seus pequenos interesses.No caso desses "xiitas das ciências humanas", seus pequenos delírios de grande "espiritualidade política".Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2011/11/ciencias-humanas-e-seus-atores-sociais.html#ixzz1ejZenv3H Paulopes só permite a cópia deste texto para uso não comercial e com a atribuição do crédito e link. As reproduções são rastreadas diariamente. Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4245412783678440024?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4245412783678440024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/o-erro-de-foucault.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4245412783678440024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4245412783678440024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/o-erro-de-foucault.html' title='O ERRO DE FOUCAULT'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RGvrojxTZ1o/Ts_AQQkEIfI/AAAAAAAAAqs/GxmjimY81R8/s72-c/foucalt1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3966123428287192009</id><published>2011-11-21T07:50:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T08:03:43.921-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;b&gt;UM TEXTO PROFÉTICO&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dVVxN7UWpQM/Tsp0N-0BsZI/AAAAAAAAAp8/yFZF418D9Gs/s1600/Imagem17.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="198" width="250" src="http://1.bp.blogspot.com/-dVVxN7UWpQM/Tsp0N-0BsZI/AAAAAAAAAp8/yFZF418D9Gs/s320/Imagem17.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;“Amados, tendo um grande desejo de escrever-lhes, a respeito da nossa salvação comum, fui obrigado a fazê-lo, a fim de encorajá-los a lutar pela fé que foi transmitida aos fiéis uma vez por todas. De fato, infiltraram-se no meio de vocês alguns indivíduos que, desde há muito, estão escolhidos para o julgamento [...] Vocês, porém, amados, lembre-se das coisas que foram ditas anteriormente pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo. Eles diziam: ‘No fim dos tempos aparecerão impostores que se comportarão conforme suas paixões. São esses indivíduos! Eles causam divisões, são materiais e não possuem o Espírito”. (Epístola de São Judas 1, 3-4. 17-18).  “Todo que for salvo: antes de todas as coisas é necessário que se apegue à fé católica; Tal fé, se não guardada plena e imaculada, sem dúvida trará perdição eterna” (Credo de Atanásio, séc. IV)&lt;/i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PD8PiMSYmAw/Tsp2V614CpI/AAAAAAAAAqg/iAYutc0kU3w/s1600/evangelho1.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-PD8PiMSYmAw/Tsp2V614CpI/AAAAAAAAAqg/iAYutc0kU3w/s320/evangelho1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Acabo de ler um texto profético. Trata-se da “Carta Pastoral dos Bispos Episcopais” publicada em junho de 1960. O texto fora originalmente escrito por ocasião do Primeiro (e único) Congresso da Igreja Anglicana no Brasil e encontra-se num daqueles livros amarelados vendidos atualmente pela “Livraria Anglicana”. É um documento histórico e teológico, inscrito em uma época diferente da nossa Igreja. Época em que conseguíamos reunir mil fiéis, de diversas partes do país, para discutirem a conjuntura nacional e a resposta da Igreja a estes problemas. Igreja capaz de agir como verdadeira mater et Magister e não somente como amplificadora das tenências do mundo. Época em que tínhamos inclusive uma editora – a Ecclesia – capaz de registrar e difundir essa mensagem para as gerações futuras. Mas há outro motivo pela qual essa Carta deve ser lida atualmente: ela é testemunho do que começava a acontecer na Igreja, cujos desdobramentos são vistos hoje.A década de 1960 assinala uma importante inflexão cultural. É nesse período que uma geração de jovens rebeldes julgou insuficiente, injusto e opressor todo o percurso histórico do Cristianismo no Ocidente. Esta geração acreditaria ser capaz de fazer tudo melhor, edificando, finalmente, um mundo da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Além disso, ela estava convencida de ter encontrado, na corrente da tradição marxista, o caminho que levaria a essa meta prometéica. Por outro lado, o marxismo também se reciclava, e passava a valorizar os aspectos “superestruturais” ou “ideológicos” da sociedade que antes renegava. Dá união desse novo “marxismo cultural” e da rebelião desses jovens rebeldes sugeria a “New Left” (Nova Esquerda) que atualmente comanda governos, igrejas e universidades.Surge assim uma nova “teologia laica” fundamentada em uma doutrina marxista de salvação se bem que dividida em variantes diversas de instrumentalização (maoísmo, trotskismo, existencialismo, estruturalismo, pós-estruturalismo etc), passa a ser vista como o único roteiro para o futuro da humanidade. Essa crença subjacente a todo movimento esquerdista radical não foi abalada nem mesmo pela descoberta dos horrores do stalinismo ou pela queda do socialismo na década de 1989.Caiu Stalin, Mao, Trotsky, Lenin, mas Marx permaneceu como o “grande guia”, o “profeta da nova era”. Para alguns religiosos caberia a ele o papel que, no século XIII, teria sido ocupado por Aristóteles; cuja filosofia pré- cristã (e, portanto “pagã”) precisou ser “batizada” para que a fé e a razão pudessem reencontrar a sua relação correta. Mas, como nos lembra um teólogo desse período há um pequeno detalhe: Quem aceita Marx (em qualquer uma das suas variantes neomarxistas) como o representante de uma razão universal não adota simplesmente uma “filosofia” ou “método de pesquisa”, mas uma visão de mundo, de sentido e significado da existência. E, como diz o próprio Marx: assume, sobretudo uma “práxis” revolucionária. Sem isto não podemos falar realmente de marxismo. E nessa “práxis” que deve ser buscada a revelação da vontade divina.E essa “práxis” materialista que passa a “cria” verdade, em vez de pressupô-la. Quem faz de Marx o filósofo da teologia aceita a primazia dos elementos econômicos e políticos sobre toda realidade. São essas as verdadeiras fontes da salvação (ou da desgraça) da humanidade. Nessa perspectiva, a “salvação” é realizada inevitavelmente pela política e pela economia desse mundo (na realidade o único que realmente passa a importar) e são essas “estruturas” que determinam a face do futuro. Como consequência dessa supremacia da práxis Deus deixa de ser visto como “prático” e “necessário” e torna-se cada vez mais metafórico e abstrato. A “realidade” a ser considerada pela igreja é, sobretudo, as condições materiais, históricas, sociais e políticas de nossa era. A luz dessa teoria e da atuação daqueles grupos mais radicais (ou violentos) que passam a serem lidas a Tradição e as Sagradas Escrituras. A Carta dos Bispos é contemporânea da gênese de tudo isso, e a atual geração de bispos e teólogos, é em parte, seus mais fiéis representantes. Nesse sentido tornar-se relevante relê-la, ainda que em parte, cinco décadas depois. Boa leitura: &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aLTmvFaVYZc/Tsp0nCsWA_I/AAAAAAAAAqI/CDs1vV6xsIo/s1600/redentor.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="239" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-aLTmvFaVYZc/Tsp0nCsWA_I/AAAAAAAAAqI/CDs1vV6xsIo/s320/redentor.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“II&lt;b&gt;Não é possível ocultar-se o afrouxamento moral na família e na sociedade contemporâneas. As forças do bem contemplam estarrecida a tremenda crise moral que ameaça arrastar a humanidade ao abismo&lt;/b&gt;. Sociólogos de nomeada têm se ocupado do assunto. Por um lado, chamam a atenção daqueles sobre cujos ombros pesa grande parcela de responsabilidade. Pelo outro, conclamam o homem comum a cerrar fileiras em torno de movimentos que visem à preservação do arcabouço social que sofre o impacto das arremetidas de um verdadeiro rolo compressor, que cego avança ignorando inteiramente a vultosa soma de estragos que vem causando em sua trajetória incontida.&lt;b&gt;Entretanto, não faltam manifestações de inteligências privilegiadas que procuram fazer-nos sentir que não há motivos de apreensões. Chegam mesmo a afirmar que todos quanto se afligem a tal respeito nada mais são do que infelizes recalcados, os quais, não encontrando apoio no homem moderno para suas ideias retrogradas, procuram intimidar os menos esclarecidos com o fantasma do medo&lt;/b&gt;. ‘Não há mais lugar para profecias na atualidade’ – costuma-se afirmar. ‘A ciência está colocando à disposição do homem contemporâneo meio eficazes que lhe permitam tornar-se dono do seu destino’.&lt;b&gt;É evidente que se trata de uma batalha de gigantescas proporções entre duas correntes irreconciliáveis – uma que coloca o homem, com sua capacidade criadora, no centro do universo, e outra que ainda ousa proclamar a soberania de Deus&lt;/b&gt;.Desta batalha quem sairá vitoriso? Muitos são os que, criados na atmosfera em que se aceita tacitamente a posição de Deus como Senhor do universo, não se perturbam; nem por sombra que lhes parece viável que o homem possa vir a destronar o Criador de todas as coisas. O nosso aplauso aos que demonstram tal confiança no poder de Deus.Mas, perguntamos, dar-se-á Deus por satisfeito que seus filhos lhes confiam toda soma de responsabilidade? &lt;b&gt;Teremos o direito de assistir impassíveis ao implacável incêndio que vai destruindo a obra representada pelas conquistas das hostes do bem, as quais não mediram sacrifícios para legar à geração dos nossos dias um patrimônio moral e espiritual, cujo valor não há cifras que nos permitam calcular?&lt;/b&gt;Ninguém se iluda: colhemos no futuro o que estivermos plantando hoje. E qual é a semente que os Cristãos da atualidade estão lançando à terra?Reservamos ao mundo o direito de indagar dos planos da Igreja Cristã para os dias vindouros. Se ela puder apresentar um esquema definido, tendo por fundamento o Evangelho de Cristo, e amparado devidamente no consenso geral das forças cristãs do mundo inteiro, não haverá dúvida de que será ouvida sua voz, e os milhares e milhares de indivíduos, em face da confusão reinante, hão de seguir as normas do Cristianismo. Se, todavia, os cristãos preferirem continuar na posição de meros críticos dos que arrastam consigo boa parte da humanidade, afastando-se de Deus, ser-lhes – à impossível atingir os seus objetivos. Nossos atos é que proverão a procedência das nossas palavras”. (Carta Pastoral dos Bispos In IGREJA EPISCOPAL DO BRASIL. A Igreja Episcopal no país do futuro. Porto Alegre: Editora Ecclesia, 1960, p. 16-17).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-3966123428287192009?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/3966123428287192009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/um-texto-profetico-amados-tendo-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3966123428287192009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3966123428287192009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/um-texto-profetico-amados-tendo-um.html' title=''/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dVVxN7UWpQM/Tsp0N-0BsZI/AAAAAAAAAp8/yFZF418D9Gs/s72-c/Imagem17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3515381863888072121</id><published>2011-11-16T11:08:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T11:38:45.276-08:00</updated><title type='text'>UM CONSTRUTOR DE ABISMOS</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Revdo. Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;/i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ViRzEzkU69I/TsQRO_Z29eI/AAAAAAAAApw/18h1KGgKlzI/s1600/igreja_gay.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="235" src="http://4.bp.blogspot.com/-ViRzEzkU69I/TsQRO_Z29eI/AAAAAAAAApw/18h1KGgKlzI/s320/igreja_gay.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A palavra “pontífice” significa literalmente: “construtor de pontes”. Assim espera-se que o Bispo seja símbolo da Unidade da Igreja e da Integridade da fé cristã. Não tem sido assim com o Primaz da IEAB. Muito pelo contrário: o nosso “pontífice” tem se esmerado em provocar polêmicas, reabrir feridas e aprofundar o fosso que separa o cristianismo histórico da sua versão liberal pós-moderna.Tudo isso porque a militância gay do líder máximo da IEAB não ter limites. E quem sofrer com esse engajamento é a pobre Província Brasileira, cada vez mais fragilizada e dividida. Ainda nem se recupera de um escândalo e já lhe advém uma nova polêmica. Parece uma obsessão em mostrar para a mídia - para os “sábios e poderosos desse mundo” - como “somos (pós) modernos”, que estamos fazendo nosso “dever de casa” no âmbito da desconstrução moral, nem que para isso seja preciso rebaixar a IEAB a um mero satélite da TEC, uma espécie de “quintal teológico dos Estados Unidos”.Catedrais vazias, dioceses virtuais, seminários fechados, inexistência de uma editora ou de uma faculdade anglicana de verdade, aguda crise vocacional e ministerial- sem falar da catástrofe financeira e administrativa – nada disso desperta a paixão do Primaz e de sua trupe. Somente a causa homossexual merece atenção da cúpula nacional. Pelo menos é isso que podemos deduzir de suas últimas ações e pronunciamentos. A participação do Secretario Geral, na condição de “militante da causa” na última marcha gay (aquela que vituperou símbolos católicos em praça publica); foi seguida por amorosa (e infeliz) declaração favorável ao casamento civil homossexual; pela campanha movida por clérigos de sua diocese e aliados para aprovação imediata do casamento gay na Igreja ainda esse ano.Mas isso é muito pouco para nosso “construtor de abismos”. Ele sempre busca públicos mais amplos. Para isso uniu-se a outros liberais de diversas “igrejas” e países, numa demonstração que o radicalismo e a heresia não respeitam idade ou limitação geográfica. O resultado de mais esse ataque a moral cristã pode ser encontrada nas páginas da revista “Carta Capital”, conhecido órgão esquerdista nacional. Em poucos parágrafos ele descontrói toda ciência hermenêutica e ataca, de forma impetuosa, 2000 anos de fé e Tradição. Entre as pérolas da entrevista está a estranha descoberta que não há nada no Novo Testamento, absolutamente nada contrário, à prática erótica entre pessoas do mesmo sexo: muito pelo contrário. Para isso é claro, convém distorcer (ou “descontruir”) porções inteiras das Sagradas Escrituras.Assim, por exemplo, o Jesus pós-moderno do Primaz nunca disse que nada era pecado; ele acolheu a todos indiscriminadamente: a samaritana, ao publicano, a prostituta. Trata-se de uma falácia. É difícil dizer se essa teoria é fruto da ignorância ou da pura má vontade. Conhecendo a preocupação em “estar na moda acadêmica” dos nossos liberais, tendo a adotar a segunda possibilidade. O primaz e sua trupe não mentem em tudo, eles apenas omitem a verdade, manipulam os textos e a tradição segundo os objetivos “da causa”. Assim, o que o nosso engajado prelado habilmente omite é que Cristo acolhia a todos os pecadores sim, porém jamais os seus pecados. E sabemos que todos nós o temos. Não se trata de uma “graça barata” ou de uma “inclusão sem consequências”, pelo contrário. A aceitação de Cristo e sua mensagem, a consequente pertença à comunidade eclesial sempre esteve acompanhada de numa profunda mudança de vida e da aceitação de uma luta constante contra os velhos hábitos.Pelo menos é isso que encontramos nos Evangelhos, nos textos paulinos e apostólicos e na vida dos santos. Vou mais além: desafio o primaz e sua trupe a mostrarem onde Jesus Cristo tenha tido coisas como: “Agora vá e monte um prostíbulo” (adúltera); “Não se preocupe com religião, é tudo a mesma coisa” (samaritana) ou “Podes continuar roubando a vontade: isso é perfeitamente justificável em uma sociedade injusta” (cobrador de impostos). Se foi assim para eles por que deveria ser diferente para mim? Por que deveria ser diferente para os gays? Porque “eles estão organizados”? Por que antigas práticas tornaram-se hegemônicas (divórcio, aborto, eutanásia)? Por acaso não haveria tais coisas em Sodoma e Gomorra, no antigo Egito ou no Israel Bíblico? Por que antes era pecado agora deve ser santificado?Gostaria que o primaz respondesse a essas perguntas. Gostaria que seus companheiros o fizessem nos fóruns adequados e não na próxima edição da Playboy ou no programa do fantástico. Até lá, espero tenham pelos menos a decência de deixarem a Bíblia fora disso, ou de pelo menos, adotarem a sua própria versão “pós-moderna e inclusiva”, como já fizeram seus mestres dos Norte-Americanos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-3515381863888072121?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/3515381863888072121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/um-construtor-de-abismos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3515381863888072121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3515381863888072121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/um-construtor-de-abismos.html' title='UM CONSTRUTOR DE ABISMOS'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ViRzEzkU69I/TsQRO_Z29eI/AAAAAAAAApw/18h1KGgKlzI/s72-c/igreja_gay.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3420383956069220237</id><published>2011-11-16T10:59:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T11:07:48.682-08:00</updated><title type='text'>ANGLICANOS MARCAM PRESENÇA NA ACADEMIA</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PlG78OY29zg/TsQInI9UaYI/AAAAAAAAApA/LFST4pI85Ro/s1600/Rodson%2Bna%2Bminha%2Bformatura.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-PlG78OY29zg/TsQInI9UaYI/AAAAAAAAApA/LFST4pI85Ro/s320/Rodson%2Bna%2Bminha%2Bformatura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-15qoUZDVIGA/TsQIx-FOR3I/AAAAAAAAApM/_SWQxfmidK0/s1600/Formatura%2BFaculdade%2BUnida%2Bde%2BVit%25C3%25B3ria.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-15qoUZDVIGA/TsQIx-FOR3I/AAAAAAAAApM/_SWQxfmidK0/s320/Formatura%2BFaculdade%2BUnida%2Bde%2BVit%25C3%25B3ria.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Revdo. Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;/i&gt;O clero potiguar tem marcado presença na vida acadêmica. Os reverendos Rodson Ricardo Souza do Nascimento e Gecionny Pinto de Souza atuam como professores nas principais instituições de estudos religiosos e teológicos da cidade. O Revdo. Rodson atua em programas de graduação e pós-graduação em Ciências da Religião. Teologia, Ciências Sociais e Filosofia. Já o Revdo. Gecionny atua como professor de Teologia, História e Sociologia. Nesse sentido, como parte da sua indispensável formação acadêmica o Revdo. Gecionny Pinto, que já possui uma especialização em Teologia pela EST, recebeu recentemente o título de convalidação de Bacharel em Teologia pela Faculdade Unida de Vitória. A cerimonia foi precedida pelo Revdo. Dr. Rodson Ricardo Souza do Nascimento representando a Direção da Faculdade Unidade de Vitória – CETEN e contou com a presença de Dom Paulo e do Pr. Celso coordenadores do CETEN no Rio de Janeiro. Seminaristas, familiares e amigos prestigiaram o evento que uniu diversas igrejas cristãs da cidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-3420383956069220237?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/3420383956069220237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/anglicanos-marcam-presenca-na-academia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3420383956069220237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3420383956069220237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/anglicanos-marcam-presenca-na-academia.html' title='ANGLICANOS MARCAM PRESENÇA NA ACADEMIA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PlG78OY29zg/TsQInI9UaYI/AAAAAAAAApA/LFST4pI85Ro/s72-c/Rodson%2Bna%2Bminha%2Bformatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1324805137261072700</id><published>2011-11-04T06:38:00.000-07:00</published><updated>2011-11-16T11:03:51.883-08:00</updated><title type='text'>VIDA EM CRISTO III: Considerações sobre a teologia moral anglicana</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--Ev6fmrhbOQ/TrPqqrWiCaI/AAAAAAAAAo0/CbOpTe_rtPA/s1600/christ_glass.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="214" src="http://2.bp.blogspot.com/--Ev6fmrhbOQ/TrPqqrWiCaI/AAAAAAAAAo0/CbOpTe_rtPA/s320/christ_glass.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Reverendo Padre Rodson Ricardo Souza do NascimentoPároco da Comunidade Anglicana da Natividade&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Casamento e família&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Qn7SjIr-J8c/TrPp2W_5PzI/AAAAAAAAAoQ/2uyx9XLJRTY/s1600/ecc.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="299" src="http://4.bp.blogspot.com/-Qn7SjIr-J8c/TrPp2W_5PzI/AAAAAAAAAoQ/2uyx9XLJRTY/s320/ecc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O anglicanismo sempre viu o casamento como um projeto divino e jamais como uma mera invenção humana. E, embora a instituição do casamento encontre diferentes expressões em diferentes culturas e tempos, seu propósito original subsiste. Na verdade, afirmamos que a sexualidade humana deve ser vista como parte da busca pelo “bem comum”, pela superação da desigualdade, da pobreza e da injustiça social, em especial a proteção às crianças e idosos. E o matrimônio cristão é o modelo para isso. É no relacionamento compactuado entre o esposo e esposa que a expressão da sexualidade humana eleva-se a plenitude divina (Gn 2, 18-25), e na procriação responsável e no cuidado amoroso com os filhos que as duas pessoas juntas compartilham do amor e da generosidade de Deus a esse mundo pagão.Os cristãos sempre acreditaram que o casamento é uma parte importante do plano de Deus. A teologia paulina é bastante clara quando compara o casal a união mística de Cristo e sua Igreja. O casamento é assim, um Dom de Deus, que não deve ser buscado sem o claro discernimento. É a atmosfera ideal para se envolver sexualmente, crescer emocionalmente e construir uma vida familiar plena. Por isso casar na igreja, diante de Deus, é muito importante. O Livro de Oração, nas suas rubricas gerais para o matrimônio, ensina que o “casamento é uma declaração pública de amor e compromisso, entre um homem e uma mulher”. Esta declaração é feita na frente dos amigos e familiares em uma cerimônia na igreja. Não é à toa que a fórmula para os votos solenes: “Para te amar e cuidar, de hoje em diante, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe” veem sendo recitados nas celebrações anglicanas desde 1552. Provavelmente nenhum outro sacramento tenha permanecido tão estável.Na verdade o surgimento do Livro de Oração Comum ajudou a consolidar o sentido cristão do matrimônio no Reino Unido. Antes da reforma, os casamentos eram muito mais informais: os casais poderiam simplesmente prometer-se um ao outro, em qualquer tempo ou lugar e a palavra falada era tão boa quanto o contrato escrito. É lamentável que alguns desejem de volta esse estágio.Ao permitir que Henrique VIII (1491-1547) casasse novamente, a Igreja fez o que muitos pensavam ser a única coisa possível naquela época, abrindo espaço para uma segunda união de seus súditos. Mas só porque o novo casamento é permitido legalmente, isso não significa que os casais têm o direito automático de se casar na Igreja Anglicana. Na verdade a legislação inglesa é uma das mais ortodoxas a esse respeito e praticamente nada tem em comum com a brasileira. Primeiro o novo casamento é sempre permitido se um dos ex-cônjuges está morto. O assunto fica mais complicado se um ou ambos estiverem vivos. Neste caso a posição anglicana é semelhante a das igrejas orientais: o divórcio é uma exceção e não a regra; deve ser analisado caso a caso.A Igreja emitiu uma posição clara sobre a questão de um novo casamento cristão no Sínodo Geral de 2002 (novamente a diferença com o Brasil é evidente). Em uma votação sobre o casamento após o divórcio, o resultado foi 269 votos contra e 83 favoráveis a mudança.A declaração afirma que: “A Igreja da Inglaterra, ensina que o casamento é para a vida toda. Reconhece também que, infelizmente, alguns casamentos fracassam e, se isso acontecer, ele procura estar disponível para todos os envolvidos. A Igreja reconhece que, em circunstâncias excepcionais, uma pessoa divorciada pode casar novamente na igreja durante a vida do ex-cônjuge” (Sínodo Geral, 2002). Destaco o uso da palavra “ensinar”, ao caráter de magistério dos bispos, algo totalmente estranho a TEC e a IEAB, que acreditam que a Igreja apenas deve “aprender com o mundo”.Uma questão interessante é a clara separação entre o direito laico e o canônico. A Igreja da Inglaterra nunca entendeu que devesse simplesmente “adequar suas leis a legislação mundana”. Dessa forma, embora do ponto de vista civil, os membros do clero tenha a possibilidade de casarem mais de uma vez, desde que o processo de divórcio tenha sido concluído, a Igreja aconselha a que os seus bispos julguem com muito cuidado tais processos.A razão para isso são as Sagradas Escrituras e a Sagrada Tradição da Igreja indivisa. Por isso, apesar das tentativas do atual arcebispo de Cantuária e dos seus discípulos liberais, católicos ou protestantes, continua vetado à eleição de bispos divorciados. Eis um claro exemplo de obediência à teologia paulina. De modo geral a Igreja aconselha um clero separado a pensar cuidadosamente antes de contrair um novo matrimônio. É preciso que o processo seja diretamente acompanhado pelo bispo, que deverá julgar se realmente o clérigo está preparado para isso. Nem preciso dizer como isso acontece na nossa província. &lt;b&gt;Celibato e castidade &lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cDLNTIaiLIU/TrPqE7arUGI/AAAAAAAAAoc/d-uDyqezLfg/s1600/7702861.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="190" width="141" src="http://4.bp.blogspot.com/-cDLNTIaiLIU/TrPqE7arUGI/AAAAAAAAAoc/d-uDyqezLfg/s320/7702861.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Tradição Cristã tem defendido que a melhor forma de garantir uma sexualidade saudável, em conformidade com as finalidades divinas é através do exercício da castidade. Essa é uma virtude moral enraizada no significado espiritual da existência do próprio corpo (1 Ts 4, 1-8; Gl 5, 23; 1 Cor 6, 9. 12-20). A castidade não significa a simples repressão dos instintos e energias sexuais, mas sim a sua integração dentro de um padrão de relacionamentos no qual uma pessoa possa encontrar felicidade verdadeira, plenitude e salvação.  Graças a Santo Agostinho de Hipona (354-430) sabemos que a castidade possibilita a organização do impulso sexual, em direção ao casamento ou a uma vida celibatária. Os anglicanos afirmam, portanto, que a nova vida em Cristo implica numa ruptura radical com o pecado do egocentrismo sexual (Mt 19,9; Jo 8, 11; 1 Cor 7, Hb 13,4), que leva inevitavelmente à desintegração individual e social (ARCIC , 2006, p. 40). Defender algo assim exige coragem e fidelidade ao Evangelho de Cristo, uma atitude profundamente contra-cultural. &lt;b&gt;A homossexualidade&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hs5aC7q93XA/TrPqWHAW86I/AAAAAAAAAoo/IqeUthYcE0A/s1600/Ditadura_Gay.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="173" width="244" src="http://4.bp.blogspot.com/-hs5aC7q93XA/TrPqWHAW86I/AAAAAAAAAoo/IqeUthYcE0A/s320/Ditadura_Gay.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Provavelmente nenhum outro tema seja mais polêmico no anglicanismo que a questão da homossexualidade. Na verdade o radicalismo de algumas províncias quanto a esse tema está na raiz da maior crise que já enfrentou a Comunhão Anglicana, e que, provavelmente implicará na sua dissolução, com consequências imprevisíveis para o futuro da nossa tradição. Comecemos por uma definição do fenômeno: “A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres que experimentam uma atração, exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo”. Por esta definição ficam excluídos os casos de “hermafroditismo”, por exemplo. É importante compreender que termos como “homoafetividade” além de não definirem nada, são somente armadilhas ideológicas usadas por militantes da “causa”. O consenso anglicano (sensus fidei) sobre o tema é que a prática da homossexualidade não é compatível com a moral cristã. Apoiando-se nas Sagradas Escrituras (Gn 19, 1-29; Rm 1, 24-27; 1 Cor 6,10; 1 Tm 1,10), na Tradição da Igreja Indivisa e na lei natural, o anglicanismo afirma não ser possível modificar essa posição. A teologia moral anglicana afirma que a Igreja deve se centralizar na “pessoa” e não na sua “orientação sexual”. Afirma ainda não ser possível separar a sexualidade da história da salvação. A Igreja defende a dignidade intrínseca de todo ser humano, porque é criado à imagem de Deus. Nesse sentido a Igreja condena qualquer uso de violência física ou moral contra pessoas homossexuais e defendemos a igualdade de direitos civis, independente da “orientação sexual”, em quase todos os casos. Explicaremos adiante porque essa importante exceção.  A Igreja recorda ainda que a devemos acolher pastoralmente todas as pessoas, com respeito, compaixão e delicadeza, sem julgamentos a priori sobre sua condição moral. Afirmamos igualmente que os atos homossexuais devem se julgados com prudência, tendo em vista a complexidade do tema e que se deve fazer uma distinção entre “condição ou tendência homossexual” e a “prática homossexual”. Neste sentido somente a segunda é vista como uma opção moralmente inaceitável para a comunidade cristã (Relatório Final da Conferência de Lamberth de 1999). Uma questão igualmente importante diz respeito aos “direitos civis dos casais homossexuais”. Duas são as preocupações da teologia moral anglicana: a luta pela justiça e a obediência a Palavra de Deus. No primeiro caso há que se reconhecer a legitimidade de determinados direitos a estes casais. Assim questões de herança, assistência social etc. Porém é necessário se opor abertamente à sua equiparação ao matrimônio heterossexual, o que no caso significa negar-lhes a possibilidade de adoção ou o acesso às novas técnicas de reprodução assistida.  Defender tal restrição não é nenhuma injustiça, posto que fundamenta-se na força da Razão e no Testemunho das Escrituras. A expressão sexual, física e afetiva, daqueles que praticam a homossexualidade não pode ser equiparada à expressão heterossexual. Qualificar as uniões estáveis de “matrimônios” é dotá-los de uma configuração jurídica igual ou semelhante ao matrimônio bíblico, suporá, como primeiro efeito nocivo, dar passagem a um equivoco absurdo. Isso torna-se mais evidente quando acrescentamos a defesa da infância:&lt;i&gt;“Um ponto de particular importância, neste intento de equiparação destas uniões ao matrimônio, constitui-se a pretensão de que possa, legalmente, adotar filhos, enquanto casal. Essa pretensão não pode ser legalmente admitida. Quando se exige um pai e uma mãe para o filho – e não dois pais e duas mães-, não se está estabelecendo nenhuma injusta descriminação, mas simplesmente se está fazendo uma referência necessária à natureza heterossexual da pessoa humana. Dar passagem a um pretenso direito do casal homossexual, esquecendo o direito fundamental do filho de nascer num clima que favoreça e ajude a evolução normal, não é outra coisa senão deplorável perversão de valores, que não se justifica em nenhuma sociedade, por mais pluralista que possa ser sua configuração real” .&lt;/i&gt; Finalmente, do ponto de vista teológico o casamento homossexual é simplesmente impossível. Se entendermos a criação a luz da aliança de Deus com o ser humano, conforme Karl Barth (1886-1968) isto fica ainda mais evidente. O ser humano é um ser de comunhão, posto que feito a imagem de Deus. Por isso é um ser solidário e não solitário. A diferenciação dos sexos, longe de ser um simples detalhe anatômico é elemento fundamental nesse processo. Pode-se compreender assim a diferenciação dos sexos que está nas narrativas da criação no Gênesis, como o equivalente, no plano criado, da orientação da humanidade rumo a Deus que é realizada em Jesus Cristo. Assim, o ser humano é um ser solidário, é especificamente e concretamente como homem e mulher. O mandamento de Deus é de que vivamos plenamente a diferenciação e o vinculo segundo os quais fomos criados, e que são feitos para dar testemunho da união de Cristo e sua Igreja . Isto nos mostra que somos criados para a aliança com Deus, e é ela que nos ilumina a significação simbólica que o AT e do NT veem na relação homem – mulher: o fato de serem destinados um ao outro é o equivalente no plano criado do fato da humanidade ser destinada a Deus. Temos, portanto, o direito de perguntar àqueles que tentam justificar a homossexualidade em nome de que antropologia teológica ou ideia da criação se eles não levam em conta a diferenciação sexual, e que relação ainda teria esse ensinamento com o que diz a Escritura e a Tradição?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1324805137261072700?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1324805137261072700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-iii-consideracoes-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1324805137261072700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1324805137261072700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-iii-consideracoes-sobre.html' title='VIDA EM CRISTO III: Considerações sobre a teologia moral anglicana'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--Ev6fmrhbOQ/TrPqqrWiCaI/AAAAAAAAAo0/CbOpTe_rtPA/s72-c/christ_glass.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-360076945906247246</id><published>2011-11-04T06:26:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T06:26:28.615-07:00</updated><title type='text'>VIDA EM CRISTO II: Considerações sobre a teologia moral anglicana</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BFbOUNj0AIM/TrPnohyp6tI/AAAAAAAAAnU/g2yqUCo5rUE/s1600/217.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="213" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-BFbOUNj0AIM/TrPnohyp6tI/AAAAAAAAAnU/g2yqUCo5rUE/s320/217.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Reverendo Padre Rodson Ricardo Souza do NascimentoPároco da Comunidade Anglicana da Natividade&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Um exemplo de Teologia Moral: a sexualidade humana&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bOPTBu5_nx0/TrPn0rU4pOI/AAAAAAAAAng/GkvDxvlBwlY/s1600/52790974.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="223" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-bOPTBu5_nx0/TrPn0rU4pOI/AAAAAAAAAng/GkvDxvlBwlY/s320/52790974.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Tradição Anglicana afirma com as Escrituras que a sexualidade humana é parte da boa criação de Deus (Gn 1,27; Rt 4, Ef 5, 21-32 e, em especial, o Cântico dos Cânticos). Igualmente afirmamos que a diferenciação sexual dentro da natureza possibilita, aos filhos e filhas de Deus, a possibilidade da comunhão interpessoal -sexualidade que não deve ser restrita a dimensão genital - envolve a totalidade das experiências corporais, afetivas e espirituais. Constituí, portanto, uma dimensão fundamental da existência humana, pessoal, individual e social. Por tudo isso, torna-se necessário descobrir como deverá ser ordenada em direção à dadiva do ser e da criação da vida . A maior parte dos problemas em torno da sexualidade acontece quando se busca isolar essa dimensão da perspectiva mais ampla do cristianismo. E é isso que está acontecendo nesse momento. É preciso reconhecer que a maioria das teologias em confronto com essa visão, se fundamentam em visões naturalistas – reducionistas do ser humano. A experiência sexual assim isolada do projeto de Deus para a humanidade é ambivalente. Pode ser tanto desagregadora como unificadora, tanto destrutiva, quanto criativa. Nós, como cristãos, sempre reconhecemos isso (Mt 5,28), por isso, reconhecemos a necessidade de integrar a sexualidade dentro de uma forma ordenada de vida, que alimenta os relacionamentos espirituais das pessoas na sua totalidade.  Seres humanos, masculino e feminino, florescem como pessoas em comunidade. Relacionamentos pessoais têm uma dimensão social, além de privada. Por isso, num mundo organizado em torno das questões dos direitos e da individualidade, a moral cristã parece tão antipática. E escamotear essa questão em nome dos “direitos Humanos” não mudará essa realidade. Tal discurso sobre direitos, embora absolutamente fundamental em muitos contextos, é insuficiente para compreender a sexualidade.  Para os cristãos anglicanos, a relação entre individuo e comunidade é complexa demais para ser considerada exclusivamente com base nessa linguagem. Portanto devemos, desde o inicio, empregarmos uma linguagem diferente: a sacramental.&lt;b&gt;Batismo e ética&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iMtEezTL6Eo/TrPn9_tVTiI/AAAAAAAAAns/F8dc4QkWT4Q/s1600/ghnbg.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="278" src="http://2.bp.blogspot.com/-iMtEezTL6Eo/TrPn9_tVTiI/AAAAAAAAAns/F8dc4QkWT4Q/s320/ghnbg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No Batismo, somos entregues a Deus e nos tornamos membros do Corpo de Cristo. Essa é a linguagem da comunidade cristã. Na verdade, de modo paradoxal, a primeira coisa a observar em relação ao Batismo é que se trata de um ato individualizador. Nossos pais nos entregam a Deus, quase que literalmente, quando somos levados ainda crianças a pia batismal. A despeito do vínculo profundo que nos une aos nossos pais não pertencemos a eles. No Batismo, Deus coloca sua mão sobre nós, chama-nos pelo nome e, desse modo, consolida nossa identidade e nosso destino singularmente individuais. Pertencemos, em toda extensão do nosso ser, unicamente a Deus (Soli Deo), a quem devemos aprender a amar até mesmo que a nosso pai ou a nossa mãe. O que faz de nós indivíduos verdadeiros, portanto, é o fato de que “Deus nos chama pelo nome”. Nossa individualidade não é fruto de uma conquista ou de um poder pessoal, e- por mais espantoso que seja – fruto de nossa “comunhão” com Deus. Ele é o verdadeiro “fundamento do nosso ser”. Somos verdadeiramente nós mesmos, não quando dirigimos e controlamos “nosso” destino, “nosso” corpo, “nossos” desejos, mas quando passamos a reconhecer e a admitir que nossa vida está alicerçada em Deus e é por ele conservada . Uma vida em oposição a isso é “Hybris” – orgulho, pecado – na linguagem paulina. Essa é a crença da comunidade cristã indivisa.  Como anglicanos afirmamos que o Batismo é, antes de tudo, aquilo que estabelece nossa identidade individual, é preciso acrescentar logo a isso que ele nos torna participantes da comunidade eclesial – juntamente com todos aqueles a quem Deus tem chamado pelo nome desde sempre. Em relação a Deus, é absolutamente impossível existir à parte de tal vínculo com todos os que foram batizados no Corpo de Cristo. Somos chamados a levar seus fardos, assim como eles devem levar os nossos. Às vezes não estamos dispostos a suportá-los. Talvez, seja frequente o fato de que não estamos dispostos a que eles nos suportem, tal é a nossa ânsia pelo domínio e pela independência. Porém, se o Corpo é um só, nada é mais justo e conveniente que levamos os fardos uns dos outros. Assim, se o batismo é o sacramento da iniciação na vida cristã, supõe-se que ele deva então moldar nossa compreensão acerca do “individualismo”. Não devemos imaginar que a dignidade individual possa ser descrita de um modo satisfatório apenas pela linguagem da autonomia – como se fôssemos mais integralmente humanos quando agimos por conta própria, escolhendo o rumo de nosso “plano de vida” ou como se fôssemos suficientemente capazes e poderosos para prescindir de quem quer que seja. Outro aspecto importante quando discutirmos a questão da sexualidade é a concepção cristã (antropologia teológica) sobre o que é o ser humano. Diferente das abordagens materialistas (positivistas ou marxistas), a antropologia cristã afirma que não somos apenas um aglomerado de músculos, pele, neurônios e hormônios. Uma compreensão mais abrangente de nosso ser exige uma apreciação, e afirmação, da dualidade de nossa natureza criada. Ou seja, fomos criados do “pó da terra”- seres finitos, limitados por necessidades biológicas e confinamentos histórico e culturais. Mas também somos “alma vivente” – seres livres que se movem graças à vida que nos insufla o Espírito de Deus, criaturas cujo fim último é a comunhão plena com Deus – o que nos alça para o além de toda compreensão limitada de nossa pessoa baseada nas atuais condições de vida que nos foram “dadas”. Essa dualidade não deve resultar em dualismo, como se a pessoa fosse apenas espírito ou apenas corpo. Ao contrário, segundo os Pais da Igreja, somos “pessoa”, isto é, exatamente a união entre alma e corpo. A pessoa é o lugar em que a liberdade e a finitude se encontram, onde o natural e o divino convivem. O corpo e o espírito não podem ser dissociados em nosso entendimento acerca dos seres humanos; todavia, em face da bipolaridade de nossa natureza, somos capazes de privilegiar um ou outro aspecto.  Nesse sentido, a única liberdade que vale a pena, que não acaba banalizando nossas escolhas, é a liberdade que reconhece seus próprios limites e não almeja um status divino – “acima do bem e do mal”. Essa é a liberdade cristã: liberdade verdadeiramente humana, que leva em conta a dualidade de nossa natureza e os limites por ela impostos. Diferente do que nos querem fazer acreditar não somos uma “igreja do vale tudo”. Como anglicanos afirmamos que há um modelo divino para o exercício de nossa sexualidade. Nesse sentido a Conferência de Lambert de 1989, na sua Resolução 1.10, afirma: “A sexualidade é um dom de Deus, a ser exercida no contexto de um matrimônio heterossexual monogâmico vitalício, reconhecendo vocações e necessidades especiais para o celibato e a castidade”. É claro o desacordo dessa compreensão da sexualidade e a visão hegemônica na sociedade ocidental (e mesmo entre alguns religiosos). Analisemos cada um desses aspectos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-360076945906247246?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/360076945906247246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-ii-consideracoes-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/360076945906247246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/360076945906247246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-ii-consideracoes-sobre.html' title='VIDA EM CRISTO II: Considerações sobre a teologia moral anglicana'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-BFbOUNj0AIM/TrPnohyp6tI/AAAAAAAAAnU/g2yqUCo5rUE/s72-c/217.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-8262279690557441966</id><published>2011-11-04T06:20:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T06:21:02.297-07:00</updated><title type='text'>VIDA EM CRISTO: Considerações sobre a teologia moral anglicana</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NFjNYeStWCM/TrPl84HGPBI/AAAAAAAAAmk/8QDkS9czE4U/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="232" src="http://3.bp.blogspot.com/-NFjNYeStWCM/TrPl84HGPBI/AAAAAAAAAmk/8QDkS9czE4U/s320/Imagem1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Reverendo Padre Rodson Ricardo Souza do NascimentoPároco da Comunidade Anglicana da Natividade&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Bíblia e Moral&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3p2WV0O81Ug/TrPmOmy3v6I/AAAAAAAAAmw/zy1keWHf1_w/s1600/fghj.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="174" src="http://3.bp.blogspot.com/-3p2WV0O81Ug/TrPmOmy3v6I/AAAAAAAAAmw/zy1keWHf1_w/s320/fghj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Todo ser humano deseja ser feliz. Desde sempre o ser humano está à procura da felicidade e de seu sentido. Como afirma Santo Agostinho: “Ele quer ser feliz mesmo vivendo de tal modo que não o seja” (De Civitate Dei, XIV, 4). O anelo de felicidade, ou seja, o desejo de obter uma vida plenamente satisfatória está desde sempre enraizado no coração humano. A realização deste desejo depende em grande parte do próprio agir, o qual se encontra, e frequentemente desencontra-se, com o dos outros. Como é possível conseguir determinar o justo agir que conduz cada pessoa, as comunidades, as nações inteiras para uma vida bem-sucedida ou, em outras palavras, para a felicidade?Para os cristãos anglicanos, a Sagrada Escritura possui a chave para esse enigma. Ela não é somente a fonte da revelação, a base da fé, mas também o imprescindível ponto de referência moral. Os anglicanos estão convencidos, de que na Bíblia, se podem encontrar indicações e normas para agir retamente e para atingir a vida plena. Sem Deus, o ser humano não sabe quem é, afunda em contradições, ignora sua própria origem e seu destino. Ele precisa das Escrituras – o “Espelho de Deus” (Tg, 22-27)- para conhecer-se a si mesmo.Segundo as Escrituras, a disciplina na Igreja está fundamentada não apenas no exercício do bom senso, mas principalmente nos imperativos do Senhor. O mandato bíblico referente à disciplina é encontrado especialmente no ensino de Jesus (Mt 18.15-17) e nos escritos de Paulo (1 Co 5.1-13). Também, há clara referência bíblica de que a Igreja que negligencia o exercício desse mandato compromete não apenas sua eficiência espiritual, mas sua própria existência. A Igreja sem disciplina é uma igreja sem pureza (Ef 5.25-27) e sem poder (Js 7.11-12a). A igreja de Tiatira foi repreendida devido à sua flexibilidade moral (Ap 2.20-24).Aquele que ordena a disciplina na Igreja é o mesmo que estabelece o padrão a ser seguido no exercício da mesma. Esse padrão consiste primeiramente em amor paternal (Hb 12.4-13). É certo que o mundo vê a disciplina como expressão de ira e hostilidade, mas as Escrituras mostram que a disciplina de Deus é um exercício do seu amor por seus filhos. Amor e disciplina possuem conexão vital (Ap 3.19). Além do mais, disciplina envolve relacionamento familiar (Hb. 12.7-9), e quando os cristãos recebem disciplina divina, o Pai celestial está apenas tratando-os como seus filhos. Deus não disciplina bastardos, ou seja, filhos ilegítimos (v. 8). O padrão de disciplina divina revela também maravilhosos benefícios. A disciplina que vem do Senhor é para o nosso bem (v. 10). Ainda que seja inicialmente doloroso receber disciplina, a mesma produz paz e retidão (v. 11). O v. 13 ensina que o propósito de Deus em disciplinar não é o de incapacitar permanentemente o pecador, mas antes de restaurá-lo à saúde espiritual.A Igreja, às vezes, não segue os passos e objetivos de disciplina eclesiástica delineados na Palavra de Deus. Quando negligencia essa área, passa a abrir mão da identidade peculiar dos seus membros, perante o mundo. O resultado é que a autoridade na pregação e o testemunho do Evangelho ficam prejudicados. &lt;b&gt;Igreja e moral&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-e8u9lyHGoho/TrPmei-4kEI/AAAAAAAAAm8/WY1v8pcBweo/s1600/1233337012.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="234" src="http://4.bp.blogspot.com/-e8u9lyHGoho/TrPmei-4kEI/AAAAAAAAAm8/WY1v8pcBweo/s320/1233337012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Disciplina eclesiástica é um termo em risco de extinção no atual vocabulário cristão e em especial anglicano. Desde que os princípios do pós-modernismo encontraram lugar no seio da igreja, qualquer conceito que ameace o individualismo e a liberdade de escolha quanto ao estilo de vida, comportamento, etc., é logo taxado de “arcaico”, “repressor”. A religião, na sociedade contemporânea, é vista como algo totalmente individual e subjetivo, não tendo dimensão pública ou coletiva.Num contexto como esse falar em “pecado” é sempre antipático. Parece colidir com a dignidade humana, revela impróprio pessimismo antropológico, desestimula a boa ação. O mundo atual nega a tradicional responsabilidade. Preconiza um perigoso determinismo em que “responsabilidade” se reduz, no máximo, à esfera privada. Sou responsável tão - somente por minha sobrevivência e meu bem – estar.A dicotomia prática de muitos cristãos anglicanos gera a ilusão de que a igreja não tem nada a ver com o procedimento “secular” de seus membros. Nessa “nova era” antropocêntrica, a Igreja é vista como uma organização altamente dependente do indivíduo, e que precisa conservá-lo ao custo de várias exceções. O medo da impopularidade leva muitos líderes à cumplicidade e pecados são justificados em nome de uma atitude mais “humana”, menos “legalista”, mas “inclusiva”.Por outro lado, o que dizer daqueles que, em nome do zelo pela disciplina, cometeram injustiças e causaram mais males que bens? Que desejam normatizar todas as esferas da vida dos seus membros? Em todo esse contexto, a disciplina tem uma vida curta e a tolerância consagra-se como a virtude da moda. Isto fez com que algumas igrejas, de forma equivocada e arbitrária, excluíssem a disciplina de seus membros. Porém, o que acontece com uma igreja sem disciplina?O exercício da disciplina na igreja é algo tão importante que o reformador João Calvino (1509-1564) a considerou, ao lado da proclamação da Palavra e da administração dos sacramentos, uma das marcas que distinguem a igreja verdadeira da falsa. Ou seja, na igreja falsa não somente está ausente a pregação das inspiradas Escrituras e os Sacramentos, ou incorretamente administrados, mas ela é negligente, também, na preservação de sua pureza moral e doutrinária. Como anglicanos cremos que Deus cria seres humanos com dignidade de pessoas em comunidade, chama-os a uma vida de responsabilidade e liberdade e dota-os com a esperança da felicidade. Afirmamos ainda que, como filhos e filhas de Deus, a nossa verdadeira liberdade deve ser encontrada no serviço de Deus, e a nossa verdadeira felicidade, na fiel e amada resposta ao amor e a graça de Deus, pois nós somos criados para glorificar a Deus e nele nos alegrarmos, e nossos corações continuam inquietos até que encontrem em Deus seu descanso e realização .A fé cristã possui uma dimensão pública e comunitária. E é, essa comunidade, que deve de alguma maneira, lidar com os pecados dos batizados, pois, em segundo lugar, a autodisciplina necessária da Igreja não pode ser separada da preocupação com a retidão dos seus membros. A moral cristã é um dos aspectos da “vida em Cristo” que modela a Tradição da Igreja, Tradição que também é modelada pela comunidade que a leva consigo. A moral cristã é fruto da fé na Palavra de Deus, na Ação do Espírito Santo, na Graça dos Sacramentos, na busca por uma vida de santidade, perdão e serviço a do Reino de Deus. Essa moral manifesta-se pelo ensinamento prático e pelo cuidado pastoral da Igreja, expressão visível e concreta daquele voltar-se para Deus, em que os pecadores perdoados crescem juntos em Cristo e dentro da maturidade humana, da qual Cristo é a medida e a totalidade (Ef 4,13).&lt;b&gt;Limites da Igreja &lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XZppEPebt80/TrPmrsoREeI/AAAAAAAAAnI/8R-d3pZdxwI/s1600/Imagem17.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="198" width="250" src="http://1.bp.blogspot.com/-XZppEPebt80/TrPmrsoREeI/AAAAAAAAAnI/8R-d3pZdxwI/s320/Imagem17.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Toda comunidade viva só consegue manter sua identidade pelo policiamento de suas fronteiras de acordo com a norma de seus propósitos; um partido politico não pode permitir que pessoas que regularmente fazem campanha para candidatos de oposição votem em suas convenções. Por que com a Igreja haveria de ser diferente?Os historiadores da Igreja, nos períodos antigo e medieval, mostraram que desde as origens a Igreja recorreu a práticas jurídicas para sancionar a falta de seus membros (Mt 8,15-18; 2Cor 5, 11ss). Assim, a disciplina é parte essencial da comunidade cristã. Porém o espírito dessa comunidade, a comunidade eclesial, é o Espírito de amor, bondade, fidelidade etc., em relação aos quais a imoralidade, a idolatria, a desonestidade, o ódio, e assim por diante, são simplesmente opostos (Gl 5, 16-26).O objetivo final de toda disciplina deve ser a manutenção do padrão moral revelado nas Escrituras e a santificação dos seus membros. Estas pretensões morais também não tem nada a ver com auto-satisfação; é precisamente por ser enviada ao mundo para a missão do reino de Deus que a Igreja deve importar-se com a autenticidade de sua representação do Reino. Quando as pessoas vivem de uma forma que invalide a pretensão da Igreja ao Espírito, a comunidade deve, ao fim separar-se delas (1 Cor 5, 9-11; 2 Jo 11). E, de fato, ao longo de sua história, onde e quando a Igreja não manteve a sua disciplina ela também perdeu sua missão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-8262279690557441966?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/8262279690557441966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-consideracoes-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8262279690557441966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8262279690557441966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/vida-em-cristo-consideracoes-sobre.html' title='VIDA EM CRISTO: Considerações sobre a teologia moral anglicana'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NFjNYeStWCM/TrPl84HGPBI/AAAAAAAAAmk/8QDkS9czE4U/s72-c/Imagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-5749983087839166633</id><published>2011-11-02T20:14:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T20:23:35.763-07:00</updated><title type='text'>POR QUE OS ANGLICANOS ORAM PELOS MORTOS?</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Revdo.Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento.Pároco da Comunidade Anglicana da Natividade. Natal, RNE-mail: revrodson@hotmail.com&lt;/i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fcAhH7YUirU/TrIFnfOYCyI/AAAAAAAAAlE/cjLSRRPCxLA/s1600/xxxi_tc_a_small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="226" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fcAhH7YUirU/TrIFnfOYCyI/AAAAAAAAAlE/cjLSRRPCxLA/s320/xxxi_tc_a_small.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“Onipotente Deus, lembramos hoje na tua presença, o teu fiel servo [N], e te rogamos que, tendo-lhe aberto as portas de uma vida mais abundante, cada vez mais o recebas no teu serviço jubiloso, a fim de que, contigo e com os que te servirem fielmente nesta vida, participem da eterna vitória de Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espirito Santo, um só Deus agora e sempre. Amém. (Oração pelos fiéis falecidos, p. 149).&lt;b&gt;Uma questão delicada&lt;/b&gt;Certo dia, lendo um dos teólogos anglo- protestante mais respeitado da atualidade, o bispo inglês N.T. Wright, deparei-me com um capítulo de seu livro inteiro dedicado a combater aquilo que ele considerava ser “um grave erro teológico”: as orações pelos cristãos que já partiram encontradas no Livro de Oração Comum. O mal estar do bispo deixou duas coisas bem claras em minha mente: primeiro que, apesar do tempo, continuam existindo reais diferenças entre católicos e protestantes em nossa Igreja e segundo que é melhor expô-las abertamente que escondê-las “debaixo do tapete”.A maioria dos protestantes acredita que a oração pelos que morreram é um desperdício de tempo. Para aqueles que morreram em “desgraça” é inútil porque já estão destinados ao inferno, e para os que morreram cristãos, é completamente supérfluo, pois eles vão diretamente para o céu. Assim após a morte não há contato nenhum entre os vivos e os mortos, e esses últimos não necessitam de intercessão nenhuma em seu nome. E embora seja esse o do Bispo inglês, nunca foi a Doutrina da Igreja Anglicana. Excetuando-se um breve momento em que, por influência puritana, foram retiradas da liturgia da Igreja (LOC de 1552), essas preces sempre foram aceitas pela Igreja Anglicana. As razões, para isso, veremos abaixo.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ox0ArduMoPw/TrIF4PN04ZI/AAAAAAAAAlQ/xcyLqhkT3nY/s1600/nossosirmaosfieisdefuntos.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="225" src="http://1.bp.blogspot.com/-ox0ArduMoPw/TrIF4PN04ZI/AAAAAAAAAlQ/xcyLqhkT3nY/s320/nossosirmaosfieisdefuntos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O que acontece com os cristãos depois da morte?&lt;/b&gt;Neste ponto é preciso ser humilde. Nosso conhecimento sobre isso é limitado. As Escrituras não dizem muita coisa, e evitam os detalhes. Nós estamos de um lado da realidade e os nossos mortos, do outro. Além disso, o conteúdo da vida eterna está por definição, completamente fora da nossa experiência presente. Nosso conhecimento é sempre imperfeito e analógico sobre esses temas.A tradição oriental tem um termo para esse tipo de teologia: apofática, “negativa”. Como afirma Kallistos Ware (1930-), ele mesmo um ortodoxo oriundo do anglicanismo: “Quanto à morte e ao que ocorre depois, devemos resistir à tentação de dizer muita coisa, pois nosso conhecimento é extremamente limitado. Devemos orar pelos mortos porque nós os amamos, e com isso mostramos que eles sempre farão parte da nossa vida. Mesmo não entendendo com precisão como nossas orações os afetam, mas temos confiança de que elas lhe serão benéficas”. Além disso, podemos afirmar somente que: “Nossos corpos ressuscitarão, e teremos o mesmo corpo, libertos das limitações da mortalidade, isto é, um corpo espiritual. Não importa o que mais se diga sobre o corpo ressuscitado, ele indubitavelmente terá uma transparência e uma vivacidade, uma leveza e uma sensibilidade das quais no momento podemos ter uma noção apenas vagamente inadequada”. Ware conclui sua explanação do corpo ressuscitado com a observação de que “talvez tenhamos dito coisas demais sobre essas questões complexas”. E com esse sentimento que apresentamos nossas reflexões sobre o tema.&lt;b&gt;O testemunho da Escritura&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vAnhicEdoSg/TrIGobmjDPI/AAAAAAAAAlo/IcZqlza_Hn4/s1600/Prayers-Amended-2.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-vAnhicEdoSg/TrIGobmjDPI/AAAAAAAAAlo/IcZqlza_Hn4/s320/Prayers-Amended-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“Ela não está morta, mas dorme” (Lucas 8, 52). Jesus fez este comentário sobre a filha de Jairo, quando estava prestes a ressuscitá-la dos mortos. Realmente, frequentemente a Bíblia refere-se à morte usando a figura do “sono”. Por causa dessa imagem, alguns protestantes têm concluído que o Novo Testamento ensina a doutrina do “sono da alma”.O sono da alma é geralmente descrito como um tipo de animação suspensa temporária da alma, entre o momento da morte pessoal e o tempo quando nosso corpo será ressuscitado. Quando nosso corpo ressuscitar dos mortos, a alma será despertada para iniciar uma continuidade pessoal e consciente no céu. Embora séculos possam se passar entre a morte e a ressurreição final, a alma “adormecida” não terá consciência da passagem do tempo. Nossa transição da morte para o céu parecerá ser instantânea. O sono da alma representa um afastamento do cristianismo ortodoxo. Ele permanece, entretanto, como uma minoria firmemente entrincheirada no meio cristão. A visão tradicional é chamada de “estado intermediário”.São Paulo, na sua Segunda Epístola a Timóteo 1, 18 reza por Onesíforo para que ele possa “encontrar a misericórdia do Senhor naquele dia”, “naquele dia” ou “o dia” (o termo grego origial era uma expressão comum para o Apóstolo se referir a Segunda Vinda de Jesus ou Juízo Final. Os exegetas debatem se Onesíforo estava morto no momento em que Paulo escreveu isso, uma vez que, ele nunca é explicitamente tratado como tal, embora todos as citações a sua pessoa sejam feitas no passado e a saudação ser para os da sua própria “casa”, e não para não ele pessoalmente, ao final da carta (2 Tm 4,19).Mas esse não é o ponto central. A questão é que São Paulo reza pedindo que a misericórdia seja concedida a alguém em um momento que é, indiscutivelmente, posterior a sua morte física. Portanto aponta para a prática associada à idéia de que os mortos fisicamente poderiam ser espiritualmente beneficiados pelas ações dos cristãos que ainda vivessem na terra. Essa mesma ideia é mencionada, sem nenhum espanto ou reprovação pelo mesmo São Paulo em 1 Coríntios 15:29. Biblicamente é possível sustentar o valor da oração pelos mortos através do texto de 2 Mc 12,38-45. No livro de Macabeus, alguns judeus morrem numa batalha (160 a.C). Quando recolhem seus corpos, descobrem-se objetos de idolatria e devoção desses mortos, contrária a fé judaica. Então, seus companheiros rezam para que Deus perdoe o pecado dos mortos. Mais, fazem uma coleta em moedas e enviam ao templo de Jerusalém para que seja feito um sacrifício expiatório pelas almas dos falecidos a fim de que obtenham o perdão de suas faltas. Os vivos, porque acreditam na recompensa da ressurreição, mandam celebrar louvores e súplicas a Deus em benefício de seus companheiros, para que recebam a recompensa de quem é fiel, apesar das faltas. Os vivos acreditavam no valor dos combatentes mortos, mas sabiam que a idolatria é reprovada aos olhos de Deus, por isso recomendam a alma dos mortos, suplicando o perdão. O texto mostra a fé na ressureição e a solidariedade entre o povo de Deus, vivos e mortos. Ele tem sido a base para que os judeus, desde então, rezem pelos seus mortos.De fato, todas as vezes que os cristãos recitavam a antiga oração para a volta de Jesus: “Vinde, Senhor Jesus”, estavam orando para o juízo final e ressurreição geral, em que todos, os vivos, na terra e nos céus, seriam unidos novamente (2 Coríntios 5,04) e toda injustiça seria derrotada (Apocalipse 6,10). Portanto, mesmo esta oração é uma oração para o benefício dos mortos, assim como para o nosso. E observe como rezamos aqui, para algo que nos foi prometido que irá acontecer de qualquer maneira. Deus se deleita em fazer a sua vontade através da nossa cooperação, mesmo que ele pudesse fazer sem ela. Isso é resposta suficiente para a objeção de que não devemos orar por bênçãos para os mortos por que “eles iriam receber” de qualquer maneira.&lt;b&gt;O estado intermediário&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hGxaJy7EMi4/TrIILvy_H7I/AAAAAAAAAmM/6HLvqH_dDJM/s1600/Eucharistic%2Blamb.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="223" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-hGxaJy7EMi4/TrIILvy_H7I/AAAAAAAAAmM/6HLvqH_dDJM/s320/Eucharistic%2Blamb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O anglo-catolicismo sempre afirmou que a condição da alma do cristão no período entre a morte e o julgamento final, após a Segunda Vinda de Cristo, é conhecido como o “Estado intermediário”. Embora em termos de dogma, as tradições Anglicana e Oriental, mantenham um agnosticismo reverente nesta área, devido à quantidade relativamente pequena de informações encontradas na Revelação Bíblica, há um consenso geral de que o estado intermediário é um estado de purificação e crescimento da pessoa para aqueles que morrem no Senhor, ainda imperfeitamente santificados. Assim cremos que na morte física a alma do crente vai imediatamente “estar com Cristo” e experimentará uma existência pessoal contínua e consciente enquanto aguarda a ressurreição final do corpo. Quando os credos falam da “ressurreição do corpo”, não estão se referindo à ressurreição do corpo humano de Cristo (o qual também é afirmado no Credo), mas à ressurreição de nosso corpo glorificado no último dia.O que acontece, porém, nesse “intervalo”? O conceito anglicano clássico é que na morte o fiel inicia imediatamente seu processo de “glorificação” ou “santificação”. Ela é aperfeiçoada em santidade e entra imediatamente na glória. O corpo físico, contudo, permanece na sepultura, aguardando a ressurreição final.É isso que apreendemos a partir da leitura de 1 Coríntios 3, 12-15 e Hebreus 9,27.Assim, não é necessário esperar o “Dia do Juízo”, com a “Segunda Vinda de Cristo” e a “Ressureição universal” para que comesse o julgamento individual. Isso iniciar-se quando nosso espírito deixar este corpo físico. Caso contrário os crentes e os incrédulos, os justos e os injustos, teriam que conviver no mesmo estado intermediário, uma ideia que é contrária à razão e Escritura: Jesus deixa isso bem claro na narrativa sobre Lázaro e o rico (Lucas 16,19-26). A linha divisória entre eles não pode ser atravessada, ainda que Lázaro queira aliviar a angústia do homem outrora rico com algumas refrescantes gotas de água. Abraão declara: “Entre vós e nós foi estabelecido um grande abismo, para os que quiserem passar daqui para vós não o possam e que também de lá não se atravesse até nós” (16,26). A implicação dessa “parábola” é que há algum tipo de comunicação indireta e vaga entre as almas no “Hades” e aquelas que repousam no “Seio de Abraão”.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-G-T61n57vqs/TrIGblFr5NI/AAAAAAAAAlc/d_joGlgith4/s1600/christ_glass.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="214" src="http://2.bp.blogspot.com/-G-T61n57vqs/TrIGblFr5NI/AAAAAAAAAlc/d_joGlgith4/s320/christ_glass.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;"Cremos na Comunhão dos Santos"&lt;/b&gt;Embora a frase “comunhão dos santos” (sactam communionem) não ocorra não ocorra no Credo Niceno é aceita por todos os católicos. Esta comunhão une os fiéis de todas as épocas e lugares numa só irmandade de oração, louvor e de participação comunitária em sofrimento e alegria. A Igreja é essa comunhão, porque todos são batizados em Cristo que é o Santo, muito embora precisemos ainda de arrependimento e santificação constantes. As Escrituras falam de uma “grande hoste de testemunhas e mártires” (Hebreus 11,1), de todos os tempos, raças e lugares, até o dia de hoje, preenchendo com seu sofrimento “o que resta das aflições de Cristo...a favor do seu corpo que é a Igreja” (Colossenses 1, 24). Esse sofrimento com Jesus Cristo e por amor dele obriga a igreja toda a participar com eles em solidariedade e intersecção (1 Timóteo 2, 11-13). Essa dimensão cósmica e total da igreja é expressa nos termos eclesia militans (os vivos) e eclessia triumphans (os mortos). Toda a nossa defesa da oração pelos fiéis defuntos se encontram no estado intermediário se justifica a partir disso.Na verdade uma minoria significativa de Ortodoxos Orientais e, provavelmente, a maioria dos anglo-católicos, acreditam que este processo envolve algum sofrimento, não, a fim de “saldar” alguma dívida cometida pelo cristão quando vivo, mas por causa da sua necessária santificação interna: “[...] porque o Senhor castiga a quem ama” [...] para o nosso bem, para que participemos de sua santidade [...] Nenhuma disciplina quando é aplicável, é agradável, mas dói; porém mais tarde produz um fruto de paz e de justiça para aqueles que têm sido treinados por ela” (Hebreus 12, 06a, 10b, 11b). Além disso, afirmam que isso ocorre em virtude da união mística do Corpo de Cristo, pois segundo Romanos 8,17: “nós compartilhamos em [Jesus] os sofrimentos, a fim de que possamos também partilhar da sua glória”.A morte não elimina a totalidade daquilo que fomos e fizemos na terra. O estado intermediário não é um “lugar”, mas um “processo”. Um processo momentâneo experimentado como um encontro pessoal com Deus após a morte física. Quando a pessoa se volta para Deus, há uma purificação que envolve dor e na qual o amor de Deus penetra várias camadas de nossa consciência até nos purificar completamente. O grau dessa dor é proporcional ao nível de purificação exigido em cada caso.&lt;b&gt;A descida de Cristo ao Inferno&lt;/b&gt;Um texto particularmente importante é o da Primeira Epístola de Pedro 3, 18-20. Na encontramos o relato da “descida de Cristo ao inferno”, para pregar “O Evangelho para a alma dos mortos”, como uma instância dos esforços de cura de Deus que se estendem para aqueles cuja vida terrena chegou ao fim. O teólogo anglicano escocês John Macquarrie (1919 - 2007) afirma: “Essa é a verdade que venho tentando exprimir numa linguagem mais abstrata, a verdade de que o trabalho expiatório de Deus pode ser retroativo e que até mesmo ‘os espíritos na prisão’ podem ser retirados de seu passado morto congelado para compartilhar renovação e ressureição” e ele conclui sua reflexão com o resumo da fé anglicana: “Se Deus é o Deus do amor revelado em Jesus Cristo, então a morte não apagará seu cuidado pelas pessoas que criou”. (Esperança Cristã, p. 118 e 127). Assim, se os filhos de Jó foram purificados pelas orações e sacrifícios de seu Pai (Jó 1,5), porque duvidar de que nossas preces feitas em favor dos nossos mortos, depois da “descida de Cristo ao reino dos mortos”, teriam maior efeito? Não hesitemos em fazê-lo.Há, portanto, clara evidência bíblica quanto ao estado intermediário (veja especialmente Filipenses 1,19-26 e 2 Coríntios 5,1-10), a promessa para feita por Jesus ao ladrão na cruz, é que ele estaria reunido com Cristo no Paraíso naquele mesmo dia (Lucas 23, 43). O estado do cristão depois da morte física é diferente e melhor do que o experimentado nesta vida, embora não seja tão diferente ou tão abençoado quanto será na ressurreição final. No estado intermediário iremos experimentar a continuação da existência pessoal e consciente na presença de Cristo. A provação da humanidade termina com a morte. Nosso destino final é determinado quando morremos. Até o último momento há a possibilidade do ser humano ser entregar a Cristo. Como afirma o teólogo romano, Ladislaus Boros (1927-1981), no seu belo livro “O mistério da morte”: “Na morte surge a possibilidade da ação totalmente pessoal. Consequentemente, a morte é o ponto de consciência, liberdade e decisão totais em relação ao destino eterno do individuo”. Assim, todo ser humano tem potencial de se decidir “por Cristo” ou “Contra Cristo”, em plena posse de seus poderes, na hora da morte. No momento da morte, Cristo se põe diante da pessoa, “luminosamente percebido, chamando-o para si”. A pessoa toma sua decisão final no encontro plenamente pessoal com Cristo. Contudo, é evidente, que não podemos simplesmente caminhar pela vida irrefletidamente, adiando nosso destino final até o momento da decisão final.Não há esperanças para uma segunda chance de arrependimento depois da morte, e não existe nenhum lugar tal como purgatório para melhorar nossa condição futura. Para o crente, a morte é a emancipação imediata dos conflitos e problemas desta vida, quando então entramos em nosso estado de bem-aventurança. E o mesmo fogo, desempenha diferentes papéis nesse caso. O Evangelho de Marcos, que reflete a teologia de São Pedro em seus escritos, repete a expressão de Isaias 66, 24 e a aprofunda, afirmando que, se você é atirado na “Geena”, é preciso tomar cuidado, pois lá o verme não terá fim e o fogo nunca se apagará “pois todos serão salgados pelo fogo” (cf. Mc 9, 42ss). Mas por que “salgados”? A explicação que a Bíblia de Jerusalém dá é que o sal tem função de conservar, preservar, em outras palavras, é uma reafirmação da eternidade do inferno.Apesar de a morte trazer descanso para a alma e a Bíblia frequentemente referir-se a ela usando o eufemismo do “sono”, não é correto supor que no estado intermediário a “alma dorme” ou que permanecemos inconscientemente ou num “estado de animação suspensa” até a ressurreição final.&lt;b&gt;Então, você não acredita no purgatório, como os católicos romanos?&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8f6SAMmhZd8/TrIHx3mpNYI/AAAAAAAAAmA/dGaEj7dEOFk/s1600/funerale.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="214" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-8f6SAMmhZd8/TrIHx3mpNYI/AAAAAAAAAmA/dGaEj7dEOFk/s320/funerale.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eis uma resposta paradoxal: Sim e não. O purgatório também é um estado intermediário. A principal diferença entre nós e os romanos não é quanto à existência desse estado, mas quanto à forma que o catolicismo medieval desenvolveu. Essa forma ocidental de compreender o estado intermediário enfatizou mais a ideia de uma “punição restributiva” ao invés da “disciplina formativa” ou “deificação” que é o correto.O problema com o purgatório é exposto na definição deste por São Tomaz de Aquino (1225-1274). Para ele o purgatório “não envolve nenhuma mudança no estado [interno] dos mortos” (Summa Theologica. Q. 71, A. 2 e Q. 13, A. 2), mas trata apenas de um saudar um “défice extrínseco”, relacionadas com pecados perdoados, mas não expiados (!) Essa “divida” não paga em vida, geraria sofrimentos no pós-morte, que deveria ser paga pelos vivos através das missas e orações pelo morto.Resumidamente essa é a base tomista da teologia do purgatório romano. Ela “explica” como a oração dos vivos pode beneficiar os mortos, ainda que também com isso enfraqueça a suficiência da satisfação do sacrifício de Cristo na Cruz. Cria assim uma dúbia distinção entre “as culpas eternas” pagas pelo sacrifício de Jesus e aquelas “culpas finitas” que devemos ainda pagar a Deus após a morte. É uma teologia legalista que reduz a salvação a uma operação matemática estranha a Tradição católica. Foi somente após o Concílio de Trento, entre 1547 e 1563, o purgatório foi elevado ao status de dogma de fé. Mas é um dogma “romano”, mas não “católico”. Por isso os anglo-católicos, ortodoxos e reformadores o negam. Pois, em contraste, as Escrituras dizem que:a) “Eu perdoei toda aquela dívida, porque me suplicastes” (parábola do devedor implacável, Mateus 18,32b);b) “Deus estava reconciliando consigo o mundo em Cristo, sem contar os pecados dos homens contra eles”. (2 Coríntios 5:19a);c) “Em [Cristo] temos a redenção pelo seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus” (Efésios 1,7);d) “[Deus] perdoou todos os nossos pecados, tendo cancelado o código escrito, com seus regulamentos, que era contra nós e que se nos opunha, ele levou-o, cravando-a na cruz”(Colossenses 2,13 b-14);e) “[Cristo] se entregou por nós para nos remir de toda maldade e purificar para si um povo que são o seu próprio, ansioso para fazer o que é bom”(Tito 2:14).&lt;b&gt;A recepção do dogma&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qU3p07hPYEo/TrIJHMHrAhI/AAAAAAAAAmY/lkRbp8YfnBM/s1600/eucharist.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="210" src="http://4.bp.blogspot.com/-qU3p07hPYEo/TrIJHMHrAhI/AAAAAAAAAmY/lkRbp8YfnBM/s320/eucharist.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dito isso é necessário lembrar que os dogmas evoluem e sua compreensão pode ser melhorada com o tempo. A isso nós anglo-católico chamamos “recepção” da doutrina. A Igreja, por influência do Espirito Santo pode corrigir excessos, imprecisões e incompreensões de uma doutrina. Assim de acontecido com o estado intermediário. É justo notar, que mesmo o aspecto de retribuição das penas “purgativas” é visto por São Tomás de Aquino como qualitativamente diferente do castigo eterno, superadas pelo perdão gratuito conquistado por Jesus Cristo (ST II (1) Q87 A6). E a “purgação”, na verdade, só é possível, segundo ele, porque brota de um desejo virtuoso, duma decisão interna, desses se conformarem a justiça divina, em outras palavras, é um ato voluntário de amor.Além disso, tem havido avanços, tanto na teologia romana contemporânea, através dos trabalhos de Y. Congar, H. U. von Balthazar e J. Ratzinger, para recuperar o sentido original do dogma católico do estado intermediário, ou seja, que não se trata de um “lugar”, mas de um “estado”, onde se encontram aqueles que morreram “em Cristo”, e participando do dinamismo da sua Ressureição, aguardam a “Parusia”. Não como quem sofre “uma punição”, mas como quem se aproxima cada vez mais de Deus, como na analogia com a experiência mística descrita por Santa Catarina de Genova (1447-1510). Essa ênfase renovada pelos católicos romanos sobre a natureza transformadora do Purgatório indica que as diferenças entre nós pode ter se tornado meramente terminológica.&lt;b&gt;Por que devemos orar pelos mortos?&lt;/b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PP0aoSa_fis/TrIHBbbqV-I/AAAAAAAAAl0/aV_ejbTj2Ng/s1600/dfghj.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="222" src="http://4.bp.blogspot.com/-PP0aoSa_fis/TrIHBbbqV-I/AAAAAAAAAl0/aV_ejbTj2Ng/s320/dfghj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Porque é um dever cristão, fruto da compreensão do que Cristo fez por nós. Jesus pagou nossa dívida total e nos chamou para sermos seu povo. Por seu intermédio temos livre comunhão com Deus. Alias é isso que ensina nosso catecismo. Pergunta: “Por que oramos pelos mortos?” Resposta: “Oramos por eles porque continuamos a amá-los e porque cremos que, na presença de Deus, aqueles que decidiram servi-lo, hão de crescer no seu amor até que o vejam como ele é. ‘estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês vai completa-la até o dia de Cristo Jesus”.Nossa oração está fundada no papel mediador do próprio Cristo, conforme ensinou São Cirilo de Jerusalém (315-386) na 5 catequese mistagórica 9-10, cujo ápice é a celebração da Santa Eucaristia. E pelo mesmo ato sacrifical ele mudou o que somos purificando-nos e regenerando-nos, mas esta realidade se atualiza progressivamente. “Estamos nos tornando o que sempre somos”, como disse T.S. Eliot. Esta é a base para uma compreensão ortodoxa do estado intermediário.A idéia importante que deve ser salientada é que a concepção protestante do estado pós-morte, como uma existência estática, um longo sono para as almas automaticamente aperfeiçoadas pela infusão passiva da luz divina não tem justificação bíblica alguma. Nem mesmo era pregada pelos primeiros reformadores continentais. Ao contrário disso, que o crescimento espiritual continua após a morte, pelo menos até a Parusia, está implícito texto da Epistola aos Filipenses 1,6: “Disso estou seguro: aquele que começou em vós uma obra boa, a levará até o dia de Cristo Jesus”.De fato, pode criaturas como nós, que somos finitas e imperfeitas, embora feitas a “imagem de Deus”, imaginar que de súbito iremos parar de crescer e aumentar em bem-aventurança? Aparentemente, segundo o Apóstolo, não: “E nós todos, refletindo com o rosto descoberto a glória do Senhor, vamos nos transformando em sua imagem com brilho crescente, como sob a ação do Espirito do Senhor”(2 Coríntios 3,18).Bendito Espírito Santo - “Senhor, doador da vida” - que renovas a face da terra (Salmo 104.1a). O processo associado ao estado intermediário é essencialmente de cura, limpeza e crescimento, e só por acaso envolve sofrimento. A santificação completa e a crescente glorificação são absolutamente necessárias; sofrimento purgante, quando existe, é apenas relativo e condicional. Não é um Deus torturador, mas um Deus amoroso. É por isso que algumas das orações antigas pelos mortos são um pouco vagas, por não se concentrarem diretamente nos aspectos positivos daquele que morreu “com” e “em Cristo”. É também por isso que o nome mais popular o anglicanismo para o estado intermediário é “Paraíso”, não Purgatório.Rezamos pelos nossos mortos, porque eles são parte da Igreja e Deus ainda está trabalhando sobre eles, como em nós os vivos. Não há razão para excluí-los de repente da nossa intercessão amorosa, a morte não tem o poder de separar quem nasceu de novo pelas águas do batismo, quem se alimentou do Corpo e Sangue do Deus Encarnado. Não! Nosso Deus é Deus dos vivos! Quando Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, estava para morrer, discutiam sobre o local onde ela seria sepultada. Diante de impasses, ela, agonizando, disse que não importava onde estaria o seu corpo, o mais importante é que fosse lembrada no altar do Senhor, por ocasião da eucaristia. Distância, tempo, espaço e sentimentos humanos, todos se encontram sobre o altar do Cristo, presente na comunidade reunida para a fração do pão. Essa é a Anglicana. Esta é a fé da Igreja de Cristo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-5749983087839166633?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/5749983087839166633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/por-que-os-anglicanos-oram-pelos-mortos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5749983087839166633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5749983087839166633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/11/por-que-os-anglicanos-oram-pelos-mortos.html' title='POR QUE OS ANGLICANOS ORAM PELOS MORTOS?'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fcAhH7YUirU/TrIFnfOYCyI/AAAAAAAAAlE/cjLSRRPCxLA/s72-c/xxxi_tc_a_small.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3676707293163811326</id><published>2011-10-27T14:50:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T14:50:52.757-07:00</updated><title type='text'>A VIRGEM MARIA SEGUNDO LELOUP</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NtBArL_eKls/TqnRyYYtPxI/AAAAAAAAAk0/NkJrzoU-V18/s1600/st_mary_theotokos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="227" src="http://2.bp.blogspot.com/-NtBArL_eKls/TqnRyYYtPxI/AAAAAAAAAk0/NkJrzoU-V18/s320/st_mary_theotokos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Leloup, Jean-Yves - Caminhos da Realização - Dos medos do Eu ao mergulho no ser.Pags 159-163 (sobre os arquétipos femininos).&lt;/i&gt;“&lt;b&gt;Maria&lt;/b&gt;Falar sobre Maria é mais difícil. Com a samaritana, com Maria Madalena nós temos alguma facilidade porque somos sensíveis à humanidade destas personagens. Nós podemos facilmente nos reconhecer nos arquétipos que elas representam. Os estados de consciência pelas quais elas passam não são desconhecidos para nós. A transformação e a evolução dos seus desejos, nós as encontramos em nossa própria transformação, em nossa própria evolução.Com Maria, entra-se numa dimensão mais transpessoal, isto é, uma pessoa humana que viveu no espaço e no tempo, mas que manifesta uma certa qualidade de transparência à presença do Ser que habita e que vai ser gerado nela.Na civilização cristã a Virgem Maria assegura a continuidade da Deusa-Mãe. Para algumas pessoas há uma certa fascinação e, para outros, uma certa repulsa. O investimento efetivo na relação com Maria é, freqüentemente muito forte. Alguns a fazem deusa, outros fazem dela uma pessoa que lhes impede de viver a sua feminilidade. Porque, na personagem de Maria, insiste-se sobretudo em sua virgindade e em sua maternidade. Sua dimensão propriamente feminina parece não ter existido. E algumas mulheres dirão que este fato foi o responsável pelo desprezo e, algumas vezes, desconfiança de tudo o que concerne à feminilidade, em sua dimensão sexual. Também, em certos meios feministas - por exemplo, no Ocidente - é muito duro falar da Virgem Maria.Que interpretação davam sobre o assunto os antigos Terapeutas? Há interpretações religiosas e interpretações que apela para experiências anteriores. Não se trata de negar a devoção que se pode ter em relação a Maria como um ser exterior, como um ser do passado, mas é preciso descobrir a realidade do arquétipo em nós mesmos. Da mesma maneira que perguntávamos: "O que é a samaritana em mim?" e descobríamos as diferentes etapas do nosso desejo. Da mesma maneira como perguntávamos: "O que é Maria Madalena em mim?" e descobríamos as etapas de uma longa e profunda iniciação. Agora podemos perguntar que realidade é a Virgem Maria em mim.Inicialmente, o que quer dizer a palavra Virgem? O que é a virgindade, na tradição antiga e na interpretação dos Terapeutas?A virgindade é um estado de silêncio, é um estado de pureza e de inocência. Não é simplesmente algo físico-esta é uma interpretação mais grosseira. Para os Antigos, o importante era a interpretação espiritual e é assim que Orígenes e depois o Mestre Eckart dirão que é preciso ser virgem para se tornar mãe. O que quer dizer isto? Quer dizer que é preciso entrar num estado de silêncio, num estado de vacuidade, de total receptividade, para que o Logos seja gerado em nós. Quando se diz que Maria é virgem e mãe, quer-se dizer que é no silêncio do corpo, no silêncio do coração, no silêncio do Espírito que o Logos pode ser gerado.É assim que se fala de uma Imaculada Conceição. O Verbo é concebido no que há de mais imaculado em nós, no que há de mais completamente silencioso. Este é um tema que encontramos em outras religiões. Na tradição do Islã fala--se da imaculada conceição do Alcorão, dizendo que Maomé tinha um espírito virgem. A tradição diz que ele era analfabeto e foi nesta virgindade de sua inteligência que o Alcorão foi escrito. Os muçulmanos falam da imaculada conceição do Alcorão. O Logos torna-se um livro, mas não se torna um homem. Encontramos este tema da imaculada conceição no Budismo, quando seus adeptos dizem que foi no silêncio e na vacuidade que foi gerado o espírito desperto.Podemos ajuntar, em nós, este aspecto do imaculado? Há em nós um lugar totalmente silencioso? Isto suporia que houvesse no corpo humano um lugar onde não existisse memória. De um ponto de vista genético esta questão é muito interessante, porque se trata se ir a este lugar dentro de nós mesmos, de onde nasce a vida.Quando se diz que a vida nasce do nada, o que quer dizer este nada? Então nós nos aproximamos da experiência do arquétipo de Maria em nós mesmos. Mas vejam bem: não se pode aproximar desta realidade com palavras, com referências normais, porque aqui nós estamos numa transição entre o tempo e o não-tempo. Em tibetano é o que se chama Bardo, que é o estado entre duas consciências, entre o criado e o incriado.É preciso encontrar, entre nós mesmos, este lugar por onde entra a vida, este lugar por onde entra a consciência, este lugar por onde entra o amor. É uma experiência de silêncio, uma experiência de vacuidade, alguma coisa de mais profundo, de mais profundo do que aquilo que se chama pecado original. Charles Perguy dizia que Maria é mais jovem que o pecado. O que quer dizer isto? Isto quer dizer que existe em nós alguma coisa de mais jovem e de mais profundo que a recusa do ser, que o esquecimento do ser.O que chamamos de pecado original é a perda do Espírito Santo. É a perda da relação de intimidade com a fonte do nosso Ser e que Jesus chama Pai. Eu creio que se falou demais sobre o pecado original e muito pouco sobre a bem-aventurança original. A bem-aventurança original vem antes do pecado original. Assim, os Antigos viam em Maria um arquétipo da bem-aventurança original, antes que ela fosse destruída no esquecimento do Ser ou na recusa do Ser. É este local de nós mesmos que está sempre na confiança.A questão que temos de colocar é: Existe em nós uma realidade mais profunda que a nossa recusa mais profunda que nossos medos? É preciso encontrar a confiança original. Maria é o estado de confiança original. Algumas vezes ocorreu em nós, de conhecermos algo deste estado. Quando nós não projetamos mais sobre a realidade nenhuma memória; quando nós fazemos confiança Àquele que É. Quando nós dizemos "sim" Àquele que É.Assim, para os Antigos, Maria é o "sim" original. E este "sim" é mais profundo que todos os "nãos". Trata-se de reencontrar em nós mesmos aquilo que diz "sim" à vida, quaisquer que sejam as formas que esta vida tomar. E vocês sabem bem que não é fácil reencontrar esta confiança. Não é fácil reencontrar este "sim". Na maior parte do tempo estamos na desconfiança, no temor, e nós temos boas razões para temer e para termedo. Quer dizer que temos muitas memórias que nos fazem medo, que nos fazem temer aquilo que a vida vai nos dar para viver. Temos então que passar por um estado de silêncio de nossas memórias, de silêncio de nossa mente, para encontrar esta confiança original. Esta atitude era o que Krishnamurti chamava de a inocência original. Trata-se agora de interrogar o Evangelho e de ver como este estado de "sim", como este estado de confiança original, se encarna na vida concreta de Maria.Antes disso, porém, pensaremos em Maria não somente como uma personagem exterior mas como uma realidade interior. Como arquétipo desta vacuidade, desta abertura do que vive e é gerado nela minuto após minuto. E o caminho de Maria na História pode, talvez, ajudar-nos a compreender nosso próprio caminho. Pode ajudar-nos, sobretudo, a compreender a que ponto nós estamos atulhados de memória. A que ponto é difícil para nós dizer sim e ter confiança. Nós podemos rezar à Virgem Maria na História, para que possamos reencontrar esta qualidade de confiança”.&lt;b&gt;Quem é Jean-Yves Leloup?&lt;/b&gt;Jean-Yves Leloup, doutor em Psicologia, Filosofia e Teologia, escritor, conferencista, dominicano e depois padre ortodoxo, oferece através dos seus livros, conferências e seminários um aprofundamento dos textos sagrados, assim como uma abordagem e uma reflexão extremamente ricas sobre a espiritualidade no quotidiano graças à uma formação pluridisciplinar de rara complementaridade.  Membro da organização das Tradições Unidas, doutor honoris causa e ciências da Universidade de Colombo (Sri Lanka), Jean-Yves Leloup ensina na Europa, nos Estados Unidos e na América do Sul em diferentes universidades e institutos de pesquisa em antropologia fundamental.  É autor de mais de cinqüenta obras, além de ter comentado e traduzido os evangelhos de Tomé, Maria de Magdala, Felipe e João.  Ele participa igualmente de vários encontros entre as diversas tradições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-3676707293163811326?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/3676707293163811326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/virgem-maria-segundo-leloup.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3676707293163811326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3676707293163811326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/virgem-maria-segundo-leloup.html' title='A VIRGEM MARIA SEGUNDO LELOUP'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NtBArL_eKls/TqnRyYYtPxI/AAAAAAAAAk0/NkJrzoU-V18/s72-c/st_mary_theotokos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1570643889389348088</id><published>2011-10-24T12:14:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T20:36:25.638-07:00</updated><title type='text'>PRIMEIRA MISSA E POSSE DO REVDO. PADRE GECIONNY PINTO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MEitC2iB7rI/TqYqOufZcYI/AAAAAAAAAhQ/MhZeV4f_mds/s1600/DSC05533.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-MEitC2iB7rI/TqYqOufZcYI/AAAAAAAAAhQ/MhZeV4f_mds/s320/DSC05533.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uCLzdnDLSdM/TqW4rmLmhWI/AAAAAAAAAhE/khrtorzCVFU/s1600/DSC05534.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-uCLzdnDLSdM/TqW4rmLmhWI/AAAAAAAAAhE/khrtorzCVFU/s320/DSC05534.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NsrLAnOsFCM/TqYq2RchVqI/AAAAAAAAAhc/DQ2sazZXwt4/s1600/DSC05554.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-NsrLAnOsFCM/TqYq2RchVqI/AAAAAAAAAhc/DQ2sazZXwt4/s320/DSC05554.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dpEihoGMD94/TqYuBWV1gDI/AAAAAAAAAh0/-yjOBvzG0ww/s1600/DSC05561.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-dpEihoGMD94/TqYuBWV1gDI/AAAAAAAAAh0/-yjOBvzG0ww/s320/DSC05561.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mais uma vez a Capela da Virgem Maria foi tomada por fiéis, seminaristas, clérigos e amigos da Igreja Anglicana em Natal/RN. O motivo dessa vez foi à celebração da primeira missa e posse do Revdo. Pe. Gecionny Pinto, como ministro encarregado (Vigário) da comunidade. Numa emocionante liturgia, cantada e tocada pelo grupo Kyrios e pelo coro dos seminaristas anglicanos, o Neo-Presbítero foi empossado oficialmente pelo pároco da Natividade, Revdo. Pe. Rodson Ricardo. O sermão foi realizado pelo padre redentorista Gerard Hubert Hiensgens, CSSR (Pe. Pio), um dos mais respeitados missionários da cidade. Na ocasião ele ressaltou a alegria de estar participando daquele momento, a importância do Concílio Vaticano II para o o ecumenismo e a importância da missão cristã na atualidade. Após a leitura do Documento Episcopal, empossando o novo padre, foram entregues-lhes os símbolos do seu novo ministério (chaves da igreja, do sacrário, batistério e confessionário) e renovado seu compromisso com a Propagação do Reino de Deus e fidelidade a Única Igreja Católica de Cristo. Damos graças a Deus pela ordenação do Revdo. Gecionny e rezamos para que seu ministério seja frutífero. Como parte da expansão missionaria, a comunidade anglicana trabalhará agora para a criação de duas novas igrejas, a ordenação de dois diáconos, além do reconhecimento das ordenas sagradas de mais um presbítero. É apenas o início do crescimento do anglicanismo em terras potiguares&lt;i&gt;. Ad maioren Dei Gloria!&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1570643889389348088?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1570643889389348088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/primeira-missa-e-posse-do-revdo-padre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1570643889389348088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1570643889389348088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/primeira-missa-e-posse-do-revdo-padre.html' title='PRIMEIRA MISSA E POSSE DO REVDO. PADRE GECIONNY PINTO'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MEitC2iB7rI/TqYqOufZcYI/AAAAAAAAAhQ/MhZeV4f_mds/s72-c/DSC05533.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-5769183988498255501</id><published>2011-10-24T12:10:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T12:10:59.814-07:00</updated><title type='text'>ORDENAÇÃO PRESBITERAL NA NATIVIDADE</title><content type='html'>&lt;i&gt;Revdo. Rodson Ricardo S. do Nascimento&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Kh7ko2o2WPM/TqW37JpEzHI/AAAAAAAAAgs/u_0ef455pEA/s1600/DSC05485.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Kh7ko2o2WPM/TqW37JpEzHI/AAAAAAAAAgs/u_0ef455pEA/s320/DSC05485.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zShsIgddrMQ/TqW4N0tJtGI/AAAAAAAAAg4/lgpVapzxVRw/s1600/DSC05495.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-zShsIgddrMQ/TqW4N0tJtGI/AAAAAAAAAg4/lgpVapzxVRw/s320/DSC05495.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;Os Anglicanos potiguares estiveram mais uma vez em festa. Aconteceu no último domingo, dia 16 de outubro, a ordenação presbiteral do Revdo. Gecionny Rodrigo Pinto de Souza, realizada na Capela Ecumênica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal. Centenas de pessoas participaram da solene liturgia presidida pelo Revmo. Dom Sebastião Armando e concelebrada por clérigos anglicanos dos estados de Ceará (Revdo. Bosco), Pernambuco (Revdo, Félix e Revdo. Ariel), Rio Grande do Norte (Revdo. Rodson) e Minas Gerais (Revdo. Abel). Destacou-se a beleza do louvor, a intensa participação dos oito seminaristas e a presença de padres, diáconos, freiras e religiosos de outras denominações cristãs. Uma surpresa final estava reservada: além das animadoras saudações internacionais (Portugal, Estados Unidos e Venezuela) fomos surpreendidos com a entrega do título de Cidadão Natalense ao Bispo diocesano, pelo Vereador Alberte Dikson, em reconhecimento por todo o trabalho feito pelos anglicanos na cidade. Domingo acontecerá a primeira Missa do Neo-sacerdote. Ad maiorem Dei gloria!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-5769183988498255501?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/5769183988498255501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/ordenacao-presbiteral-na-natividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5769183988498255501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5769183988498255501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/ordenacao-presbiteral-na-natividade.html' title='ORDENAÇÃO PRESBITERAL NA NATIVIDADE'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Kh7ko2o2WPM/TqW37JpEzHI/AAAAAAAAAgs/u_0ef455pEA/s72-c/DSC05485.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-2759085923986718028</id><published>2011-10-24T12:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T12:14:06.306-07:00</updated><title type='text'>ENTENDENDO A LITURGIA DE ORDENAÇÃO</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Revdo. Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xCvLmK3oVM0/TqW25swxJFI/AAAAAAAAAgg/Kxs69ASkk-Y/s1600/DSC05488.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-xCvLmK3oVM0/TqW25swxJFI/AAAAAAAAAgg/Kxs69ASkk-Y/s320/DSC05488.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;Caríssimos paroquianos está se aproximando mais uma ordenação da Nossa Paróquia. Desta vez será a ordenação do Revdo. Gecionny ao episcopado. Em breve deverá ser a vez do seminarista Nazareno e do reconhecimento das ordens do Pe. Junior. Além disso, temos atualmente sete seminaristas em nossa comunidade. É motivo de alegria. Damos graças a Deus por nós ter abençoando com tantas vocações para sua Igreja. Enquanto nos preparamos, orando pelo nosso futuro sacerdote, que tal conhecermos melhor os principais momentos do Rito de Ordenação?O rito de Ordenação Presbiteral é realizado dentro da Liturgia Eucarística e compõe-se por uma seqüência de ações repletas de significado, que serão descritos a seguir:&lt;b&gt;1) A Chamada e apresentação do Candidato&lt;/b&gt;A Liturgia começa com a Apresentação do candidato ao Ministério Presbiteral, que é levado à presença do Bispo em sua “cátedra”. O candidato é apresentado por representantes do clero e do laicato da Igreja que pedem ao bispo que lhe ordene presbítero. Em seguida, o bispo pergunta a congregação sobre a dignidade do candidato. Tendo sido ouvidas as testemunhas, o bispo confirma a escolha do candidato para a Ordem do Presbiterato. A partir de então, ele é eleito para receber o sacramento da Ordem. Neste momento o eleito professar ser juramento de fidelidade e assina-o diante do Altar de Deus. Este gesto é seguindo pela “Litania” ou “Ladainha”, uma bela e profunda oração, em que, em união com toda a Igreja, se pede pelo ministério do futuro presbítero. &lt;b&gt;2) Propósito do Eleito&lt;/b&gt;Depois deste momento, o bispo inicia o homilia, na qual atualiza a Palavra de Deus e explica o sentido do ato que está sendo celebrado. Logo após a homilia, o bispo interroga o eleito – o “exame canônico” - sobre seu desejo em aceitar o encargo de presbítero. Ele responde sobre a disposição para apascentar o Povo de Deus, celebrar os sacramentos e cultivar uma vida de oração. Um gesto muito significativo acontecerá neste momento: a prostração. Prostrado, em sinal de despojamento e humildade, o eleito e toda a assembléia celebrante cantando invocam a descida do Espírito Santo sobre o eleito para que Deus derrame com largueza a sua graça e sua benção sobre aquele que foi escolhido para o cargo de presbítero.&lt;b&gt;3) A Imposição de mãos&lt;/b&gt;Em silêncio, primeiramente o bispo, e depois todos os sacerdotes concelebrantes, impõem as mãos, um por um, sobre a cabeça do eleito, que está de joelhos.&lt;b&gt;4) Prece de Ordenação&lt;/b&gt;O bispo dirige-se a Deus Pai, com as mãos estendidas sobre o eleito, rezando sobre sua vida e ministério. Nesta prece, ele menciona a Ação do Espírito Santo ao suscitar, entre as comunidades, os ministros de Cristo. A oração descreve os sinais prefigurativos deste sacerdócio que apareceram já no Antigo Testamento e cita os mistérios da vida de Jesus Cristo, o Filho de Deus. E pede a Deus que constitua ao eleito o segundo grau do sacramento da Ordem que é o presbiterato (é momento da ordenação propriamente dito) e a graça da fidelidade e unidade ao Cristo.&lt;b&gt;5. Vestição&lt;/b&gt;O Ordenado (neo-sacerdote) é revestido dos paramentos próprios do presbítero: estola e casula, sendo auxiliado por seus irmãos presbíteros.&lt;b&gt;6. Unção com óleo&lt;/b&gt;Por fim, de joelhos e com mãos postas entre as mãos do bispo, promete obediência, a seu legítimo superior e ao bispo diocesano. O bispo unge as mãos do Ordenado com o óleo do crisma e diz o seguinte: “Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo e revestiu de poder, te guarde para a santificação do povo fiel e para oferecer a Deus o santo sacrifício”. Em seguida, o ordenado tem as mãos atadas. Caberá a ele escolher quem será a primeira pessoa a receber sua benção presbiteral.&lt;b&gt;7) Entrega do cálice e da patena&lt;/b&gt;O bispo entrega ao neo-sacerdote o cálice (com vinho e água) e a patena (com o pão), a “oferenda do povo santo”, e convida a ele que conforme a própria vida ao mistério da cruz do Senhor.&lt;b&gt;8) Saudação&lt;/b&gt;Com o abraço e a saudação do bispo ao neo-sacerdote, se conclui o Rito da Ordenação. Neste momento o novo presbítero receberá também a saudação dos concelebrantes, dos confrades e de seus familiares mais próximos. Estes são, resumidamente, os passos do Rito de Ordenação. Logo após, segue-se a liturgia Eucarística, já concelebrada pelo neo-sacerdote, com a apresentação das oferendas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-2759085923986718028?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/2759085923986718028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/entendendo-liturgia-de-ordenacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2759085923986718028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2759085923986718028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/entendendo-liturgia-de-ordenacao.html' title='ENTENDENDO A LITURGIA DE ORDENAÇÃO'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xCvLmK3oVM0/TqW25swxJFI/AAAAAAAAAgg/Kxs69ASkk-Y/s72-c/DSC05488.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1064466729841788937</id><published>2011-10-24T11:58:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T20:40:36.438-07:00</updated><title type='text'>COMUNIDADE LOTA CAPELA DA VIRGEM MARIA</title><content type='html'>Por Revdo. Pe. &lt;b&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QcUivG0G33c/TqW1GMQpiHI/AAAAAAAAAgU/AYmURLbfU20/s1600/DSC01283%2B%25281%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="240" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-QcUivG0G33c/TqW1GMQpiHI/AAAAAAAAAgU/AYmURLbfU20/s320/DSC01283%2B%25281%2529.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“E todas as gerações a chamarão de Bem-Aventurada” (Lc 1, 48). Estas palavras ditas pelo Arcanjo Gabriel à Santa Maria são levadas a sério pelos anglicanos potiguares. Fiel ao Evangelho e a Tradição da Igreja Indivisa foi realizada uma solene celebração litúrgica em honra da Bem-Aventurada Virgem Maria, na data em que o país comemora sua padroeira, Nossa Senhora Aparecida e o dia das crianças, 12 de outubro. Uma pequena multidão lotou as dependências da recém-inaugurada Capela da Virgem Maria, na Zona Norte de Natal, no Rio Grande do Norte. Em clima de ecumenismo o sermão foi proferido pelo Irmão Marcos, monge beneditino, que expôs com competência a importância e atualidade da Mãe de Deus Jesus Cristo (Theotókos), para toda a Igreja, em especial para os católicos, ortodoxos e anglicanos. Os seminaristas participaram ativamente da celebração, que foi presidida pelo Pe. Rodson e pelo Diácono Gecionny. Após a Divina Liturgia foi servido um lanche aos presentes com a entrega dos presentes a dezenas de crianças. Muitas famílias aproveitaram para inscrever seus filhos para a formação catequética e liturgia infantil. Jovens se ofereceram para ajudar. Estamos muito felizes com tudo o que Deus tem feito. Honramos a Virgem Maria e damos graças ao Nosso Senhor Jesus Cristo, seu filho e Senhor nosso, pelo crescimento da missão na comunidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1064466729841788937?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1064466729841788937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/comunidade-lota-capela-da-virgem-maria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1064466729841788937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1064466729841788937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/10/comunidade-lota-capela-da-virgem-maria.html' title='COMUNIDADE LOTA CAPELA DA VIRGEM MARIA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QcUivG0G33c/TqW1GMQpiHI/AAAAAAAAAgU/AYmURLbfU20/s72-c/DSC01283%2B%25281%2529.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1628791653948984092</id><published>2011-09-11T17:14:00.000-07:00</published><updated>2011-09-11T17:32:33.846-07:00</updated><title type='text'>ANGLICANOS EM NATAL CELEBRAM NATIVIDADE DA VIRGEM MARIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-FOuWBbY_S8M/Tm1S7jYvYmI/AAAAAAAAAf0/rZ7vVQfAQpY/s1600/DSC05395.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-FOuWBbY_S8M/Tm1S7jYvYmI/AAAAAAAAAf0/rZ7vVQfAQpY/s320/DSC05395.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5651264290484609634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-ARJVXMbNe4c/Tm1SaYXz2fI/AAAAAAAAAfs/uy4IxrRntrk/s1600/DSC05388.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ARJVXMbNe4c/Tm1SaYXz2fI/AAAAAAAAAfs/uy4IxrRntrk/s320/DSC05388.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5651263720592234994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Por Revdo. Pe. Rodson Ricardo.&lt;br /&gt;Pároco da Natividade &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paróquia Anglicana da Natividade, comunidade de Jardim – Progresso, Natal – RN, realizou uma Oração Vespertina Solene (Vésperas) em memória do nascimento da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe do Senhor. A data encontra-se em nosso calendário litúrgico (08 de Setembro) sendo uma das mais antigas festas associadas à Mãe do Salvador. Segundo São João Damasceno (674-749): “O dia da Natividade da Mãe de Deus é um dia de alegria universal, pois através de Maria, toda a raça humana foi renovada, e a tristeza da nossa primeira mãe, Eva, foi transformada em alegria”. &lt;br /&gt;O ofício foi precedido pelo Revdo. Padre Rodson Ricardo auxiliado pelo Revdo. Diácono Gecionny e por quatro dos seminaristas da Natividade. A solenidade aconteceu na Capela do Centro Social Anglicano Franciscano – CASF, que funciona num dos bairros da periferia da capital e faz parte do projeto missionário da Paróquia. A comunidade participou com emoção da celebração que contou com cânticos de salmos, antífonas e leituras bíblicas apropriadas ao dia, além de hinos tradicionais da Igreja, como o Magnificant e o Regina Coeli, em honra da Virgem Mãe do Senhor. Ao final foi feito a benção e entrega de terços às mães presentes. Foi a primeira fez que se comemorou essa data na comunidade e a avaliação foi muito positiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1628791653948984092?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1628791653948984092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/09/anglicanos-em-natal-celebram-natividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1628791653948984092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1628791653948984092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/09/anglicanos-em-natal-celebram-natividade.html' title='ANGLICANOS EM NATAL CELEBRAM NATIVIDADE DA VIRGEM MARIA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FOuWBbY_S8M/Tm1S7jYvYmI/AAAAAAAAAf0/rZ7vVQfAQpY/s72-c/DSC05395.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1210141847704225706</id><published>2011-08-03T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T11:05:37.274-07:00</updated><title type='text'>MORRE JONH STOTT, UM DOS MAIORES BIBLISTAS ANGLICANOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-YkJdRhjUSCU/TjmN0bZoiII/AAAAAAAAAfM/T506vQd9Wwo/s1600/john-stott.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 91px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-YkJdRhjUSCU/TjmN0bZoiII/AAAAAAAAAfM/T506vQd9Wwo/s320/john-stott.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636692340478871682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Faleceu no dia 27/07, aos 90 anos, o Rev. John Stott, um dos mais respeitados biblistas evangélicos anglicanos. Sua obra inclui mais de 50 livros. Suas idéias tiveram enorme impacto no mundo protestante. Por tudo isso sua partida recebeu destaque em todo o mundo. A revista Veja a destacou no seu obituário semanal. Importantes lideranças anglicanos prestaram homenagem a esse amante da bíblia e dos pássaros. Entre elas os arcebispos da Irlanda, do Egito e de Jerusalém.&lt;br /&gt;Como era de se esperar a Província Brasileira não emitiu sequer uma linha sobre isso. O motivo é que John Stott jamais compactuou com os modismos teológicos e pior que isso, ousou questionar a Província Americana quando essa passou a ordenar mulheres e gays ao episcopado. Portanto ele não mereceu compaixão por essa “heresia” nem mesmo na hora da morte.&lt;br /&gt;Posição diferente teve o Arcesbipo de Cantuária, que mesmo liberal, soube reconhecer o valor desse bom soldado de Cristo. Sua Graça Rowan Williams, relembrou a vida do Rev. John Stott, e entregou o seguinte tributo em resposta à notícia de sua morte: “A morte de John Stott será pranteado por inúmeros cristãos em todo o mundo. Durante uma longa vida de serviço generoso e testemunho, John ganhou um lugar único no coração de todos que o conheciam, seja pessoalmente ou através de seus muitos livros. Ele era um homem de rara graça e bondade pessoal profunda, um comunicador excelente e um conselheiro sensível e hábil. Sem nunca comprometer a sua fé firme evangélica, ele se mostrou disposto a desafiar alguns dos modos pelos quais a fé tornou-se convencional ou introspectiva. Não é demais dizer que ele ajudou a mudar a face do evangelismo internacional, defendendo a necessidade da “missão holística” que aplicou o Evangelho de Jesus a todas as áreas da vida, incluindo questões sociais e políticas. Mas ele será lembrado mais calorosamente como um expositor de escritura e um mestre da fé, cuja profundidade e simplicidade que comunicou a doutrina viva em todos os lugares e de novas maneiras”.&lt;br /&gt;Quanto a nós acreditamos que essas tenham sido as palavras que o reverendo Stott ouviu: “Muito bem, servo bom e fiel! Você tem sido fiel com algumas coisas, vou colocar você no comando de muitas coisas. Venha e participe da alegria do seu senhor!” Que a luz eterna brilhe sobre ele agora e sempre.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rev.Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;br /&gt;Pároco da Comunidade da Natividade - Natal/RN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1210141847704225706?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1210141847704225706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/08/morre-jonh-stott-um-dos-maiores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1210141847704225706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1210141847704225706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/08/morre-jonh-stott-um-dos-maiores.html' title='MORRE JONH STOTT, UM DOS MAIORES BIBLISTAS ANGLICANOS'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-YkJdRhjUSCU/TjmN0bZoiII/AAAAAAAAAfM/T506vQd9Wwo/s72-c/john-stott.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-2440298646339284478</id><published>2011-07-24T15:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T15:26:01.613-07:00</updated><title type='text'>AS DUAS PORTAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-mQ0yIY8Q-kQ/Tiyb8FYOAlI/AAAAAAAAAfE/ZMYjma4lyL8/s1600/Anglicanos2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mQ0yIY8Q-kQ/Tiyb8FYOAlI/AAAAAAAAAfE/ZMYjma4lyL8/s320/Anglicanos2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633048690471862866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;'Entra-se na Igreja por duas portas: a porta da inteligência e a porta da beleza. A porta estreita... é a da inteligência; ela está aberta para intelectuais e acadêmicos. A porta mais larga é a da beleza'. Henri Charlier disse, na mesma linha, que "é necessário perder a ilusão de que a verdade pode se comunicar frutuosamente sem aquele esplendor que é da mesma natureza que ela e que se chama beleza" (L'Art et la Pensee).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja, em seu insondável mistério como esposa de Cristo, o Kyrios da Glória, tem necessidade de uma epifania terrena (isto é, uma manifestação) acessível para todos: esta é a majestade de seus templos, o esplendor de sua liturgia e a doçura de seus cantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegue um grupo de turistas japoneses visitando a Catedral de Notre Dame em Paris. Eles olham para a altura dos vitrais, a harmonia das proporções. Suponha que num dado momento, ministros sagrados paramentados com capas de veludo bordadas entram em procissão para as Vésperas solenes. Os visitantes assistem em silêncio; estão extasiados: a beleza abriu-lhes as portas. Ora, a Summa Theologica de São Tomás de Aquino e Notre Dame em Paris são produtos da mesma era. Eles dizem a mesma coisa. Mas qual dos visitantes leu a Summa de São Tomás? O mesmo fenômeno é encontrado em todos os níveis. Os turistas que visitam a Acrópolis em Atenas são confrontados com uma civilização de beleza. Mas quem dentre eles pode entender Aristóteles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim também é com a beleza da liturgia. Mas do que qualquer outra coisa, é ela que merece ser chamada de o esplendor da verdade. Ela abre tanto para o pequeno como para o grande os tesouros de sua magnificência: a beleza da salmodia, os cantos e textos sagrados, as velas, a harmonia de movimento e a dignidade ao carregar objetos. Com arte soberana a liturgia exerce uma verdadeira influência sedutora sobre as almas, tocando-as diretamente, antes mesmo de o espírito perceber a sua influência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Gerard Calvet, OSB - Four Benefits of the Liturgy&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-2440298646339284478?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/2440298646339284478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/as-duas-portas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2440298646339284478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2440298646339284478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/as-duas-portas.html' title='AS DUAS PORTAS'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mQ0yIY8Q-kQ/Tiyb8FYOAlI/AAAAAAAAAfE/ZMYjma4lyL8/s72-c/Anglicanos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3009754752296323467</id><published>2011-07-24T15:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T15:10:25.309-07:00</updated><title type='text'>CARTA À BISPA EVÔNIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-KNUox7E2_v0/TiyYLOfdGXI/AAAAAAAAAe8/_S962P8583g/s1600/ordenacao_feminina.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KNUox7E2_v0/TiyYLOfdGXI/AAAAAAAAAe8/_S962P8583g/s320/ordenacao_feminina.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633044552569657714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Postado por Augustus Nicodemus Lopes&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*Nota – é mais uma carta ficticia, gênero que uso como maneira de tornar as minhas idéias mais interessantes para o leitor. Minha esposa não tem (ainda) nenhuma amiga que virou bispa.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha cara Evônia,&lt;br /&gt;Minha esposa me falou do encontro casual que vocês duas tiveram no shopping semana passada. Ela estava muito feliz em rever você e relembrar os tempos do ginásio e da igreja que vocês frequentavam. Aí ela me contou que você foi consagrada pastora e depois bispa desta outra denominação que você tinha começado a frequentar.&lt;br /&gt;Ela também me mostrou os e-mails que vocês trocaram sobre este assunto, em que você tenta justificar o fato de ser uma pastora e bispa, já que minha esposa tinha estranhado isto na conversa que vocês tiveram. Ela me pediu para ler e comentar seus argumentos e contra-argumentos. Não pretendo ofendê-la de maneira nenhuma – nem mesmo conheço você pessoalmente. Mas faço estes comentários para ver se de alguma forma posso ser útil na sua reflexão sobre o ter aceitado o cargo de pastora e de bispa.&lt;br /&gt;Acho, para começar, que você ser bispa vem de uma atitude de sua comunidade para com as Escrituras, que equivale a considerá-la condicionada à visão patriarcal e machista da época. Ou seja, ela é nossa regra, mas não para todas as coisas. Ao rejeitar o ensinamento da Bíblia sobre liderança, adota-se outro parâmetro, que geralmente é o pensamento e o espírito da época.&lt;br /&gt;E é claro, Evônia, que na nossa cultura a mulher – especialmente as inteligentes e dedicadas como você – ocupa todas as posições de liderança disponíveis, desde CEO de empresas a presidência da República – se a Dilma ganhar. Portanto, sem o ensinamento bíblico como âncora, nada mais natural que as igrejas também coloquem em sua liderança presbíteras, pastoras, bispas e apóstolas.&lt;br /&gt;Mas, a pergunta que você tem que fazer, Evônia, é o que a Bíblia ensina sobre mulheres assumirem a liderança da igreja e se este ensino se aplica aos nossos dias. Não escondo a minha opinião. Para mim, a liderança da igreja foi entregue pelo Senhor Jesus e por seus apóstolos a homens cristãos qualificados. E este padrão, claramente encontrado na Bíblia, vale como norma para nossos dias, pois se baseia em princípios teológicos e não culturais. Reflita no seguinte.&lt;br /&gt;1. Embora mulheres tenham sido juízas e profetisas (Jz 4.4; 2Re 22.14) em Israel nunca foram ungidas, consagradas e ordenadas como sacerdotisas, para cuidar do serviço sagrado, das coisas de Deus, conduzir o culto no templo e ensinar o povo de Deus, que eram as funções do sacerdote (Ml 2.7). Encontramos profetisas no Novo Testamento, como as filhas de Felipe (At 21.9; 1Co 11.5), mas não encontramos sacerdotisas, isto é, presbíteras, pastoras, bispas, apóstolas. Apelar à Débora e Hulda, como você fez em seu e-mail, prova somente que Deus pode usar mulheres para falar ao seu povo. Não prova que elas tenham que ser ordenadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Você disse à minha esposa que Jesus não escolheu mulheres para apóstolas porque ele não queria escandalizar a sociedade machista de sua época. Será, Evônia? O Senhor Jesus rompeu com vários paradigmas culturais de sua época. Ele falou com mulheres (Jo 8.10-11), inclusive com samaritanas (Jo 4.7), quebrou o sábado (Jo 5.18), as leis da dieta religiosa dos judeus (Mt 7.2), relacionou-se com gentios (Mt 4.15). Se ele achasse que era a coisa certa a fazer, certamente teria escolhido mulheres para constar entre os doze apóstolos que nomeou. Mas, não o fez, apesar de ter em sua companhia mulheres que o seguiam e serviam, como Maria Madalena, Marta e Maria sua irmã (Lc 8.1-2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Por falar nisto, lembre também que os apóstolos, por sua vez, quando tiveram a chance de incluir uma mulher no círculo apostólico em lugar de Judas, escolheram um homem, Matias (At 1.26), mesmo que houvesse mulheres proeminentes na assembléia, como a própria Maria, mãe de Jesus (At 1.14-15) – que escolha mais lógica do que ela? E mais tarde, quando resolveram criar um grupo que cuidasse das viúvas da igreja, determinaram que fossem escolhidos sete homens, quando o natural e cultural seria supor que as viúvas seriam mais bem atendidas por outras mulheres (Atos 6.1-7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Tem mais. Nas instruções que deram às igrejas sobre presbíteros e diáconos, os apóstolos determinaram que eles deveriam ser marido de uma só mulher e deveriam governar bem a casa deles – obviamente eles tinham em mente homens cristãos (1Tm 3.2,12; Tt 1.6) e não mulheres, ainda que capazes, piedosas e dedicadas, como você. E mesmo que reconhecessem o importante e crucial papel da mulher cristã no bom andamento das igrejas, não as colocaram na liderança das comunidades, proibindo que elas ensinassem com a autoridade que era própria do homem (1Tm 2.12), que participassem na inquirição dos profetas, o que poderia levar à aparência de que estavam exercendo autoridade sobre o homem (1Co 14.29-35). Eles também estabeleceram que o homem é o cabeça da mulher (1Co 11.3; Ef 5.23), uma analogia que claramente atribui ao homem o papel de liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Você retrucou à minha esposa na troca de e-mails que nenhuma destas passagens se aplica hoje, pois são culturais. Mas, será, Evônia, que estas orientações foram resultado da influência da cultura patriarcalista e machista daquela época nos autores bíblicos? Tomemos Paulo, por exemplo. Será que ele era mesmo um machista, que tinha problemas com as mulheres e suspeitava que elas viviam constantemente tramando para assumir a liderança das igrejas que ele fundou, como você argumentou? Será que um machista deste tipo diria que as mulheres têm direito ao seu próprio marido, que elas têm direitos sexuais iguais ao homem, bem como o direito de separar-se quando o marido resolve abandoná-la? (1Co 7.2-4,15) Um machista determinaria que os homens deveriam amar a própria esposa como amavam a si mesmos? (Ef 5.28,33). Um machista se referiria a uma mulher admitindo que ela tinha sido sua protetora, como Paulo o faz com Febe (Rm 16.1-2)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Agora, se Paulo foi realmente influenciado pela cultura de sua época ao proibir as mulheres de assumir a liderança das igrejas, o que me impede de pensar que a mesma coisa aconteceu quando ele ensinou, por exemplo, que o homossexualismo é uma distorção da natureza acarretada pelo abandono de Deus (Rm 1.24-28) e que os sodomitas e efeminados não herdarão o Reino de Deus (1Co 6.9-11)? Você defende também, Evônia, que estas passagens são culturais e que se Paulo vivesse hoje teria outra opinião sobre a homossexualidade? Pergunto isto pois em outras igrejas este argumento está sendo usado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Tem mais, se você ainda tiver um tempinho para me ouvir. As alegações apostólicas não me soam culturais. Paulo argumenta que o homem é o cabeça da mulher a partir de um encadeamento hierárquico que tem início em Deus Pai, descendo pelo Filho, pelo homem e chegando até a mulher (1Co 11.3).[1] Este argumento me parece bem teológico, como aquele que faz uma analogia entre marido e mulher e Cristo e a igreja, “o marido é o cabeça da mulher como Cristo é o cabeça da igreja” (Ef 5.23). Não consigo imaginar uma analogia mais teológica do que esta para estabelecer a liderança masculina. E quando Paulo restringe a participação da mulher no ensino autoritativo –que é próprio do homem – argumenta a partir do relato da criação e da queda (1Tm 2.12-14).[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Você já deve ter percebido que para legitimar sua posição como bispa você teve que dar um jeito neste padrão de liderança exclusiva masculina que é claramente ensinado na Bíblia e na ausência de evidências de que mulheres assumiram esta liderança. Não tem como aceitar ser bispa e ao mesmo tempo manter que a Bíblia toda é a Palavra de Deus para nossos dias. E foi assim que você adotou esta postura de dizer que a liderança exclusiva masculina é resultado da cosmovisão patriarcal e machista dos autores do Antigo e Novo Testamentos, e que portanto não pode ser mais usada em nossos dias, quando os tempos mudaram, e as mulheres se emanciparam e passaram a assumir a liderança em todas as áreas da vida. Em outras palavras, como você mesmo confirmou em seu e-mail, a Bíblia é para você um livro culturalmente condicionado e só devemos aplicar dele aquelas partes que estão em harmonia e consenso com nossa própria cultura. Eu sei que você não disse isto com estas exatas palavras, mas a impressão que fica é que você considera a Bíblia como retrógrada e ultrapassada e que o modelo de liderança que ela ensina não serve de paradigma para a liderança moderna da Igreja de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se chega a este nível, então, para mim, a porta está aberta para a entrada de qualquer coisa que seja aceitável em nossa cultura, mesmo que seja condenada nas Escrituras. Como você poderá, como bispa, responder biblicamente aos jovens de sua igreja que disserem que o casamento está ultrapassado e que sexo antes do casamento é normal e mesmo o relacionamento homossexual? Como você vai orientar biblicamente aquele casal que acha normal terem casos fora do casamento, desde que estejam de acordo entre eles, e que acham que adultério é alguma coisa do passado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe Evônia, você e a sua comunidade não estão sozinhas nessa distorção. Na realidade esse pensamento é também popularizado por seminários de denominações tradicionais e professores de Bíblia que passaram a questionar a infalibilidade das Escrituras, utilizando o método histórico crítico, ensinando em sala de aula que Paulo e os demais autores do Novo Testamento foram influenciados pela visão patriarcal e machista do mundo da época deles. Só podia dar nisso... na hora que os pastores, presbíteros e as próprias igrejas relativizam o ensino das Escrituras, considerando-o preso ao séc. I e irremediavelmente condicionado à visão de mundo antiga, a igreja perde o referencial, o parâmetro, o norte, o prumo – e como ninguém vive sem estas coisas, elege a cultura como guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termino reiterando meu apreço e respeito por você como mulher cristã e pedindo desculpas se não posso me dirigir a você, em nossa correspondência pessoal, como “bispa” Evônia. Espero que meus motivos tenham ficado claros.&lt;br /&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;Augustus&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-3009754752296323467?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/3009754752296323467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/carta-bispa-evonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3009754752296323467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/3009754752296323467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/carta-bispa-evonia.html' title='CARTA À BISPA EVÔNIA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KNUox7E2_v0/TiyYLOfdGXI/AAAAAAAAAe8/_S962P8583g/s72-c/ordenacao_feminina.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-2065941839199247121</id><published>2011-07-05T17:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T17:52:18.984-07:00</updated><title type='text'>NOTA DE DESAGRAVO A IGREJA CATÓLICA ROMANA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bodqrb_NEyw/ThOxtjNSyOI/AAAAAAAAAes/6FIFpZ1iRKs/s1600/brazilproaborto_071210.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 198px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-bodqrb_NEyw/ThOxtjNSyOI/AAAAAAAAAes/6FIFpZ1iRKs/s320/brazilproaborto_071210.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626035755619109090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Bem - aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Mateus 5,11&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade Anglicana da Natividade, seccional da Diocese Anglicana do Recife no Estado do Rio Grande do Norte, vem de público desagravar todos os irmãos e irmãs católicos romanos, que no dia 26 de junho de 2011 AD, por ocasião da “Marcha Gay”, foram injusta e absurdamente ofendidos em sua fé pelos organizadores desse evento. Em nome de pretensos direitos diferenciados, milhares de pessoas tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé profundamente ultrajada.&lt;br /&gt;A Comunidade Anglicana da Natividade defende radicalmente o direito a liberdade de expressão e consciência. Reafirma igualmente sua diferenciação de homossexualismo e homofobia, não concordando com a conduta homossexual defendida pelo assim intitulado “movimento gay”, mas não discrimina os sujeitos que a pratica. De igual modo defendemos a liberdade de consciência e a salvaguarda da esfera privada dos relacionamentos. Reafirmamos a dignidade intrínseca de todo ser humano, criado a “imagem e semelhança” do Eterno e por isso repudiamos qualquer forma de discriminação oriunda de diferenças de sexo, credo ou etnia. Neste sentido, nós colocamos ao lado das pessoas homossexuais que tenham sofrido algum tipo de violência, acolhendo-as em apoio e respeito para que alcancem uma vida agradável a Deus por meio do amor de Cristo.&lt;br /&gt;Por outro lado ficamos profundamente entristecidos quando vemos a vituperação de símbolos religiosos, como deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também se ainda estivessem entre nós. Entendemos que aqueles que apelam para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos deveriam ser os primeiros a defender os direitos dos outros, em especial, aos seus símbolos e organizações religiosas. Da mesma forma quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar os que vivem e pensam diferentes. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.&lt;br /&gt;Neste sentido, as ofensas dirigidas não à Igreja Católica afetaram não apenas a essa instituição, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a como cristãos anglicanos desejamos para eles, pois Deus ama a todos, mesmo aqueles que perseguem sua Igreja. Somos todos filhos de um Pai amoroso, que os chama a viver uma vida santa, digna e regrada, com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.&lt;br /&gt;Outrossim, esperamos que fatos dessa natureza não mais ocorra em uma Nação Cristã e em um Estado Democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revdo Dr. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;br /&gt;Pároco da Natividade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natal, 30 de junho de 2011 AD.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-2065941839199247121?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/2065941839199247121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/nota-de-desagravo-igreja-catolica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2065941839199247121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2065941839199247121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/nota-de-desagravo-igreja-catolica.html' title='&lt;strong&gt;NOTA DE DESAGRAVO A IGREJA CATÓLICA ROMANA&lt;/strong&gt;'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bodqrb_NEyw/ThOxtjNSyOI/AAAAAAAAAes/6FIFpZ1iRKs/s72-c/brazilproaborto_071210.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-681794050081545651</id><published>2011-07-05T17:28:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T17:50:15.908-07:00</updated><title type='text'>CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOTA DO PRIMAZ DA IEAB</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ilqJoVlQa5g/ThOxOFt3nmI/AAAAAAAAAek/rmWibgB1i_s/s1600/igrejaGay.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 252px; height: 193px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ilqJoVlQa5g/ThOxOFt3nmI/AAAAAAAAAek/rmWibgB1i_s/s320/igrejaGay.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626035215126732386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Isaias 5,20. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade Anglicana da Natividade, seccional da Diocese Anglicana do Recife no Estado do Rio Grande do Norte, vem de público manifestar sua discordância com relação à Nota do Revmo. Primaz da Nossa Província. Compreendermos que se trata de uma posição particular de um bispo, que não representa o pensamento da maioria das comunidades anglicanas e é fruto de uma visão equivocada da relação entre o Evangelho e a homossexualidade.&lt;br /&gt;A Comunidade da Natividade, diferenciando homossexualismo de homofobia, não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o sujeito que a pratica. De igual modo defendemos a liberdade de consciência e a salvaguarda da esfera privada dos relacionamentos. Reafirmamos a dignidade intrínseca de todo ser humano, criado a “imagem e semelhança” do Eterno e por isso repudiamos qualquer forma de discriminação oriunda de diferenças de sexo, credo ou etnia. Neste sentido, nós colocamos ao lado das pessoas homossexuais que tenham sofrido algum tipo de violência, acolhendo-as em apoio e respeito para que alcancem uma vida agradável a Deus por meio do amor de Cristo.&lt;br /&gt;Mas ao mesmo tempo, alicerçada na Sagrada Escritura, na Tradição da Igreja Indivisa, nas mais recentes decisões da Comunhão Anglicana, reafirmamos que a sexualidade humana, dom do Criador, para ser plenamente realizada, deve ser vivida entre um homem e uma mulher dentro do casamento. É isto que rezamos nas nossas liturgias, em especial, durante a celebração do Santo Matrimonio. Esse tem sido o ensino da nossa Igreja desde sempre e não há nada que nos leve a crer que ele tenha mudado com o cisma norte-americano.&lt;br /&gt;Por outro lado o ativismo político demonstrado pelos Ministros do STF, bem como a recente tendência de se colocar nas mãos desses senhores decisões sobre temas que afetam a vida e a dignidade da família, que não receberam qualquer voto para representar o povo brasileiro, desperta nossa preocupação com o futuro da democracia no Brasil.&lt;br /&gt;Finalmente estamos convictos que o programa do “Movimento Gay” para a sociedade brasileira, longe de ser “fruto da ação do Espirito Santo”, contraria frontalmente os valores éticos cristãos, contribuindo, inclusive, para o preconceito contra as pessoas homossexuais, com manifestações que incentivam a corrupção e a degradação da sexualidade humana, conforme nos ensina a Igreja de Cristo.&lt;br /&gt;Outrossim, a Comunidade da Natividade, espera que a partir de agora, o referido agente eclesiástico se paute em assuntos de real interesse a coletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Cristo nos ilumine, &lt;br /&gt;Rev.Pe. Rodson Ricardo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-681794050081545651?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/681794050081545651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/consideracoes-sobre-nota-do-primaz-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/681794050081545651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/681794050081545651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/consideracoes-sobre-nota-do-primaz-da.html' title='&lt;strong&gt;CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOTA DO PRIMAZ DA IEAB&lt;/strong&gt;'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ilqJoVlQa5g/ThOxOFt3nmI/AAAAAAAAAek/rmWibgB1i_s/s72-c/igrejaGay.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4429685737718835662</id><published>2011-07-05T17:26:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T16:43:36.679-07:00</updated><title type='text'>NOTA DE REPÚDIO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-O6AC5D2QPeo/ThjnlqJ__UI/AAAAAAAAAe0/WbkE3TiQcLY/s1600/5012.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 275px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-O6AC5D2QPeo/ThjnlqJ__UI/AAAAAAAAAe0/WbkE3TiQcLY/s320/5012.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627502368556842306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Isaias 5,20.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade Anglicana da Natividade, seccional da Diocese Anglicana do Recife no Estado do Rio Grande do Norte, vem de público manifestar seu repúdio a futura participação do Secretário Geral da Província do Brasil (IEAB), na próxima “Marcha do Orgulho Gay, programada para 26 de junho. Esta insensata decisão não representa o pensamento da maioria das comunidades anglicanas e é fruto de uma visão equivocada da relação entre o Evangelho e a homossexualidade.&lt;br /&gt;A Comunidade da Natividade, diferenciando homossexualismo de homofobia, não concorda com a conduta homossexual, mas não discrimina o sujeito que a pratica. De igual modo defendemos a liberdade de consciência e a salvaguarda da esfera privada dos relacionamentos. Reafirmamos a dignidade intrínseca de todo ser humano, criado a “imagem e semelhança” do Eterno e por isso repudiamos qualquer forma de discriminação oriunda de diferenças de sexo, credo ou etnia. Neste sentido, nós colocamos ao lado das pessoas homossexuais que tenham sofrido algum tipo de violência, acolhendo-as em apoio e respeito para que alcancem uma vida agradável a Deus por meio do amor de Cristo.&lt;br /&gt;Mas ao mesmo tempo, alicerçada na Sagrada Escritura, na Tradição da Igreja Indivisa, nas mais recentes decisões da Comunhão Anglicana, reafirmamos que a sexualidade humana, dom do Criador, para ser plenamente realizada, deve ser vivida entre um homem e uma mulher dentro do casamento.&lt;br /&gt;Estamos também convictos que a atual “Marcha do orgulho gay” contraria frontalmente os valores éticos cristãos, contribuindo, inclusive, para o preconceito contra as pessoas homossexuais, com manifestações que incentivam a corrupção e a degradação da sexualidade humana, conforme nos ensina a Igreja de Cristo.&lt;br /&gt;Por tudo isso consideramos descabido a participação de uma alto prelado de nossa Igreja num evento desse tipo. Esperamos que a referida autoridade tenha a grandeza de se retratar, recusando a participação nesse evento – a fim de manter os valores do Evangelho e preservar o nome da Instituição que ele representa. &lt;br /&gt;Outrossim, a Comunidade da Natividade, espera que a partir de agora, o referido agente eclesiástico se paute em assuntos de real interesse a coletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natal, 23 de junho de 2001 AD.&lt;br /&gt;Véspera da Natividade de São João Batista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clérigos e Conselho Paroquial&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4429685737718835662?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4429685737718835662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/nota-de-repudio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4429685737718835662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4429685737718835662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/nota-de-repudio.html' title='&lt;strong&gt;NOTA DE REPÚDIO&lt;/strong&gt;'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-O6AC5D2QPeo/ThjnlqJ__UI/AAAAAAAAAe0/WbkE3TiQcLY/s72-c/5012.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4526504575167050245</id><published>2011-07-05T17:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T18:06:29.923-07:00</updated><title type='text'>INGLATERRA A UM PASSO DE ORDENAR BISPOS GAYS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6-K6cq9l-y0/ThOrY1OXT7I/AAAAAAAAAeU/VLklcR1JA_g/s1600/igreja_gay.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 235px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626028802608418738" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-6-K6cq9l-y0/ThOrY1OXT7I/AAAAAAAAAeU/VLklcR1JA_g/s320/igreja_gay.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara dos Bispos emitiu hoje uma declaração sobre a continuidade do debate dentro da Igreja da Inglaterra sobre relações homossexuais. Falando em nome da Câmara, o Bispo de Norwich, o Revmo James Graham, disse: "Ao contrário da percepção popular da Câmara dos Bispos passou muito pouco tempo nos últimos anos a discutir a homossexualidade". A última vez que os bispos haviam se possicionado sobre assunto foi em 2005 logo após a aprovação da "união civil gay". Agora a questão central é saber se a Igreja da Inglaterra irá ou não seguir a Igreja dos Estados Unidos e permitir aos sacerdotes gays "casados" o acesso ao episcopado. A decisão final ficará para o ano que vem.&lt;br /&gt;A hegemonia liberal, que vai do Arcebispo as principais liderenças da Igreja, tem tentando modificar radicalmente a teologia moral da Inglaterra: aceitação de bispos divorciados, ordenação de padres gays, eleição de mulheres ao episcopado etc.&lt;br /&gt;Caso os bispos decidam permitir a eleição de sacerdotes gays "casados" ao episcopado as consequências serão imprevisíveis para a já semi-destruída comunhão anglicana.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Revdo. Rodson Ricardo&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4526504575167050245?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4526504575167050245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/inglaterra-adia-episcopado-gay.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4526504575167050245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4526504575167050245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/07/inglaterra-adia-episcopado-gay.html' title='INGLATERRA A UM PASSO DE ORDENAR BISPOS GAYS'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-6-K6cq9l-y0/ThOrY1OXT7I/AAAAAAAAAeU/VLklcR1JA_g/s72-c/igreja_gay.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-7054498955226137597</id><published>2011-06-14T09:37:00.001-07:00</published><updated>2011-06-14T09:39:06.537-07:00</updated><title type='text'>CASAMENTO E DIVÓRCIO NA IGREJA DA INGLATERRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OHYLU9_AAQ8/TfeOjjew4EI/AAAAAAAAAeM/E62zr10KIyQ/s1600/20110429091459_207939_large_casamento-real.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 227px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-OHYLU9_AAQ8/TfeOjjew4EI/AAAAAAAAAeM/E62zr10KIyQ/s320/20110429091459_207939_large_casamento-real.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618115801638821954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-transform: uppercase;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;i&gt;Rev. Pe. Rodson Ricardo&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O casamento real do príncipe William e da princesa Kate despertou muitas duvidas sobre a questão do casamento na Inglaterra. Muitas pessoas ficam surpresas ao descobrirem que a Igreja da Inglaterra, província mãe da Comunhão Anglicana, possui uma teologia e uma legislação extremamente rígida com relação a esses temas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;O divórcio na Igreja da Inglaterra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Embora a Igreja da Inglaterra não incentive o divórcio, nem o trate como uma questão normal, fruto do desenvolvimento da sociedade (como parece fazer a província brasileira) ela tem uma estrutura legal e pastoral para auxiliar e acompanhar aquelas pessoas que se encontram em tal situação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Não deixa de ser surpreendente que uma igreja que tenha tido sua história mudada por um rei adúltero continue tendo o matrimônio em tamanha consideração. Na verdade esse paradoxo está presente desde os primeiros momentos da Reforma, quando rei decide contrair um segundo matrimônio com sua cortesã, a protestante Ana Bolena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Até o século XVI, a Igreja da Inglaterra reconheceu a autoridade do Papa sobre esse assunto. No entanto, quando Catarina de Aragão não conseguiu produzir um herdeiro masculino para Henrique VIII, e era tornou-se velha demais para dar à luz mais filhos, Henrique decidiu que havia chegado a hora de mudar de esposa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Como não havia divórcio na época – e mesmo se houvesse ele precisaria provar que ela lhe tinha sido infiel, coisa que seria bem difícil- ele decidiu tentar o caminho mais “fácil e seguro”: a anulação do matrimônio. Esse expediente era bastante comum na época, e já havia sido amplamente utilizado, inclusive pelo papa Alexandre VI, para dissolver o casamento de sua filha, Lucrecia Borgia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;No entanto o expediente não deu certo e após receber a recusa papal Henrique decidiu fazer a alegria dos protestantes, e a sua própria é claro, separando Cantuária e Roma. Assim, em 1533, o Arcebispo de Cantuária (ele mesmo já morava com uma mulher há anos), concedeu a anulação do matrimonio do rei, casando-o com Ana Bolena e fazendo-o chefe da Igreja na Inglaterra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O que é mais assustador é que Henrique sempre temeu “viver em adúltero”, por isso sempre procurou meios de validar seus matrimônios. Essa prática teria enormes conseqüências nas relações da família real com a Igreja da Inglaterra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;A Igreja de Inglaterra posição sobre casamento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Ao permitir que Henrique casasse novamente, a Igreja fez o que muitos pensavam ser a única coisa possível naquela época, abrindo espaço para uma segunda união de seus súditos. Mas só porque o novo casamento é permitido legalmente, isso não significa que os casais têm o direito automático de se casar na Igreja Anglicana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Na verdade a legislação inglesa é uma das mais católicas a esse respeito e praticamente nada tem em comum com a brasileira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Primeiro o novo casamento é sempre permitido se um dos ex-cônjuges está morto. O assunto fica mais complicado se um ou ambos estiverem vivos. Neste caso a posição anglicana é semelhante a das igrejas orientais: o divórcio é uma exceção e não a regra; deve ser analisado caso a caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A Igreja emitiu uma posição clara sobre a questão de um novo casamento cristão no Sínodo Geral de 2002 (novamente a diferença com o Brasil é evidente). Em uma votação sobre o casamento após o divórcio, o resultado foi 269 votos contra e 83 favoráveis a mudança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A declaração afirma que: “A Igreja da Inglaterra, ensina que o casamento é para a vida toda. Reconhece também que, infelizmente, alguns casamentos fracassam e, se isso acontecer, ele procura estar disponível para todos os envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-theme-font:major-fareast; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A Igreja reconhece que, em circunstâncias excepcionais, uma pessoa divorciada pode casar novamente na igreja durante a vida do ex-cônjuge” (Sínodo Geral, 2002). Destaco o uso da palavra “ensinar”, ao caráter de magistério dos bispos, algo totalmente estranho a TEC e a IEAB, que acreditam que a Igreja apenas deve “aprender com o mundo”...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Uma questão interessante é a clara separação entre o direito laico e o canônico. A Igreja da Inglaterra nunca entendeu que devesse simplesmente “adequar suas leis a legislação mundana”. Dessa forma, embora do ponto de vista civil, os membros do clero tenha a possibilidade de casarem mais de uma vez, desde que o processo de divorcio tenha sido concluído, a Igreja aconselhar a que os seus bispos julguem com muito cuidado tais processos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A razão para isso são as Sagradas Escrituras e a Tradição da Igreja indivisa. Por isso, apesar das tentativas do atual arcebispo e dos liberais católicos ou protestantes, continua vetado à eleição de bispos divorciados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;De modo geral a Igreja aconselha um clero separado a pensar cuidadosamente antes de contrair um novo matrimônio. É preciso que o processo seja diretamente acompanhado pelo bispo, que deverá julgar se realmente o clérigo está preparado para isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;As perguntas sugeridas pela Igreja concentram-se nas intenções do casal, além da diminuição de qualquer dado as pessoas envolvidas. Entre elas podemos citar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;a)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Será que o casal entender que o divórcio é uma violação da vontade de Deus para o casamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;b)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Será que eles têm a firme determinação que esse novo casamento seja uma parceria fiel por toda a vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;c)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;O casal está disposto a viverem numa comunidade Cristã?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;d)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Já houve tempo suficiente depois do divórcio para que todos tenham se recuperado? Inexistem fatores complicadores da união anterior (processos judiciais ou pagamentos de pensão alimentícia, por exemplo)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;e)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Eles parecem dispostos a explorar e crescer na fé cristã?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;f)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Alguma das partes já se divorciou mais de uma vez?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;g)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Qual foi a principal causa da ruptura do casamento anterior?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Charles e Camilla&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:windowtext"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Esta última questão tornou-se muito pertinente quando o príncipe Charles decidiu casar com a também divorciada Camilla Parker Bowles, em 2005. Era de domínio público que o mútuo adultério do casal havia contribuído para o fracasso do primeiro casamento de Camilla? A Igreja anglicana afirmou que sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Como conseqüência nem mesmo o casal real pode contrair um novo matrimonio na Igreja da Inglaterra. A rainha, mesmo triste, acolheu a decisão da Igreja, da qual é “a defensora da fé e da ordem”. Só restava para o príncipe Charles se contentar com uma cerimônia civil e esperar a eleição de um arcebispo mais “moderno”, coisa que realmente acabou acontecendo com a sagração de Rowan Williams. Convém lembrar que o direito canônico inglês, tal qual o católico romano, permite uma benção privada nestes casos. E nesse caso, como o fato ganhou destaque mundial, a Igreja produziu uma liturgia com um forte sentido penitencial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Mas porque a Igreja da Inglaterra possui uma legislação tão restritiva as segundas uniões em clara oposição o “espírito do tempo” e a direção adotada pelas igrejas da reforma? O motivo é que nesse ponto ela continua fortemente leal a bíblia e a tradição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;O casamento cristão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Os cristãos sempre acreditaram que o casamento é uma parte importante do plano de Deus. A teologia paulina é bastante clara quando compara o casal a união mística de Cristo e sua Igreja. O casamento é assim, um Dom de Deus, que não deve ser buscado sem o claro discernimento. É a atmosfera ideal para se envolver sexualmente, crescer emocionalmente e construir uma vida familiar plena. Por isso casar na igreja, diante de Deus, é muito importante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O Livro de Oração, nas suas rubricas gerais para o matrimônio, ensina que o “casamento é uma declaração pública de amor e compromisso, entre um homem e uma mulher”. Esta declaração é feita na frente dos amigos e familiares em uma cerimônia na igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Não é à toa a fórmula para os votos solenes: “Para te amar e cuidar, de hoje em diante, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe” vêem sido recitados nas celebrações anglicanas desde 1552. Provavelmente nenhum outro sacramento tenha permanecido tão estável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Na verdade o surgimento do Livro de Oração Comum ajudou a consolidar o sentido cristão do matrimonio no Reino Unido. Antes da reforma, os casamentos eram muito mais informais: os casais poderiam simplesmente prometer-se um ao outro, em qualquer tempo ou lugar e a palavra falada era tão bom quanto o contrato escrito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;O Casamento na Igreja da Inglaterra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Atualmente a Igreja da Inglaterra tem utilizado o casamento como uma importante estratégia evangelística. É nesse sentido que devemos entender essas frases: “Se você optar por se casar na igreja há uma nova dimensão - a garantia de que Deus se preocupa com seu relacionamento e que seus recursos e força estarão disponíveis para ajudá-lo nesta decisão. Incluindo a Deus no seu casamento não significa que você evitará todos os altos e baixos habituais, mas você saberá que poderá olhar para Deus pedindo sua ajuda e orientação e que Seu amor te sustentará todos os dias.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Você também terá o apoio da família da cristã, que é a Igreja”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;É provável que muitos casais acabem se re-aproximando da Igreja nesse momento. Por isso é tão importante a existência de uma pastoral familiar ou de noivos que possa, em direta e intima colaboração com o sacerdote, levar o amor e a mensagem de Deus nesse momento, acolhendo e acompanhando o jovem casal após a celebração religiosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Quem pode casar na Igreja da Inglaterra?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:windowtext"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Novamente aqui as diferenças são enormes. Desta vez, no entanto elas não são frutos da teologia. Como a Igreja da Inglaterra é a Igreja oficial, sua rede sócio-cultural é incomparável com a inexpressiva província brasileira. Aliando-se a esse dado há a questão da rica e bela arquitetura dos templos anglicanos (que aparece muito bem no filme “quatro casamentos e um funeral”). Por tudo isso os casamentos geralmente são realizados nos templos, situados em uma dos milhares de paróquias da Inglaterra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A legislação inglesa é idêntica a romana. Um casal pode se casar em uma das suas respectivas áreas paroquiais. Na verdade, antes de 2007, a legislação era mais rígida. Eles não poderiam se casar em outra paróquia, a menos que tivesse assistido as celebrações por no mínimo de eis meses!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Em julho de 2007, no entanto, a Igreja da Inglaterra iniciou uma mudança na lei canônica para tornar mais fácil para os casais terem seus casamentos oficiados em uma paróquia que não o sua. As mudanças tornam mais fácil para um casal a se casar em uma igreja de uma das famílias ou que tenha alguma ligação especial com o casal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;De acordo com a legislação anglicana vigente para que o casamento possa ser realizado são necessárias as seguintes condições canônicas:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo2"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;a)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Um &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;dos dois foi batizado ou confirmado na Igreja (assim não era necessário que a princesa Kate fosse crismada. Ela o fez por sua relação especial com a Igreja);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo2"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;b)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt: none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Freqüentem algum tipo de preparação pastoral antes da realização da celebração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Diante disso, quando comparamos com a nossa realidade, onde não há referenciais claro sobre as segundas uniões, nem mesmo limites para elas, chegamos a conclusão que o atual modelo de comunhão anglicana precisa realmente ser repensado e refeito urgentemente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-7054498955226137597?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/7054498955226137597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/casamento-e-divorcio-na-igreja-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7054498955226137597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7054498955226137597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/casamento-e-divorcio-na-igreja-da.html' title='CASAMENTO E DIVÓRCIO NA IGREJA DA INGLATERRA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-OHYLU9_AAQ8/TfeOjjew4EI/AAAAAAAAAeM/E62zr10KIyQ/s72-c/20110429091459_207939_large_casamento-real.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4224333926099921838</id><published>2011-06-14T09:25:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T09:36:56.904-07:00</updated><title type='text'>SÃO JORGE, PADROEIRO DA INGLATERRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--Y6eqW37mqA/TfeN7Wc21bI/AAAAAAAAAeE/THTUU9lQv5E/s1600/SaoJorge_3.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/--Y6eqW37mqA/TfeN7Wc21bI/AAAAAAAAAeE/THTUU9lQv5E/s320/SaoJorge_3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618115110946395570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R0H5KyFMR4E/TfeNhuUMEvI/AAAAAAAAAd8/NwhrwGz1z7I/s1600/190px-Icon8.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 288px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-R0H5KyFMR4E/TfeNhuUMEvI/AAAAAAAAAd8/NwhrwGz1z7I/s320/190px-Icon8.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618114670675890930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;São Jorge é o santo padroeiro da Inglaterra. São Jorge é reverenciado pelas igrejas anglicanas e ortodoxas, mas foi retirado do santoral romano no século XX. No santoral inglês seu dia é 23 de abril. Ele é popularmente identificado com a Inglaterra e os ideais nacionais de bravura, honra e coragem, embora ele não tenha sido inglês. Na verdade, muito pouco, sabemos sobre ele. O papa Gelásio (496) disse que São Jorge é um dos santos “cujos nomes são justamente reverenciados entre nós, mas cujas ações são conhecidas somente por Deus”&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:#424242;border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Resumo dos fatos &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Como tudo sobre ele é duvidoso torna-se inclusive &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;difícil&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; separar o mito da história. Porém os dados abaixo são vistos como confiáveis:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;a) Ele nasceu na &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Capadócia, atualmente uma região da Turquia;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;b) Morreu no século III;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;c) Seus pais era eram cristãos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;d) Mais tarde, viveu na Palestina;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;e) Tornou-se soldado romano;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;f) Protestou contra a perseguição dos cristãos de Roma;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;g) Foi preso e torturado, mas permaneceu fiel à fé;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(66, 66, 66); font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;h) Foi decapitado em Lida, na Palestina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:#424242;border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal"&gt;&lt;span class="Legenda1"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:#424242; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Um santo forte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:#424242"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Ele é o santo padroeiro não apenas da Inglaterra, mas também de Aragão, Catalunha, Geórgia, Lituânia, Palestina, Portugal, Alemanha, Grécia, Moscou, Istambul, Gênova e Veneza (segundo São Marcos).&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Ele também é padroeiro dos soldados, arqueiros, da cavalaria e do cavalheirismo, dos agricultores e trabalhadores de campo, dos pilotos e seleiros. Acredita-se que ele intercede pelos que sofrem de hanseníase, peste e sífilis (será que o rei Henrique VIII era seu devoto?). Nos últimos anos ele tem sido adotado também como padroeiro dos escoteiros. Apesar disso, algumas pessoas estão em campanha para que Santo Albano torne-se o santo padroeiro da Inglaterra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt"&gt;&lt;span style="color:#424242; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:#424242;border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Quem foi São Jorge?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:#424242"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Como já foi dito a história de São Jorge é tão envolta em mitos e lendas que é difícil extrair os fatos históricos de sua vida real. Talvez por isso alguns acreditem que ele nunca existiu ou que ele é uma versão cristianizada de um antigo mito pagão. Mas esse ceticismo radical não é justificado. A questão é que nos primeiros séculos do cristianismo, os fiéis não seguiram os cânones da historiografia contemporânea e nem descriam a priori da existência de eventos sobrenaturais, além disso, escreviam na perspectiva de apresentar os santos como heróis da fé, modelos de vida. Isto fez bem para a imagem de São Jorge, mas deixou os detalhes de sua vida muito desfocados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O que nós acreditamos ser exato é ele nasceu na Capadócia, uma região que agora pertence a Turquia, no século 3, que seus pais eram cristãos, e que, quando seu pai morreu, a mãe de Jorge voltou para a sua terra natal, a Palestina, levando o filho com ela. Lá Jorge teria tornado-se soldado romano, chegando ao posto de tribuno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O imperador da época, Diocleciano (245-313 dC), começou uma campanha contra os cristãos no início do século IV.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Em cerca de 300 dC Jorge disse ter objeções a esta perseguição e renunciou a seu posto militar. Como forma de protesto Jorge rasgou a ordem de perseguição contra os cristãos. Isso enfureceu Diocleciano, e Jorge foi preso e torturado para que negasse a fé cristã, mas sem sucesso. O imperador o condenou a morte. Foi arrastado pelas ruas de Dióspolis (atual Lida) na Palestina e decapitado. Mesmo submetido a isso Jorge demonstrou uma coragem surpreendente. É dito que a esposa de Diocleciano ficou tão impressionada com a resistência de Jorge que teria se tornada uma cristã e por isso foi secretamente executada pelo imperador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A história de São Jorge demarca um ponto importante: o momento em que o cristianismo começa a conquistar a elite militar e política romana. É um passo importante para o fim das perseguições e o sua hegemonia no mundo antigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:#424242;border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Mitos e lendas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;1)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Dificuldades em ser morto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Nas lendas sobre são Jorge constam relatos de torturas horríveis e repugnantes.&lt;/span&gt; &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt: none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Ele foi obrigado a ingerir veneno, esmagado entre duas rodas cravadas; cozido em um caldeirão de chumbo derretido. Mas nenhuma destas tentativas de matá-lo teria dado resultado e as suas feridas eram curadas durante a noite pelo próprio Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O imperador teria dito que Jorge teria sua vida poupada se ele oferecesse sacrifícios aos deuses romanos.&lt;/span&gt; &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;O povo foi reunido para vê-lo fazer isso, mas ao invés disso Jorge orou ao Deus cristão. Imediatamente, o fogo desceu do céu, um terremoto sacudiu a terra, e os sacerdotes, ídolos, e as construções do templo foram destruídas. No entanto, Cristo avisou a Jorge, que era necessário que ele morresse pela fé cristã e então ele foi decapitado, sem mais problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Essas histórias soam absurdas para nós hoje, dado ao exagero dos acontecimentos. Mas elas tiveram grande aceitação na época, num momento em que a presença do paganismo ainda era muito forte. As pessoas esperavam que seus heróis tivessem sido submetidos a tais experiências e resistissem, e numa época em que muitas coisas pareciam sobrenaturais, poucos eram céticos sobre tais histórias.O mais importante era que o sentido e o valor do testemunho da fé dos santos e santas era conhecido por todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;2)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;São Jorge e o Dragão &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;“Uma das imagens mais familiares para nós hoje de são Jorge, mostra o santo vestido com uma túnica branca enfeitado com uma cruz vermelha, montado em seu cavalo, e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;skewering&lt;/i&gt; um dragão de quem ele resgata uma bela donzela. Essa cena é um fruto tardio do ideal medieval renascentista do &lt;em&gt;milhas Christi &lt;/em&gt;(cavaleiro de Cristo) que na lenda, em suas formas mais primitivas, em que o dragão e a donzela são conquistados sem duelos verbais ou violentos” (Gordon Whatley)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Essa história popular foi acrescentada a vida de São Jorge a partir do século XV. A história de São Jorge e o dragão alcançou grande circulação, quando foi impressa em 1483 por Caxton em um livro chamado&lt;/span&gt; “A Lenda de ouro” (&lt;i&gt;The Golden Legend&lt;/i&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;. Esta por sua vez foi uma tradução de um livro de Jacques de Voragine, um bispo francês, que incorporou detalhes fantásticos de 'vidas Santos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Segundo a lenda, São Jorge era um cavaleiro cristão, nascido na Capadócia.&lt;/span&gt; Em uma de suas andanças &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;ele chegou a província da Líbia, numa cidade de nome Silene. &lt;/span&gt;Nesta cidade havia &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;um grande lago, onde estava um dragão que envenenava toda a comunidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O povo da cidade começou a alimentar o dragão com duas ovelhas todos os dias para evitar que ele os atacasse. Mais o Dragão torna-se cada vez mais insaciável. Foi preciso sacrificar uma ovelha e um homem.&lt;/span&gt; &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O rei decretou que o sacrifício humano deve ser escolhido por sorteio. Isto continuou até a filha do rei ser selecionada. O rei tentou poupar sua filha, mas o povo estava convencido de que ela deverá ser entregue ao dragão assim como muitos ele havia deito com seus filhos. Assim o rei viu-se obrigado a entregá-la ao dragão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Neste momento Jorge chega ao local e encontrou a donzela chorando. Perguntou-lhe o que estava acontecendo. Ela contou-lhe sobre o dragão e implorou para que ele fosse embora antes que ele aparecesse o matasse também. Jorge disse que ela tivesse fé em Deus e Jesus Cristo que tudo acabaria bem. Nesse momento o Dragão apareceu, correndo em direção deles. São Jorge, ainda em cima do seu cavalo, tirou a sua espada decorada com o emblema da cruz, e montou intrepidamente contra o dragão, que veio em sua direção, ferindo-o com sua lança, atirando-o ao chão. Então ele pediu o cinto da jovem e colocou-o no pescoço do Dragão que a seguiu como um animal manso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A princesa levou o dragão derrotado para a cidade, causando muito pânico e alarme até que São Jorge disse o povo que não tivesse medo: “Não se assustem. Não duvidem. Acreditem em Deus e em Jesus Cristo, sejam batizados e eu matarei o dragão”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Assim o rei foi batizado, seguido por todo o seu povo, e Jorge cumpriu sua promessa, matando o dragão, que foi arrastado para fora da cidade (o que exigiu quatro carros de boi) e seu corpo jogado nos campos. O rei então mandou construir uma igreja em honra a Nossa Senhora e São Jorge. Na entrada mandou escrever: “uma fonte de água viva, que sara os doentes que dela beberem”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;De acordo com a outra versão, Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou em seu cavalo branco e foi até o reino resgatá-la. Jorge foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súditos se converteriam ao cristianismo. Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do "dragão". Ao encontrar a fera, Jorge a atinge com sua lança, mas esta se despedaça ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge cai de seu cavalo. Ao cair, ele rola o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde fica protegido por ela do veneno do dragão até recuperar suas forças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acerta a cabeça do dragão com sua poderosa espada Ascalon. O dragão derrama então o veneno sobre ele, dividindo sua armadura em dois. Uma vez mais, Jorge busca a proteção da laranjeira e em seguida, crava sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta cai muito ferida aos seus pés. Jorge amarra uma corda no pescoço da fera e a arrasta para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, volta para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge corta a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornam cristãs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Drag%C3%A3o" title="Dragão"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;dragão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias. Como é perceptível o objetivo principal da narrativa é transmitir os valores da cavalaria cristã e do cristianismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Sua ascensão e queda&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Acredita-se que São Jorge foi adotado como padroeiro da Inglaterra, porque a história da &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Lenda Dourada&lt;/i&gt; &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;era semelhante a uma antiga lenda anglo-saxão.&lt;/span&gt; Por isso &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;São Jorge foi rapidamente incorporado ao imaginário inglês. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A mais antiga referência inglesa conhecida a São Jorge é a de São Adamnan, o abade do mosteiro de Iona do século VII. Ele afirmava ter ouvido a história de Arcuif, um bispo francês que viajou para Jerusalém e outros lugares santos na Palestina. O santo também é mencionado nos escritos do Venerável Beda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A fama de São Jorge cresceu com as cruzadas. Um milagre é associado a ele, quando se narra sua aparição antes da batalha, para conduzir os cruzados à terra santa. A memória desse inusitado acontecimento esta gravado em pedra, na porta ao sul de uma igreja em Fordington em Dorset.&lt;/span&gt; É importante lembrar que uma das mais antigas igrejas co&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;nhecidas na Inglaterra, foi dedicada a ele. Em 1222, o Conselho de Oxford, declarou o dia 23 de Abril, como o dia de São Jorge e feriado nacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A popularidade de Jorge começou a cair após a Reforma quando as crenças religiosas mudaram. Por um lado o racionalismo protestante da “sola scriptura” e seu crescente individualismo não simpatizavam com a imaginação da Lenda Dourada. Por outro lado, a descoberta da pólvora, como principal arma de guerra, tornou o uso da lança e da espada (associados diretamente ao santo guerreiro) menos significativos. Assim em 1778 o Dia de São Jorge foi rebaixado a um simples dia de devoção para os católicos na Inglaterra e não mais um dia de feriado nacional com havia sido por séculos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-theme-font:major-fareast; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;Posteriormente, pelas reformas &lt;/span&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt: none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;do catolicismo feitas pelo &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-theme-font:major-fareast; border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Paulo_VI" title="Papa Paulo VI"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;Papa Paulo VI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, São Jorge foi rebaixado a santo menor de terceira categoria (segundo hierarquia católica), cujo culto seria opcional nos calendários locais e não mais em caráter universal.&lt;/span&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;São Jorge atualmente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;1)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;A Ordem da Jarreteira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Quando Edward III (1327-1377) fundou a Ordem da Jarreteira (c. 1348), a ordem do primeiro dos cavaleiros da Inglaterra, ele a colocou sob a proteção de São Jorge. A magnífica Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, foi construída por Eduardo IV e Henrique VII Henry como a capela privada da ordem. E até hoje a insígnia da Ordem mostra São Jorge no seu cavalo matando o dragão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Em 1415 o arcebispo Chicele, após o discurso do rei Henrique V depois da batalha de Agincourt, decretou o status de São Jorge como santo patrono da Inglaterra.&lt;/span&gt; E até hoje, alguns a&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;creditavam que ele continua lutando do lado do povo Inglês.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A partir do século XIV o santo foi considerado como um protetor oficial da Inglaterra.&lt;/span&gt; Por isso os soldados ingleses passaram a usar alguma insígnia de São Jorge no peito ou &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt: none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;nas costas. Por tudo isso ele ainda ocupa um lugar no imaginário popular inglês.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;2)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;A bandeira de São Jorge&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;A bandeira de São Jorge - uma cruz vermelha sobre um fundo branco - é incorporada a “Union Jack” (bandeira da Grã Bretanha) e relembrado no estandarte da Marinha Real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;mso-list:l1 level1 lfo2"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;3)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt; mso-border-alt:none windowtext 0cm;padding:0cm"&gt;A Cruz de São Jorge&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;Em 1940, o rei George VI, inaugurou a “Cruz de São Jorge” como condecoração máxima do reino para os “atos de coragem e heroísmo em situações de extremo perigo”. O prêmio é geralmente atribuído a civis.&lt;/span&gt; Como não poderia deixar de ser, &lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;São Jorge aparece matando o dragão, na moderna cruz de prata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4224333926099921838?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4224333926099921838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/sao-jorge-padroeiro-da-inglaterra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4224333926099921838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4224333926099921838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/sao-jorge-padroeiro-da-inglaterra.html' title='SÃO JORGE, PADROEIRO DA INGLATERRA'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--Y6eqW37mqA/TfeN7Wc21bI/AAAAAAAAAeE/THTUU9lQv5E/s72-c/SaoJorge_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-4884216409739912946</id><published>2011-06-13T21:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T21:08:41.886-07:00</updated><title type='text'>O QUE É O ANGLO - CATOLICISMO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gkOoiR4lq1g/TfbembStEkI/AAAAAAAAAd0/lNHoq46-HTo/s1600/sem%2Bt%25C3%25ADtulo1.bmp" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 212px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-gkOoiR4lq1g/TfbembStEkI/AAAAAAAAAd0/lNHoq46-HTo/s320/sem%2Bt%25C3%25ADtulo1.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617922336933876290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align: right; "&gt;&lt;i style="line-height: 12pt; "&gt;&lt;span style="font-size:10.5pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Rev. Pe. Rodson Ricardo&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///G:/Anglicanismo/O%20QUE%20%C3%89%20O%20ANGLO-CATOLICISMO.docx#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;line-height:12.0pt"&gt;&lt;i&gt;E - mail: revrodson@hotmail.com&lt;b&gt;&lt;span style="text-transform:uppercase"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Anglo-católico? Liberal? Evangélico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;A Comunidade da Natividade é uma igreja paroquial fortemente ligada à tradição católica anglicana. E embora acolhamos contribuições de outras tendências essa tem sido a que melhor define nossa identidade espiritual. Esta tradição é muitas vezes descrita como “anglo-católica” (em oposição a católico-romano) ou “Igreja Alta”, termo pelo qual também é conhecida em outros países. Mas o que significa tudo isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Os termos “anglo-católico” e “anglo-catolicismo” descrevem pessoas, crenças e práticas dentro do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Anglicanism&amp;amp;usg=ALkJrhgsy3JU6mbKT9a41riXI71UFmpj0w" title="Anglicanismo"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;anglicanismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; que afirmam os aspectos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Catholic&amp;amp;usg=ALkJrhgJGKMxD_xop7oc8Hqk4P8i8k4Nlw" title="Católica"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;católicos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;, ao invés dos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Protestantism&amp;amp;usg=ALkJrhiJee8DoHf6CtZrLDHjqzCcwsjxsg" title="Protestantismo"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;protestantes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; ou liberais/modernistas. Tais diferenças surgiram no decorrer dos séculos e é parte da história e do patrimônio comum do anglicanismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Diferenças de perspectivas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Dentro do anglicanismo, especialmente na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Church_of_England&amp;amp;usg=ALkJrhif49obnR71SzudGvyTnjUDkfzBCg" title="Igreja da Inglaterra"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Igreja da Inglaterra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; e nos Estados Unidos, vários termos são usados com freqüência – e às vezes de forma inconsistente - para designar as três principais tendências eclesiológicas anglicana: a “&lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/High_Church&amp;amp;usg=ALkJrhiku692mfRzlMQCqhL49HSY7qEQeg" title="Alta Igreja"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;High Church&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;”, ou “Igreja alta”; a “Low Church”, ou “Igreja baixa” e a “Brow Church” ou “Igreja larga”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm; margin-left:36.0pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt; line-height:12.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;a)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;“Igreja Alta” é geralmente usada para descrever aquelas formas de anglicanismo influenciadas, em maior ou menor medida, pela tradição católica. O Anglo-catolicismo é freqüentemente identificado com essa variedade de organização e espiritualidade;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm; margin-left:36.0pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt; line-height:12.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;b)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;“Igreja Baixa” geralmente se refere aquelas formas de anglicanismo mais influenciadas pela tradição protestante. Entre elas podemos citar o primado absoluto das Escrituras, a salvação unicamente pela fé etc. Além disso, as “igrejas baixas”, embora mantenham o uso do Livro de Oração Comum, preferem formas menos organizadas de liturgia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm; margin-left:36.0pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt; line-height:12.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;c)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;“Igreja Larga” é geralmente associada àquelas formas de anglicanismo que, ficando entre o “alto” e o “baixo”, enfatizam as adequações culturais e o primado da razão na vida da Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;História da Tradição Católica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Uma das principais características do Anglo-catolicismo é a afirmação da continuidade essencial do anglicanismo com os primórdios do Cristianismo na Grã-Bretanha. Neste sentido suas origens encontram-se anterior inclusive a decisão d&lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Pope_Gregory_the_Great&amp;amp;usg=ALkJrhhNBm4ewIx44BFX-9VZGV5GLSzTcA" title="Papa Gregório, o Grande"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;o Papa Gregório Magno&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; (590-604) de enviar &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Augustine_of_Canterbury&amp;amp;usg=ALkJrhiehMC3NHvltT0IefSh0WqcThJKMw" title="Agostinho de Cantuária"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Santo Agostinho de Cantuária&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; (610) e seus monges, no século VI, para re - evangelizar os anglo-saxões, um processo praticamente concluído no século VII. Há, portanto, um reconhecimento da influência celta e monástica como parte importante do que é o anglicanismo. Nesse sentido o anglo - catolicismo nega que o anglicanismo seja um produto exclusivo da Reforma Protestante do Século XVIII.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Quando a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Protestant_Reformation&amp;amp;usg=ALkJrhgscQyU52fcGlFVzcwtopqwFsTauw" title="Reforma Protestante"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Reforma Protestante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; eclodiu na Europa, seus efeitos chegaram à Inglaterra. Por caminhos tortuosos o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/King_Henry_VIII&amp;amp;usg=ALkJrhht6pPEwX29pHbeB4byGwv10kEaOw" title="Rei Henrique VIII"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Rei Henrique VIII&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; (1491-1597) levou a Inglaterra a um cisma com Roma quando o Papa se recusou a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Annulment_(Catholic_Church)&amp;amp;usg=ALkJrhhtin_DUzaTEnvOqjQm9M15E-BSIQ" title="Anulação (Igreja Católica)"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;declarar nulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; o seu casamento com &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Catherine_of_Aragon&amp;amp;usg=ALkJrhg3yRIrRy8t3EtNBaDk0NFMWgwuKg" title="Catarina de Aragão"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Catarina de Aragão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;. Apesar disso, Henrique manteve-se ortodoxo em teologia e liturgia, enquanto alguns reformistas (como o Bispo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/John_Hooper&amp;amp;usg=ALkJrhjNeBH1KEVp3NK3m3JJghmi4r7W5g" title="John Hooper"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;John Hooper&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;) queriam seguir as reformas radicais de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Geneva&amp;amp;usg=ALkJrhjftmE4r0jcMPUTT19WCYs1BXTL5g" title="Genebra"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Genebra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;. Esse é um aspecto importante na história da Reforma Inglesa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Além disso, todas as reformas foram suspensas, brevemente, durante o reinado da profundamente católica, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Mary_I_of_England&amp;amp;usg=ALkJrhi7kSswR8fax6QywDi2aF7rVecROA" title="Maria I de Inglaterra"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Maria I&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; (de &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;1516 a 1558)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt"&gt;, filha de Catarina de Aragão (1485-1536), que retomou a comunhão com Roma, como parte de uma campanha geral para acabar com a influência das idéias da Reforma na Inglaterra e no País de Gales. Esses conflitos políticos - religiosos acarretaram grande dor e sofrimento ao povo inglês, ameaçando inclusive a sobrevivência da Nação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Conseqüentemente, quando a rainha Elizabeth I subiu ao trono Inglês, ela procurou seguir uma “&lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Via_media&amp;amp;usg=ALkJrhi4Oy4HFOJNlB6Iz5iSrVTQZL3t5A" title="Via Mídia"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;via - média&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;” entre o que ela, que ela teologicamente ortodoxa, imaginou ser o desejado entre os excessos de “Roma” (catolicismo) e “Genebra” (protestantismo). Assim nasceu a o “pacto &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Elizabethan_Religious_Settlement&amp;amp;usg=ALkJrhjAACImmb3kSQPqdXZv8fzKGHEPXg" title="Acordo Elizabetano Religiosos"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;elisabetano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;” e a promulgação de um único &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Book_of_Common_Prayer&amp;amp;usg=ALkJrhjmplJ-Hw17OjQxhh6GT4PF7emvOQ" title="Livro de Oração Comum"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Livro de Oração Comum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; e de todas as convicções teológicas na Igreja da Inglaterra e, posteriormente, na Comunhão Anglicana. Isto marca o nascimento do “ethos anglicano” que foi defendida com profundidade pelo primeiro teólogo anglicano: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Hooker_(theologian)&amp;amp;usg=ALkJrhgKXh5emaqfLY-eJImceX9qThPq5Q" title="Richard Hooker (teólogo)"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt; color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Richard Hooker&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;line-height: 12.0pt"&gt;Toda a metodologia teológica anglicana se estrutura a partir do tripé de Hooker: Escritura – Tradição – Razão. O Rev. Richard Hooker viveu entre 1553-1600, em Londres. Ele foi ordenado na Igreja da Inglaterra e, posteriormente, nomeado pela rainha Elizabeth I como Mestre do Templo, tornando-o capelão da “Inns of Court”, uma parte fundamental do sistema de ensino jurídico Inglês. Depois de dez anos ele se mudou para uma paróquia país perto de Canterbury, onde, nos restantes cinco anos de sua vida, ele conseguiu pôr em marcha a sua &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;magnum opus&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“&lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;As Leis da Política Eclesiástica”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Esta obra marcou profundamente o pensamento inglês, influenciado inclusive o surgimento do liberalismo de John Look (1632-1704) que a cita diversas vezes. A obra de Hooker foi a primeira defesa &lt;span style="layout-grid-mode:line"&gt;sistemática da doutrina da Igreja da Inglaterra após a separação com Roma e por isso ele é considerado o primeiro grande teólogo anglicano. Até mesmo o Papa Clemente VIII (1536-1605) ficou impressionado com seu trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;span style="layout-grid-mode:line"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.45pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;span style="layout-grid-mode:line"&gt;A obra de Hooker é amplamente reconhecida por afirmar que a teologia anglicana é baseada na “Escritura, Tradição e Razão”, indo tão longe a ponto de criar uma analogia com um “banquinho de três pernas”. É claro que alguns podem dizer que uma metáfora melhor seria a tentativa de tentar equilibrar três bolas ao mesmo tempo. O malabarismo é complicado pelo fato de que, dependendo do teólogo, uma das bolas é geralmente maior do que os outros. Essa é a origem das correntes anglicanas. Evangélicos valorizam as Escrituras do que a razão ou a Tradição. Liberais enfatizam a razão e católicos a tradição, por entenderem que nela está implícita as Sagradas Escrituras como norma final e o correto uso da razão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Há um longo rio católico no anglicanismo que partindo do testemunho do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/William_Laud&amp;amp;usg=ALkJrhi8LQU88Td1bYR_ts_5pMz8QpQCCw" title="William Laud"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Arcebispo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; William Laud (1573-1645), martirizado pela defesa do anglicanismo, passando pela riqueza das obras do “&lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Caroline_Divines&amp;amp;usg=ALkJrhh4042Kr-0dviQdz39nMt7r1m0SoA" title="Caroline Divines"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;teólogos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; Carolinos”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn2" href="file:///G:/Anglicanismo/O%20QUE%20%C3%89%20O%20ANGLO-CATOLICISMO.docx#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA;layout-grid-mode:line"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, unindo-se ao “Movimento de Oxford”, deságua nos movimentos católicos dos dias atuais. Como característica desse movimento a defesa do caráter apostólico e ortodoxo da Igreja, num processo de ligação ininterrupta com os Doze Apóstolos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Assim, em resposta ao &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Pope_Leo_XIII&amp;amp;usg=ALkJrhhGYvsFghG-kiTg0TC-t_LSvAmjPg" title="Papa Leão XIII"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Papa Leão XIII&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; (1810-1903), que com a Bula &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Apostolicae_Curae&amp;amp;usg=ALkJrhj074PfWeY4DZ0vC9XQ_0HSTB6TJw" title="Apostolicae Curae"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Apostolicae Curae&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;(1896), declarou inválida a sucessão apostólica anglicana sobre a perspectiva do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Holy_See&amp;amp;usg=ALkJrhh1XOewpCH38D09jjsdJ5b2v3vftA" title="Santa Sé"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Vaticano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;, os Arcebispos anglicanos de Cantuária e York imitiram uma resposta oficial, a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Apostolicae_Curae&amp;amp;usg=ALkJrhj074PfWeY4DZ0vC9XQ_0HSTB6TJw#Saepius_Officio" title="Apostolicae Curae"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Saepius Officio&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt"&gt;, mostrando que existe uma clara sucessão apostólica ininterrupta no sacerdócio anglicano e que o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Historical_episcopate&amp;amp;usg=ALkJrhjE4uKISgKWj911LzwMusq94BMxcw" title="Episcopado Histórico"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Episcopado histórico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt; foi mantido nas ilhas britânicas desde os primeiros dias da Igreja, não tendo sido alterado nem mesmo durante os piores momentos da revolução protestante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;O Movimento de Oxford&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Como um movimento identificável dentro do Anglicanismo moderno, o Anglo - Catolicismo originou-se entre um grupo de presbíteros e professores da Universidade de Oxford em 1830. Os três líderes mais conhecidos do chamado “Movimento de Oxford” foram: John Keble (1792-1866) Henry Newman (1801-1890) e Edward Jonh Pusey (1800-1882). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;O movimento começou em 1833 como uma forma de protesto contra a interferência política do parlamento nos assuntos internos da igreja da Inglaterra. Em 14 de julho de 1843 Keble pregou o famoso sermão “A Apostasia Nacional” na igreja de Santa Maria, a Virgem, no interior da Universidade de Oxford.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Logo após este acontecimento, Keble, Newman, Pusey, e outros começaram a publicar a série de panfletos chamados de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Tratados para os nossos tempos. &lt;/i&gt;Os membros do movimento tornaram-se assim conhecidos como “os Tractarianos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Diferentes visões sobre a igreja&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;A pergunta central feita inicialmente pelo Movimento de Oxford, dizia respeito à natureza da Igreja. Havia duas formas de pensar a igreja naquela época: como uma instituição simplesmente humana ou como uma instituição essencialmente espiritual e invisível. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;A grande realização do Movimento de Oxford deve-se a recuperação de uma terceira visão, solidamente enraizada nas Escrituras e nos Pais da Igreja, que vê a Igreja Santa, Católica e Apostólica como uma sociedade divina visível, fundada pelo próprio Cristo para levar adiante sua missão na terra até o fim dos tempos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;O Tratactarianismo enfatizou que Cristo delegou a autoridade eclesiástica aos seus apóstolos, e seus sucessores, os bispos. Assim, uma marca essencial da igreja católica é a presença das três ordens: bispo, presbítero e diácono, em sucessão apostólica. A Igreja Católica é encontrada, em sua completude, naquelas denominações que historicamente mantiveram a sucessão apostólica e que professam à fé dos credos e dos grandes concílios ecumênicos. Por este critério, as três “grandes famílias católicas” são: a anglicana, a romana e a ortodoxa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; text-indent:35.4pt;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Blockquote" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;A restauração da liturgia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Às vezes, os visitantes católicos romanos observam como é similar nosso culto ao deles (na verdade, como o deles se tornou similar ao nosso!). Mas nosso estilo da adoração não é simplesmente uma imitação das práticas romanas. Ao contrário, a liturgia anglo - católica tem sua própria história e tradição. De onde, veio e como se formou, então, essa tradição?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Nossa adoração não foi sempre do jeito que vocês vêem agora. Se você entrasse numa paróquia da igreja anglicana há dois séculos atrás você encontraria provavelmente apenas uma Oração Matutina consistindo a liturgia. O oficiante não usaria nenhuma vestimenta litúrgica à exceção de uma simples batina preta. O ponto alto do culto seria o sermão, que poderia durar mais de uma hora. O templo da igreja seria “totalmente nu”, sem nenhum vitral, retratos ou imagens.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Os líderes do movimento de Oxford&lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt; recuperaram &lt;/span&gt;o valor da Liturgia e dos Sacramentos como verdadeiros meios de graça pela qual os adoradores poderiam experimentar a beleza da santidade divina e serem trazidos à presença transformadora de Deus. Os anglo-católicos começaram a antigas formas de adoração, num processo gradual de redescoberta do estilo de culto existente na igreja pré - reformada, nos períodos patrístico e medieval.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Paulatinamente foram sendo re-introduzidas as tradições e práticas anteriores a Reforma: os altares voltaram a ser adornados com cruzes, velas e frontais; os padres retornaram o uso das casulas e os diáconos da dalmática; a eucaristia passou a ser celebrada pelo menos aos domingos e, em alguns lugares, todos os dias. O incenso, os sinos começarão a ser utilizados na abertura dos ofícios; com coros e leigos paramentados participando do processional, com tocheiros e cruciferários. A água benta e o incenso voltaram a ter função litúrgica. Os elementos consagrados, reservados para comunhão dos doentes, passaram a ser guardados em local especial (sacrário ou tabernáculo).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;A prática da confissão individual foi restabelecida; as orações pelos mortos e as invocações aos santos voltaram a serem realizadas durante a adoração pública. A Virgem Maria teve sua importância recuperada, purificada dos excessos do catolicismo medieval e do radicalismo dos reformadores.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Cisões no Movimento Católico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Pelo menos desde a década de 1970, o Anglo - catolicismo tem sido dividido em dois campos distintos, ao longo de uma linha simbólica, que talvez possa ser rastreada até o século XIX, com a obra do bispo e teólogo &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Gore&amp;amp;usg=ALkJrhgOvNAZg2lRDOPr1bc05BoAjdfmOg" title="Charles Gore"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Charles Gore&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (1853-1932). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;O Movimento de Oxford tinha sido inspirado em primeiro lugar por uma rejeição do &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Liberalism&amp;amp;usg=ALkJrhiXip_K_ufsIqzwNfJNTRczrkycww" title="Liberalismo"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;liberalismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; teológico e do &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Latitudinarianism&amp;amp;usg=ALkJrhh6prKQjEfA8K4-4NhwLcFz_JQJ5Q" title="Latitudinarianism"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;latitudinarianism&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;o eclesial em favor da fé tradicional da “Igreja Católica Indivisa”, definida pelos ensinamentos dos &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Church_Fathers&amp;amp;usg=ALkJrhh9lSyVc0XCCpof4EfLO-mjzQHRaw" title="Padres da Igreja"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Padres da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e as doutrinas comuns da história ocidental e oriental igrejas cristãs durante os cinco primeiros séculos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Até a década de 1970, portanto, a maioria dos anglo-católicos rejeitava os pressupostos teológicos e políticos dos modernistas, como o racionalismo, a negação dos milagres bíblicos, o acesso das sagradas ordem às mulheres etc. Além disso, os anglo-católicos, mesmo trabalhando com os pobres e marginalizados, viam com suspeita os partidos socialistas e revolucionários. Tudo isso mudaria com a publicação dos escritos de Charles Gore em 1890.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Gore havia sido formado no mais ortodoxo anglo-catolicismo e ela visto como um dos seus mais brilhantes teólogos. Por isso a publicação, sob sua direção, de uma serie de ensaios intitulada &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3DCharles%2BGore%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26prmd%3Divnsbo&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Lux_mundi&amp;amp;usg=ALkJrhi0Ii-5Bh2Lu0XQ-NBFnz6Au_0CPQ" title="Lux Mundi"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="color: windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Lux Mundi&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; deixou anglo-católicos, liberais e protestantes abismados. Na verdade, Gore fez um verdadeiro esforço para harmonizar a fé cristã com o mundo moderno, nos seus aspectos científicos, históricos, culturais, políticos e éticos. Para isso, precisou, no entanto, “relativizar” questões centrais como a Inspiração das escrituras e a validade dos Pais da Igreja. Dois aspectos merecem destaque: sua cristologia baixa, centrada na idéia de um radical e irrecuperável “rebaixamento” de Deus em Cristo (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Kesosis&lt;/i&gt;) e sua ligação com o movimento socialista. Estava consolidado o surgimento do que antes era impensável: “um catolicismo liberal”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;A conseqüência disso é que o catolicismo encontra-se dividido: alguns enfatizando o primeiro termo e outros o segundo. No primeiro caso temos o que chamamos de “tradicionalista anglo-católico”, formado por aqueles que procuram manter a tradição e a doutrina anglicana em linha com o da Igreja Indivisa, priorizando as igrejas Católica Romana e Ortodoxas orientais. Assim temas como a ordenação de sacerdotisas e bispas e de homossexuais praticantes são vistos como incompatíveis com a fé católica. Por isso costumam se aliar com os evangélicos para defender os ensinamentos tradicionais sobre moralidade e fé. A principal organização anglicana a que se encontram filiados é a “Seguindo na fé”, presente principalmente na Europa e nos estados Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;O trabalho de Gore, no entanto, que ostenta a marca do protestantismo liberal, abriu o caminho para uma forma “alternativa” de anglo-catolicismo. Assim, nos últimos anos, muitos anglo-católicos aceitaram a &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Ordination_of_women&amp;amp;usg=ALkJrhjfFp-VKu82ST_QxEliYIvwKIN8_g" title="A ordenação de mulheres"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;ordenação de mulheres&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ao presbiterato e episcopado, o uso da “&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Inclusive_language&amp;amp;usg=ALkJrhhgykdmDybxB90e9uXxDIr5oer6Rg" title="linguagem inclusiva"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;linguagem inclusiva&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;“ nas traduções da Bíblia e da liturgia e atitudes “inclusivas” em relação à homossexualidade, chegando inclusive a defenderem a ordenação de clérigos monogâmicos. Além disso, defendem inexistir uma real diferença entre católicos, protestantes ou liberais. Esses segmentos geralmente se referem a si mesmos como “católicos liberais” ou “progressistas”. A principal organização que os representa é o “afirmando o catolicismo” e a “sociedade para os padres católicos” do atual Arcebispo de Cantuária, Rowan Willimas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Há ainda uma terceira vertente, embora insipiente. Trata-se de uma “via média” entre os dois extremos do catolicismo atual. Seus representantes criticam tanto o liberalismo quanto o conservadorismo e buscam desenvolver as idéias de um movimento teológico do catolicismo romano do século XX: a &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Nouvelle_Th%25C3%25A9ologie&amp;amp;usg=ALkJrhjNiRTmRXG9pS8iv1jINsg_ecY4YQ" title="Nouvelle Théologie"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;Nouvelle Théologie&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; do padre &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Henri_de_Lubac&amp;amp;usg=ALkJrhhryqixK5iMPwZ6fNv34DcHN1YSMQ" title="Henri de Lubac"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Henri de Lubac&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (1896-1991). O principal representante desse grupo é o teólogo inglês &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/John_Milbank&amp;amp;usg=ALkJrhgEhPx8MKw-MY9LA3Ls-G7LC7LWmA" title="John Milbank"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;John Milbank&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Os trabalhos de Milbank e outros dentro desta vertente têm sido fundamentais para a criação de um movimento ecumênico (embora predominantemente anglicano e Católico Romano), chamado de “Ortodoxia radical” que busca recuperar a relevância do pensamento cristão na cultura e na sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Existem também aqueles anglo-católicos que perderam a pensam que o processo de liberalização no anglicanismo já foi longe demais e que é incontrolável. Por isso deixaram a comunhão anglicana embora tenham permanecido fiéis a sua doutrina e liturgia: são os “anglicanos confessantes”. É o caso da “Comunhão Anglicana Tradicional” – TAC, presente em quase todo o mundo, inclusive na América Latina e que se encontra num processo avançado de volta para o Catolicismo Romano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;No Brasil o anglo-catolicismo nunca teve de fato grande expressão. A única tentativa disso foi feita pelo então Rev.Salomão Feraz (1880-1969), energicamente reprimida pelo episcopado da época. Os motivos para essa ausência de comunidades católicas foi o forte víeis protestante dos primeiros missionários episcopais e a hegemonia do liberalismo desde metade do século XX. Neste sentido o predomínio dessa vertente acabou impedindo o surgimento de uma tradição realmente católica no país, gerando um estranho amálgama de protestantismo liberal e catolicismo da TL. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;O ser católico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Uma questão que vêem sido debatida há séculos é qual a natureza precisa do catolicismo. Esse tema tem sido muito debatido inclusive no interior do anglo-catolicismo. De acordo com as &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Oriental_Orthodoxy&amp;amp;usg=ALkJrhhUphOs-lwTJeFe7v_ugu6X-pXRRg" title="Ortodoxia Oriental"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Igrejas Ortodoxas Orientais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Eastern_Orthodox_Churches&amp;amp;usg=ALkJrhj0IlE9o3038Te0_wbR8HV_h8E1iQ" title="Igrejas Ortodoxas Orientais"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;as Igrejas Orientais Ortodoxas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Anglo-católicos - juntamente com os &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Old-Catholic&amp;amp;usg=ALkJrhjQkzuVCNASEs3wGf1HoWzi8mmzwQ" title="Velho-Católica"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Velho-católicos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Lutheran&amp;amp;usg=ALkJrhiMBL7GwICd0vtGJwGQCkyNBirpIw" title="Luterano"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline: none"&gt;luteranos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; episcopais - geralmente apelam para o “cânone” (ou regra) de &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Vincent_of_Lerins&amp;amp;usg=ALkJrhjldNS3EEKduKaYnviI6AOLpIQUwQ" title="Vicente de Lerins"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;São Vicente de Lerins&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (445): “Católico é aquilo que sempre crido, por todos em todos os lugares”. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Embora possam existir diferenças pontuais sobre o caráter do catolicismo os anglo-católicos o compreendem como a determinação positiva da essência mesma do cristianismo. Nas Palavras do teólogo Karl Adam (1876-1966) o catolicismo é “a afirmação integral dos valores, a abertura ao mundo no sentido mais englobante e mais nobre, o casamento da natureza com a graça, da arte com a religião, da ciência com a fé, a fim de que Deus seja tudo em todos”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Neste sentido uma questão séria para os anglo-católicos é a interpretação e o valor dos “Trinta e Nove Artigos de Religião”, publicados no século XVII. É verdade que, neste documento histórico, é feita distinções entre anglicanos e &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_Catholic&amp;amp;usg=ALkJrhj1IT9bANwUJHti52buqVG9gyNG0Q" title="Católica Romana"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;católicos romanos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; sobre pontos importantes da doutrina. Não é, portanto de se estranhar que os setores evangélicos o utilizem como prova do “caráter protestante” da igreja. Duas coisas merecem destaque: em primeiro lugar não há em nenhum lugar dos Trinta e Nove artigos menção a palavra “protestante”. Além disso, esse documento não pode ser considerado uma espécie de “confissão de fé protestante” como foi a luterana e a reformada. Mais tão somente garantir a unidade espiritual da nação, livrando-a dos radicalismos de Roma (tridentinos) e Genebra (Puritanos). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;Por isso os artigos foram intencionalmente escritos de tal forma a estarem abertos a uma variedade de interpretações tanto protestantes (arminianos e calvinistas) quanto católicas. Por tudo isso os anglo-católicos têm defendido as suas práticas e crenças são coerentes com seu espírito. No entanto, alguns acreditam que devido ao seu “tom áspero”, eles simplesmente deveriam ser suprimidos como fonte de doutrina, garantindo-lhes apenas a importância histórica, o que de fato acabou acontecendo na maioria das províncias da Comunhão Anglicana. É consenso inclusive entre os evangélicos que o “Quadrilátero de Lamberth” é a melhor síntese da unidade necessária a todas as tendências anglicanas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;O Quadrilátero tem servido de base dogmática para a unidade interna e externa de nossa Comunhão e afirma quatro crenças essenciais:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(1ª) A importância da Revelação profética&lt;/i&gt;. “Cremos que as Sagradas Escrituras contêm todas as coisas necessárias para a salvação”. Toda nossa doutrina e liturgia estão baseadas e fundamentadas na Bíblia: Cremos no Primeiro e no Segundo Testamento. Ao afirmarmos isso destacamos: a) a continuidade de nossa Igreja com a tradição profética semítica, a supremacia do texto bíblico sobre as autoridades humanas e a negação do enfoque fundamentalista bíblico;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(2ª) A continuidade Apostólica&lt;/i&gt;. “Os Credos Apostólico e Niceno – Escritos no tempo da igreja indivisa, constituem a confissão normativa da fé católica que preservamos ainda hoje”. Somos uma igreja histórica, herdeira de uma Tradição de 2000 anos. Consideramos-nos uma parte importante da Igreja de Cristo, mas não a sua totalidade;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(3ª) A realidade da graça divina.&lt;/i&gt; “A Igreja Anglicana professa o Batismo e a Eucaristia como legítimos sacramentos diretamente ordenados por Cristo, sendo eles sinais eficazes da graça e da boa vontade de Deus para conosco.” A Igreja Anglicana é uma igreja sacramental. Os sacramentos são sinais externos e visíveis de uma graça divina interna e espiritual. Os sacramentos expressam nossa crença na natureza sacramental do universo e da vida, significando que Deus está presente e atuante na criação em todos os seus aspectos. Para nós Cristo é o maior dos sacramentos. Há dois sacramentos principais: o&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; Santo Batismo &lt;/i&gt;e a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Santa Eucaristia&lt;/i&gt; e outros cinco, chamados também de sacramentos menores ou ritos sacramentais (Crisma, Ordem, Matrimônio Reconciliação e Unção dos Enfermos) que testemunham a presença divina em nossas vidas;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.45pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(4ª) A necessidade de uma comunidade de fé.&lt;/i&gt; “Professamos que a autoridade transmitida por Cristo aos apóstolos e por esses aos seus sucessores (incluindo nossos bispos) é, ao mesmo tempo, garantia e expressão da universalidade e apostolicidade da Igreja”. Para nós a fé não é uma atitude egoísta e solitária. A fé cristã se fundamenta no amor ao próximo e na vida em comunidade. Toda comunidade precisa de líderes. Nossos líderes são os bispos. Na Tradição Anglicana a autoridade é descrita como um círculo, onde o poder flui de fora para dentro. Nosso líder mundial é o 105º Arcebispo de Cantuária, sua Graça Rowan Williams, mas ele não tem autoridade legal fora de sua Província. Ele serve como guia espiritual e símbolo da unidade, e, embora, entendamos que seja necessário a existência de um primado universal, ele não é “nosso Papa”. Além disso, naa nossa tradição os leigos também têm participação em todos os níveis das igrejas anglicanas: eles escolhem seus bispos e padres e participam do dia a dia de suas comunidades. As mulheres também participam do ministério da igreja, podendo serem inclusive ordenadas ao diaconato na maioria das províncias. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.45pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;Há um conceito importante para compreender o anglicanismo: inclusividade. Por exemplo, a questão da confissão sacramental particular. Embora os sacerdotes anglo-católicos incentivem e pratiquem esses atos em suas comunidades, como fazem seus irmãos romanos e ortodoxos, não tornam isso um elemento central de sua doutrina, preferindo seguir o aforismo clássico anglicano: “todos podem, alguns devem, ninguém é obrigado”.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;Um aspecto central, porém é a crença na natureza sacramental do sacerdócio, no caráter sacrificial da &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Mass_(liturgy)&amp;amp;usg=ALkJrhjAtV7C1LRDpWA2xtf41md8UCsfbg" title="Missa (Liturgia)"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Missa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Real_Presence&amp;amp;usg=ALkJrhieYZqHotHwIF8Ge2KQlUQgPwGV5A" title="Presença Real"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;presença real&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de Cristo no pão e no vinho consagrados da &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Eucharist&amp;amp;usg=ALkJrhgHd8xowdqQfOyF4InKuODO2efOTg" title="Eucaristia"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none;text-underline: none"&gt;Eucaristia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Para os anglo-católicos é eucaristia é o coração da vida cristã. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;Muitos anglo-católicos também incentivam a vida monástica e o celibato sacerdotal. A maioria dos anglo-católicos também encoraja a devoção à &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Blessed_Virgin_Mary&amp;amp;usg=ALkJrhhGtFiw1gJFkIBSYDRKNTB3h_P6_Q" title="Virgem Maria"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;Virgem Maria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Especialmente sob o título de &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Our_Lady_of_Walsingham&amp;amp;usg=ALkJrhiE6-8j0P2UC3g17gwX8uDZYT9nIw" title="Nossa Senhora de Walsingham"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;Nossa Senhora de Walsingham&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, por entender que esse é um elemento constitutivo da tradição católica. Há, porém formas variações de intensidade e estilos entre eles.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;O mesmo deve ser tido com relação às práticas eucarísticas e paramentos. Se é verdade que todo anglo-católico utiliza paramentos e utensílios na celebração eucarística (casula, capa, velas, crucifixo, turíbulo etc.) a forma e a intensidade varia conforme a comunidade. Alguns celebram na forma moderna do &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Danglo%2Bcatholic%2Btheology%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;twu=1&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Book_of_Common_Prayer&amp;amp;usg=ALkJrhjmplJ-Hw17OjQxhh6GT4PF7emvOQ" title="Livro de Oração Comum"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;Livro de Oração Comum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (1979), outros preferem a versão clássica de 1928 e alguns a antiga forma Tridentina, ou mesmo o “Rito de Sarum”, base de toda liturgia anglicana.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;As principais características de uma espiritualidade “Elevada” (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;High-Church&lt;/i&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;1. Uma visão elevada da adoração de Deus&lt;/b&gt;. O Anglo-Catolicismo sempre enfatizou o a importância da reverência, do temor e do sentido de mistério diante do Sagrado, perante o qual até mesmo os anjos do céu cobrem seu rosto;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.45pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;2. Uma visão elevada da criação.&lt;/b&gt; Ao mesmo tempo, nós nos deleitamo-nos na beleza da criação divina. A visão anglo-católica do mundo é altamente sacramental, vendo os sinais da presença e da santidade de Deus em tudo que ele fez. Na adoração, nós recolhemos o que há de melhor na criação: arte, arquitetura, música, poesia, incenso, flores e cores etc;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.45pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;3. Uma visão elevada da encarnação.&lt;/b&gt; Nossa salvação começou quando Cristo fez morada no ventre da Virgem Maria. Cremos que Deus tornou-se realmente humano, a fim de que, por meio dEle, a humanidade pudesse tornar-se divina;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;4. Uma visão elevada do sofrimento.&lt;/b&gt; O Anglo-Catolicismo olha não somente a encarnação de Cristo, mas também a sua paixão. A imagem de Jesus na cruz nos lembra da profundidade e do horror do pecado humano, e do alto preço que Deus pagou pela nossa redenção. A espiritualidade anglo-católica envolve um continuo processo de mudança do “pecado” à “santidade’, do “mundo” para “Deus”. Para os anglo-católicos o sacramento da penitência é um recurso indispensável nesse processo;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;5. Uma visão elevada da Igreja.&lt;/b&gt; Nós escolhemos compartilhar a vida do Cristo, morto e ressurreto. Esse processo começa com nossa incorporação em seu corpo com o batismo e continua durante toda nossa existência. Assim, nós não consideramos a Igreja Católica (Universal) nem como uma instituição de origem simplesmente humana, nem como uma associação voluntária e invisível de crentes individuais, mas como um mistério maravilhoso, um organismo supernatural, cuja vida flui entre seus membros através de sua cabeça, Jesus Cristo, no poder do Espírito Santo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;6. Uma visão elevada da comunhão dos santos.&lt;/b&gt; A Igreja, além disso, consiste não somente de todos os cristãos vivos na terra (a Igreja militante), mas também naqueles fiéis que continuam a crescer no conhecimento e no amor do Deus, e nos santos no céu, que já alcançaram o término de sua jornada (a Igreja triunfante). Nós temos a comunhão com todos os que vivem em Cristo. No interior dessa comunidade destaca-se a figura da Bem-Aventurada Virgem Maria, mãe do Senhor e da Igreja. O Anglo-Catolicismo afirma também a legitimidade de orarmos pelos mortos, e de pedir aos santos no céu que nos ajudem com suas orações.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;7. Uma visão elevada dos sacramentos.&lt;/b&gt; Nós acreditamos que Jesus Cristo nos comunica realmente e verdadeiramente sua vida, presença, e graça por meio dos sete sacramentos. Dois desses são destacados. O Santo Batismo estabelece nossa identidade uma vez por todas, como crianças de Deus e herdeiros do Reino do céu (embora esteja em nós a liberdade para escolhermos aceitar ou repudiar essa herança). E a Santa Eucaristia, onde Cristo tornar-se realmente presente no santíssimo sacramento do seu Corpo e Sangue. A adoração eucarística é assim um componente integral da espiritualidade e da devoção anglo-católica. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;8. Uma visão elevada das Sagradas Ordens.&lt;/b&gt; Desde os dias do movimento de Oxford, o anglo-catolicismo afirmou que o tríplice ministério dos bispos, dos presbíteros e dos diáconos em sucessão apostólica é um presente de Deus. A validez de nossos sacramentos e a plena pertença à Igreja Santa, Católica e Apostólica depende da manutenção deste dom divino. Por essa razão, as inovações que ameaçam a autenticidade de nossas ordens apostólicas devem ser resistidas a todo custo. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;9. Uma visão elevada de Anglicanismo.&lt;/b&gt; Nós afirmamos que as igrejas anglicanas são verdadeiramente parte da Santa Igreja Católica de Cristo. A vocação profética do Anglo-Catolicismo consistiu precisamente em testemunhar a catolicidade do Anglicanismo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;Mas nem tudo é harmonia e tranqüilidade. Novos desafios se colocam aos anglo-católicos do século XXI: a necessidade de redescobrir o ardor missionário, de dar respostas a problemas contemporâneos como à crise de valores éticos e racionais, particularmente quando isso envolve temas polêmicos como a ordenação de sacerdotisas e bispas e o homossexualismo. Cabe-nos aceitar esses desafios na certeza que as Palavras de Cristo são, caminho, verdade e vida: “As portas do inferno não prevaleceram sobre ela”. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:12.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote-list"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;   &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///G:/Anglicanismo/O%20QUE%20%C3%89%20O%20ANGLO-CATOLICISMO.docx#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Pároco da Comunidade Anglicana da Natividade- Natal/RN.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:12.0pt;mso-outline-level: 3"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn2" href="file:///G:/Anglicanismo/O%20QUE%20%C3%89%20O%20ANGLO-CATOLICISMO.docx#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;color:black"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;color:black"&gt;“Teólogos carolinos” é o nome dado a um grupo de influentes teólogos anglicanos, que viveu durante o reinado de Carlos I e após a Restauração, responsáveis pela “Idade de ouro da teologia anglicana”. São eles: Lancelot Andrews (1555 - 1626); John Cosin (1594 - 1672); Thomas Ken (1637 - 1711), &lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Dtheologian%2Bcaroline%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Sprat&amp;amp;usg=ALkJrhg7kt1DzCqVNzb3u2Lx_CnVEA8Itw" title="Thomas Espadilha"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;color:black;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;Thomas Espadilha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;color:black"&gt; (1635 - 1713); J&lt;/span&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Dtheologian%2Bcaroline%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1024%26bih%3D677%26prmd%3Divns&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;sl=en&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Jeremy_Taylor&amp;amp;usg=ALkJrhg1wY3mOxSh81LfE5bq5i_xP6KQDg" title="Jeremy Taylor"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;color:black;text-decoration: none;text-underline:none"&gt;eremy Taylor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; color:black"&gt; (1613-1667); Herbert Thorndike (1598-1672) e o próprio William Laud.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-4884216409739912946?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/4884216409739912946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/o-que-e-o-anglo-catolicismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4884216409739912946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/4884216409739912946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/o-que-e-o-anglo-catolicismo.html' title='O QUE É O ANGLO - CATOLICISMO?'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gkOoiR4lq1g/TfbembStEkI/AAAAAAAAAd0/lNHoq46-HTo/s72-c/sem%2Bt%25C3%25ADtulo1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-7725296717617386176</id><published>2011-06-13T20:59:00.001-07:00</published><updated>2011-06-13T21:03:29.713-07:00</updated><title type='text'>RIR, PARA CHORAR...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-huE1TLUfyQw/Tfbdgc8nLTI/AAAAAAAAAds/70sUpGtu8V0/s1600/image011.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 254px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-huE1TLUfyQw/Tfbdgc8nLTI/AAAAAAAAAds/70sUpGtu8V0/s320/image011.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617921134787243314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vL6vFoH-rMk/TfbdZqlnaiI/AAAAAAAAAdk/8OqMsO-H-aE/s1600/image018.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-vL6vFoH-rMk/TfbdZqlnaiI/AAAAAAAAAdk/8OqMsO-H-aE/s320/image018.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617921018189802018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VVnykwvu_V0/TfbdRG7ANSI/AAAAAAAAAdc/tt8MWa1X3mw/s1600/image005.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 195px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-VVnykwvu_V0/TfbdRG7ANSI/AAAAAAAAAdc/tt8MWa1X3mw/s320/image005.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617920871176877346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TfouRS0L7mc/TfbdDyOAhpI/AAAAAAAAAdU/FpVcwBu9DtE/s1600/image001.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-TfouRS0L7mc/TfbdDyOAhpI/AAAAAAAAAdU/FpVcwBu9DtE/s320/image001.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617920642281146002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-b0LYfl2MdFo/Tfbc0I7E1CI/AAAAAAAAAdM/4RfVdiGSu9g/s1600/image002.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-b0LYfl2MdFo/Tfbc0I7E1CI/AAAAAAAAAdM/4RfVdiGSu9g/s320/image002.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617920373497844770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-7725296717617386176?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/7725296717617386176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/rir-para-chorar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7725296717617386176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/7725296717617386176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/rir-para-chorar.html' title='RIR, PARA CHORAR...'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-huE1TLUfyQw/Tfbdgc8nLTI/AAAAAAAAAds/70sUpGtu8V0/s72-c/image011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-8658587319379921847</id><published>2011-06-13T20:54:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:58:57.356-07:00</updated><title type='text'>Jantares inteligentes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UovcPSlKC-U/TfbcRdaxx-I/AAAAAAAAAdE/vApYLTEww_M/s1600/politicamente_correto.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 288px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-UovcPSlKC-U/TfbcRdaxx-I/AAAAAAAAAdE/vApYLTEww_M/s320/politicamente_correto.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617919777704101858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 34, 26); line-height: 20px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(42, 34, 26); line-height: 20px; "&gt;Por &lt;b style="line-height: 20px; font-weight: bold; "&gt;Luiz Felipe Pondé&lt;/b&gt; para Folha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Você já foi a um jantar inteligente? Jantares inteligentes são frequentados por psicanalistas, artistas plásticos, músicos, atores, jornalistas, publicitários (com a condição de falar mal da publicidade), médicos (esses porque, como é sempre chique ser médico, não se dispensa médicos nunca), produtores, "videomakers", antropólogos, sociólogos, historiadores, filósofos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Administrador de empresa não pega bem (a menos que tenha um negócio sustentável). Engenheiros, coitados, só vão se forem casados com psicanalistas que traduzem pra eles esse mundo de gente inteligente. Advogados podem ir porque é sempre necessário um cínico inteligente em qualquer lugar. Pedagogas, só se casadas com esses advogados e por isso talvez consigam bancar amizades chiques assim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Ricos são sempre bem-vindos apesar de gente inteligente fingir que não gosta de dinheiro. Pobre só se for na cozinha, mas são super bem tratados. Claro, tem que ter um amigo gay feliz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Essa gente é descoladíssima. Seus filhos estudam em escolas de esquerda, claro, do tipo que discute o modelo cubano de economia a R$ 2 mil por mês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Quando viajam ficam em lugares que reúne natureza "pura", tradição (apenas como "tempero do ambiente") e pouca gente (apesar de jurarem ser a favor da democracia para todos, só gostam de passar férias onde o "povo" não vai).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Detalhe: é essencial achar todo mundo "ridículo" porque isso faz você se sentir mais inteligente, claro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Quanto à religião, católica nem pensar. Evangélicos, um horror. Espírita? Coisa de classe média baixa. Budista, cai muito bem. Judaica? Uma mãe judia deixa qualquer um chique de matar de inveja. Judaísmo não é religião, é grife.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Mas o que me encanta mesmo são as "atitudes" que se deve ter para se frequentar jantares inteligentes assim. Claro, não se aceita qualquer um num jantar no qual papo cabeça é o antepasto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;Quer saber a lista de preconceitos que pessoas inteligentes têm? Qualquer um desses "gestos" abaixo você pode ter, que pega bem com comida vietnamita ou peruana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;1) A Igreja Católica é um horror e o papa Bento 16 é atrasadíssimo. Claro que não vale ter lido de fato nada do que ele escreveu;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;2) Matar Osama bin Laden sem julgamento foi um ato de violência porque terroristas são pessoas boazinhas que querem negociar a paz em meio a criancinhas;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;3) Ter ciúmes é coisa de gente mal resolvida;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;4) Se algum dia um gay lhe cantar e você se sentir mal com isso, você precisa rever seus conceitos porque gente inteligente nunca tem mal-estar com coisas assim;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;5) Se seu filho for mal na escola, minta. Se alguém descobrir, ponha a culpa na professora, que é mal preparada pra lidar com crianças como seus filhos, que se preocupam com as baleias já aos 11 anos e discutem a África no Twitter;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;6) Caso leve seus filhos à Disney, não conte a ninguém, pelo amor de Deus!;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;7) Acima de tudo, abomine os Estados Unidos, ache Obama ótimo e vá à Nova York porque Nova York "não são os Estados Unidos";&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;8) Não seja muito simpático com ninguém porque gente simpática é gente carente e gente assim procura "eye contact" em festas. Um conselho: olhe sempre para um ponto no horizonte. Assim, se alguém falar com você, ela é que é carente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;9) Ache uma situação para dizer que você conhece uma cidadezinha no sul da Itália e lá ficou hospedado na casa de uma amiga brasileira casada com um italiano que defende o direito dos imigrantes africanos e odeia Silvio Berlusconi;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;10) O ideal seria se você tivesse passaporte italiano também;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;11) Se alguém falar pra você que não dá para pagar direitos sociais e médicos para imigrantes ilegais na Europa, considere essa pessoa um "reacionário de direita", mesmo que você não aceite sustentar alguém que não seja você mesmo e sua família (no caso da família nem sempre, claro);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;12) No conflito israelo-palestino, não tenha dúvida, seja contra Israel, mesmo que morra de medo de ir lá e não tenha lido uma linha sequer sobre a história do conflito;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;13) Se você se sentir mal com a legalização do aborto, minta;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;14) Deixe transparecer que só os outros transam pouco;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: normal; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; text-align: justify; background-image: none; background-attachment: scroll; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: 0% 0%; "&gt;&lt;span style="line-height: 20px; font-size: 12pt; font-family: Georgia, serif; color: rgb(42, 34, 26); "&gt;15) Seja ateu, mas blasé.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-8658587319379921847?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/8658587319379921847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/jantares-inteligentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8658587319379921847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/8658587319379921847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/jantares-inteligentes.html' title='Jantares inteligentes'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UovcPSlKC-U/TfbcRdaxx-I/AAAAAAAAAdE/vApYLTEww_M/s72-c/politicamente_correto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-1832812202147151325</id><published>2011-06-13T20:53:00.001-07:00</published><updated>2011-06-13T20:54:16.684-07:00</updated><title type='text'>Todos têm medo de dizer qualquer coisa que não seja 'gay é lindo'</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9GM4m4C-Vlo/TfbbXCVWlZI/AAAAAAAAAc8/E1k_lP5iVFM/s1600/gayzismo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-9GM4m4C-Vlo/TfbbXCVWlZI/AAAAAAAAAc8/E1k_lP5iVFM/s320/gayzismo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617918774001178002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luiz Felipe Pondé para Folha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato existem pessoas racistas. Homofóbicas, antissemitas (que hoje em dia se escondem atrás do antissionismo), que não gostam de pobres e de nordestinos. Pessoas assim barateiam o debate contemporâneo, assim como as que simplificam as trincheiras teóricas em que vivemos nos últimos anos, jogando tudo no mesmo saco do "reacionarismo". Como se o mundo permanecesse nos limites de um "centro acadêmico em guerra contra a repressão da ditadura".&lt;br /&gt;Acho que muita gente tem saudades dos tempos da ditadura porque se sabia onde estava o mal. Será mesmo? Nem tanto. Muita gente ainda não sabe que a luta armada no Brasil foi feita por pessoas que queriam fazer do país uma ditadura de esquerda. Tivessem eles vencido, estaríamos hoje numa grande Cuba.&lt;br /&gt;Mas como seria bom se o mundo fosse simples assim, preto no branco, amigos e inimigos, bons e maus. Não é. Na maior parte do tempo é cinza e confuso.&lt;br /&gt;O debate ao redor do "politicamente (in)correto" incendeia a mídia. Pessoas querendo "mudar" Monteiro Lobato, querendo "curar" gays e "decretar" que não devemos corrigir o português dos pobres porque isso é ruim pra autoestima deles.&lt;br /&gt;Tenho preconceito contra essa gente que vive pensando na "economia da autoestima", sorry...&lt;br /&gt;Tomemos como exemplo o debate sobre a luta pelos "direitos gays".&lt;br /&gt;O STF aprovou a união civil dos homossexuais. Vou mais longe: acho que deveriam ter o direito de se casar também e de ter filhos. E de ir às reuniões chatas de "pais e mestres". E de ficar pobres como os héteros por causa dos filhos. E de descobrir que pouco importa sua "visão de mundo", você estará sempre errado diante de um filho que cresceu.&lt;br /&gt;Acho que quem "bate em gay" deve pagar não porque bateu num gay, mas porque gay é gente como todo mundo. Sou contra leis especiais que protejam gays. Complicado? Sinto muito.&lt;br /&gt;Se um professor interrompe um menino e uma menina que se beijam na sala de aula é ok, mas, se fossem dois meninos, seria "homofobia"?&lt;br /&gt;Hoje os jovens (e todo mundo) têm medo de dizer qualquer coisa que não seja "gay é lindo". Não há nada de revolucionário em ser gay, nem existe uma "comunidade gay". Gays são pessoas atoladas nas mesmas misérias e erros humanos. Neuróticos, como todo mundo, com sofrimentos específicos.&lt;br /&gt;E aí chegamos a uma questão que me parece muito representativa dos equívocos do debate ao redor da "questão gay" (um belo exemplo do fascismo do politicamente correto): o pretenso direito de o Estado querer discutir "a heterossexualidade como normatividade sexual".&lt;br /&gt;Intenções como essas representam a tendência totalitária do Estado moderno em querer se meter em assuntos que não são da sua competência.&lt;br /&gt;O governo não tem que se meter a dizer a ninguém o que é "sexualidade normal". Isso é um crime contra a liberdade. E isso vai acabar "batendo" na sala de aula. E, como ninguém sabe direito o que está fazendo na sala de aula, essa nova "modinha" vai pegar.&lt;br /&gt;Já disse em outras ocasiões que sou contra a tal da educação sexual quando pretende discutir "ideologias sexuais". Como pai, tenho todo o direito de suspeitar da sanidade mental de uma professora de educação sexual, porque em matéria de sexo todo mundo é mal resolvido.&lt;br /&gt;Se as famílias são um lixo e por isso exigem das escolas o que elas não podem dar, as famílias das professoras também são um lixo.&lt;br /&gt;Imaginemos uma aula de educação sexual na qual vá se "questionar a normatividade" (ou normalidade) da heterossexualidade. Como seria uma aula dessas?&lt;br /&gt;Que tal assim? Meninos e meninas colocando com a boca uma camisinha num pênis de plástico para, quem sabe, perceberem que meninos também podem gostar de fazer sexo oral em meninos.&lt;br /&gt;Ninguém tem o direito de fazer isso. Nem pai, nem mãe e muito menos professores que, provavelmente, ao se dedicarem a isso, "provam" suas pequenas taras.&lt;br /&gt;O Estado deve dar o direito aos gays de viverem como os héteros e mais nada. Não deve se meter a dizer o que é normal. As pessoas têm o direito de sentir o mal estar "que quiserem". E deixem os filhos dos outros em paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-1832812202147151325?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/1832812202147151325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/todos-tem-medo-de-dizer-qualquer-coisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1832812202147151325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/1832812202147151325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/todos-tem-medo-de-dizer-qualquer-coisa.html' title='Todos têm medo de dizer qualquer coisa que não seja &apos;gay é lindo&apos;'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9GM4m4C-Vlo/TfbbXCVWlZI/AAAAAAAAAc8/E1k_lP5iVFM/s72-c/gayzismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-9141131757089069372</id><published>2011-06-13T20:44:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:52:35.335-07:00</updated><title type='text'>FILME: DOS HOMENS, DOS DEUSES</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JHdBV_FMioI/TfbazR2ofYI/AAAAAAAAAc0/0DFqUxmyA8Q/s1600/Homens%2Be%2BDeuses%2B%2528Des%2BHommes%2Bet%2Bdes%2BDieux%2529%2B.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JHdBV_FMioI/TfbazR2ofYI/AAAAAAAAAc0/0DFqUxmyA8Q/s320/Homens%2Be%2BDeuses%2B%2528Des%2BHommes%2Bet%2Bdes%2BDieux%2529%2B.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617918159692004738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;No meio dos anos 90 em um mosteiro incrustado nas montanhas da Argélia, um pequeno grupo de monges cistercienses franceses vive para ajudar a pobre população que mora nas aldeias em sua volta. Esses missionários que buscam praticar o bem guiados pela fé, também precisam conviver diariamente no seu mundo completo e encharcado de rotina. Mesmo em uma região predominantemente muçulmana, conseguem ser aceitos e respeitados pelos habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Esse é o roteiro do filme &lt;b&gt;“Homens e Deuses”, &lt;/b&gt; o mais recente trabalho do diretor francês Xavier Beavouis e baseado em cartas dos monges reconstrói a obra desses homens nesse período complicado da Argélia. Enquanto praticavam seus atos, os religiosos precisam lidar com uma guerra civil e acabam se colocando na frente da linha de fogo entre os terroristas e o governo que atua de modo não menos violento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;Além das belas imagens, do clima contemplativo que o diretor criou, o filme é uma defesa indireta da vida monástica, além de proporcionar alguns debates profundos sobre temas teológicos sobre a encarnação. Por tudo isso acredito que vale a pena assisti-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-9141131757089069372?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/9141131757089069372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/filme-dos-homens-dos-deuses.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/9141131757089069372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/9141131757089069372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/filme-dos-homens-dos-deuses.html' title='FILME: DOS HOMENS, DOS DEUSES'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-JHdBV_FMioI/TfbazR2ofYI/AAAAAAAAAc0/0DFqUxmyA8Q/s72-c/Homens%2Be%2BDeuses%2B%2528Des%2BHommes%2Bet%2Bdes%2BDieux%2529%2B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-2180337164809716519</id><published>2011-06-13T20:41:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:44:48.074-07:00</updated><title type='text'>NO QUE ACREDITAM OS ANGLICANOS? [1]</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TCWNTJh9-xg/TfbZIpxuZ7I/AAAAAAAAAcs/svG5keW97yw/s1600/41573_68777631116_6704603_n.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-TCWNTJh9-xg/TfbZIpxuZ7I/AAAAAAAAAcs/svG5keW97yw/s320/41573_68777631116_6704603_n.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617916327867869106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px; line-height: 21px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Rev.Pe. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height: 115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Em minha prática pastoral, de vez em quando acontecem situações curiosas. Em mais de uma vez fui indagado sobre se minha igreja era “católica” ou “protestante”, se deveria me chamar de “padre” ou “pastor”, se acreditávamos no “batismo com o Espírito Santo e nos dons espirituais”. Além disso, alguns questionam qual a nossa “doutrina oficial” sobre a Eucaristia, o juízo final e a Virgem Maria. Creio que esses questionamentos também já devem ter sido feito a muitos paroquianos. Nesse sentido este texto busca esclarecer o que é aceito pela maioria dos anglicanos no tempo e no espaço (Dogmas), o que é visto como questões importantes, mas secundarias (doutrinas) e o que é visto como questão individual, sem muita importância (opiniões). Há uma “hierarquia de verdades” que necessita ser conhecida.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:18.0pt; mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;1)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Dogma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;A crença é considerada “dogma” quando se mostra essencial ao Evangelho e Tradição. Em outras palavras, quando sua negação parece acarretar &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;apostagia&lt;/i&gt; (abandono) ou &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;heresia&lt;/i&gt; (separação) da fé cristã. O termo deriva do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega" title="Língua grega"&gt;&lt;span style="color:windowtext;text-decoration:none; text-underline:none"&gt;grego&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  δοκέω (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;dokeo&lt;/i&gt;) que significa “pensar, imaginar ou ter uma opinião”. Em Atos 16, 4, as decisões disciplinares tomadas pelo “Concilio dos Apóstolos” (At 15,28) são designados como &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;dogmata&lt;/i&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;O dogma surgiu como uma resposta às verdades da fé cristã ameaçadas por grupos rebeldes e dissidentes. A rejeição do dogma sempre foi considerada motivo que podia levar à expulsão da Igreja. Dogmas são como “axiomas” na matemática, princípios fundamentais que devem ser respeitados por todos os seguidores de uma religião. Na Idade Média, Santo Tomás de Aquino, na &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Suma Teológica&lt;/i&gt;, chamava de “Artigos de Fé”, os principais dogmas cristãos e enunciou as condições para que fossem aceitos como tal: 1) verdades que são reveladas diretamente das Sagradas Escrituras; 2) têm grande importância para a fé e a vida cristã, 3) pertencem a um símbolo (credo) ecumênico. Foi somente após a chegada da modernidade que o dogma passou a ser visto como alguma coisa ruim, irracional, um verdadeiro obstáculo ao pensamento. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;Os Dogmas anglicanos estão sintetizados nos dois credos históricos: o Apostólico e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_Niceno-Constantinopolitano" title="Credo Niceno-Constantinopolitano"&gt;&lt;span style="color:windowtext; text-decoration:none;text-underline:none"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Niceno-Constantinopolitano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Esse minimalismo na definição dos conteúdos da fé faz com que a Igreja Anglicana não seja uma igreja confessional ou doutrinal. É uma igreja “credal” pois exige que seus membros vinculem a fé apenas aos credos históricos da igreja antiga. Mas por que deveríamos nos interessar por algo que tenha ocorrido há tanto tempo? A resposta é óbvia. Porque seria tolice saltar diretamente da Bíblia para os dias de hoje. De fato, não somos a primeira geração, depois da igreja primitiva, a esforçar-se para ser a comunidade de Cristo na terra. Pelo contrário, somos a encarnação de uma “trajetória” histórica – o povo de Deus ao longo dos séculos. A Igreja, da era patrística até o presente, sempre buscou expressar corretamente sua fé. Nossos antepassados, tal como nós, preocuparam-se com o significado da mensagem bíblica. Suas deliberações, conclusões e confissões nos proporcionam um legado seguro e duradouro. Eles nos deixaram uma vasta herança, uma valiosa ferramenta, que são os credos históricos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;Outro aspecto importante é o ecumenismo. Tomar os credos como referência dogmática nos faz mais conscientes que somos membros de uma comunidade de fé que abarca 2000 anos de história. Ao recitarmos nossa fé dominicalmente sabemos que estamos em comunhão com a fé inicial da Igreja, o &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;depositum fidei&lt;/i&gt;. As formulações dos credos resistiram ao teste do tempo e tornaram-se declarações clássicas da verdade teológica, figurando como marcos na historia da Igreja. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;Essas confissões de fé deixaram o povo de Deus coeso ao longo dos séculos. Delimitaram as fronteiras da ortodoxia da Igreja. Por exemplo, ao longo dos tempos a igreja proclamou que Jesus Cristo é plenamente divino e humano. Assim, para ser verdadeiramente cristã, a resposta à pergunta: “Quem é Jesus?” tem de afirmar esses dois aspectos de sua pessoa. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;Dessa forma quando um sectário bater à nossa porta para afirmar que Cristo não é o Filho eterno igual ao Pai sabemos que estamos lidando com alguém fora de sintonia com esse dogma fundamental da fé cristã. Por isso a Igreja Anglicana do Brasil recusa-se a adotar os “39 Artigos de Religião” porque esses não são credais, mas confessionais. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Na época de sua redação era extremamente forte a influência calvinista na Inglaterra. Os 39 artigos definem muitas coisas consideradas “não-essenciais” e restringe o diálogo ecumênico. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Assim, no sentido estrito da palavra, não há nenhuma doutrina teológica especificamente anglicana, como existe uma “doutrina romana”, “luterana” ou “presbiteriana”. Isso não significa, porém, que as igrejas anglicanas não tenham um “discurso oficial” sobre certos pontos teológicos. Afirmar que não somos uma igreja doutrinal não é o mesmo que dizer que não temos doutrina alguma. Dizer que não estamos fechados a sociedade e as outras igrejas não significa dizer que somos simplesmente uma “Maria vai com as outras”, ou como dizia São Paulo: “jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina” (Ef.4,14). Não somos uma ONG humanista, nem um clube de livres pensadores. Afinal se qualquer time de futebol exige que seus jogadores aceitem as regras e os padrões do seu clube, por que deveria a nossa igreja deixar questões de fé completamente abertas aos sentimentos e preferências arbitrárias dos indivíduos?&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:18.0pt; mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;2)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Doutrina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;A Doutrina, no sentido em que usamos aqui, representa a crença considerada importante sem ser essencial. Ou seja, uma igreja ou denominação cristã específica pode considerar tal crença um teste para a comunhão sem asseverar que sua negação seja apostasia. A IEAB compartilha com toda a Comunhão Anglicana o “Quadrilátero de Lambeth” como base para o diálogo ecumênico e que demarca sua postura diante do que considera inegociável nos acordos bilaterais entre igrejas cristãs. Os anglicanos manifestam suas crenças em dois documentos básicos: O Quadrilátero de Lamberth e o Livro de Oração Comum (LOC). O LOC é uma espécie de “bíblia” da adoração comunitária e individual. Há três orações principais: matinas, vésperas e completas. O centro da adoração é a celebração eucarística dominical. O Quadrilátero tem servido de base dogmática para a unidade interna e externa de nossa Comunhão e afirma quatro crenças essenciais:&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(1ª) A importância da Revelação profética&lt;/i&gt;. “Cremos que as Sagradas Escrituras contêm todas as coisas necessárias para a salvação”. Toda nossa doutrina e liturgia estão baseadas e fundamentadas na Bíblia: Cremos no Primeiro e no Segundo Testamento. Ao afirmarmos isso destacamos: a) a continuidade de nossa Igreja com a tradição profética semítica, a supremacia do texto bíblico sobre as autoridades humanas e a negação do enfoque fundamentalista bíblico;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(2ª) A continuidade Apostólica&lt;/i&gt;. “Os Credos Apostólico e Niceno – Escritos no tempo da igreja indivisa, constituem a confissão normativa da fé católica que preservamos ainda hoje”. Somos uma igreja histórica, herdeira de uma Tradição de 2000 anos. Consideramos-nos uma parte importante da Igreja de Cristo, mas não a sua totalidade;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(3ª) A realidade da graça divina.&lt;/i&gt; “A Igreja Anglicana professa o Batismo e a Eucaristia como legítimos sacramentos diretamente ordenados por Cristo, sendo eles sinais eficazes da graça e da boa vontade de Deus para conosco.” A Igreja Anglicana é uma igreja sacramental. Os sacramentos são sinais externos e visíveis de uma graça divina interna e espiritual. Os sacramentos expressam nossa crença na natureza sacramental do universo e da vida, significando que Deus está presente e atuante na criação em todos os seus aspectos. Para nós Cristo é o maior dos sacramentos. Há dois sacramentos principais: o&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt; Santo Batismo &lt;/i&gt;e a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Santa Eucaristia&lt;/i&gt; e outros cinco, chamados também de sacramentos menores ou ritos sacramentais (Crisma, Ordem, Matrimônio Reconciliação e Unção dos Enfermos) que testemunham a presença divina em nossas vidas;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(4ª) A necessidade de uma comunidade de fé.&lt;/i&gt; “Professamos que a autoridade transmitida por Cristo aos apóstolos e por esses aos seus sucessores (incluindo nossos bispos) é, ao mesmo tempo, garantia e expressão da universalidade e apostolicidade da Igreja”. Para nós a fé não é uma atitude egoísta e solitária. A fé cristã se fundamenta no amor ao próximo e na vida em comunidade. Toda comunidade precisa de líderes. Nossos líderes são os bispos. Na Tradição Anglicana a autoridade é descrita como um círculo, onde o poder flui de fora para dentro. Nosso líder mundial é o 105º Arcebispo de Cantuária, sua Graça Rowan Williams, mas ele não tem autoridade legal fora de sua Província. Ele serve como guia espiritual e símbolo da unidade, mas não é nosso Papa. Na nossa tradição os leigos também têm poder em todos os níveis das igrejas anglicanas: eles escolhem seus bispos e padres e participam do dia a dia de suas comunidades. As mulheres também participam do ministério ordenado em igualdade de condições com os homens.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Como uma Igreja Cristã temos uma Missão a cumprir. Essa missão possui cinco dimensões: a) proclamar as boas novas do Evangelho; b) batizar, ensinar e nutrir pastoralmente nossos fiéis; c) servir com amor aos necessitados; d) lutar pela transformação das estruturas injustas; e) zelar pela integridade da vida em todas as suas manifestações. Para isso precisamos de todas as pessoas de boa vontade. A Igreja Anglicana é essencialmente ecumênica. Somos uma Igreja que se considera parte da Igreja Cristã e não a única dona da verdade. Não afirmamos saber tudo sobre Deus e as religiões. Cremos que a paz no mundo passa pela paz entre as crenças e pelo testemunho de unidade dos Cristãos. Assim a negação de uma doutrina pode até ser considerada heresia, mas não diretamente apostasia. Outros exemplos de doutrina anglicana são o batismo infantil, a liturgia, as ordens monásticas e etc. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;No caso da IEAB, a instância que define as doutrinas oficiais é o Sínodo Geral que reúne trienalmente bispos, representantes clericais e representantes leigos das dioceses. De acordo com a Constituição da IEAB, somente o sínodo pode aprovar, emendar ou reformar os documentos oficiais da igreja que normatizam o culto, a disciplina e a doutrina da IEAB. Mas, por ser parte da Comunhão Anglicana, isso sempre deve ser feito em processo de consulta e escuta das outras igrejas procedentes da tradição anglicana, na reunião de todos os bispos anglicanos, sob a direção do Arcebispo de Cantuária, a cada dez anos (A Conferência de Lamberth).&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Os documentos que contêm o “discurso oficial” da IEAB são: o Livro de Oração Comum (LOC) e o Resumo da Fé Cristã Comumente Chamado Catecismo. O Catecismo é usado (ou deveria ser) para a transmissão aos neófitos dos conteúdos que a igreja julga essenciais para a fé. O LOC é usado para a realização das missas e cerimônias sacramentais (confirmação, batismo, casamento), funerais, etc., contendo a forma como a igreja regula sua celebração litúrgica. Tais documentos mencionam ou listam outros textos considerados essenciais para a compreensão da fé professada pela IEAB: o Credo Apostólico e o Credo Niceno. O Catecismo menciona também o Credo Atanasiano, embora pouquíssimos leigos (e mesmo clérigos) o conheçam. Os “39 Artigos de Religião”, são considerados, na IEAB e em outros países (Estados Unidos, Canadá, etc.), apenas um documento histórico de estudo e consulta.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm;margin-left:36.0pt; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:18.0pt; mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;3)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Opinião&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;A crença é relegada à condição de opinião quando é considerada interessante, porém relativamente sem importância para a fé cristã. A pessoa tem permissão para crer o que preferir acerca do assunto, desde que não cause conflito com algum dogma ou com alguma doutrina. Discordar desse tipo de crença constitui simplesmente diferença de interpretação. Isso não implica que toda opinião tenha igual valor ou importância, mas que aceitá-la ou não é uma questão em aberto. São Paulo, por exemplo, expõe sua opinião sobre a relação entre celibato e casamento nesses termos: “não digo isso como uma ordem, mas como sugestão” (1 Co 7, 6). &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;Exemplos de opinião no anglicanismo é a questão quanto ao significado preciso da presença real de Cristo na Eucaristia (Consubstanciação, Presença Espiritual ou Transubstanciação), o número preciso dos sacramentos, a ação do Espírito Santo (Batismo com o Espírito Santo, dons espirituais etc.), a realidade dos anjos e demônios, a segunda vinda de Cristo (Pré-milenarismo, pós-milenalismo ou amilinelismo), o papel da Virgem Maria e dos santos na vida da Igreja (modelos de fé e interseção). As opiniões são encontradas nos escritos individuais dos teólogos e em documentos finais de encontros e congressos que discutem questões especificas da fé e da prática anglicana. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:18.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Questões polêmicas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:18.0pt; line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;      &lt;/span&gt;Com a sua postura credal, a IEAB acaba permitindo mais pluralismo e diversidade hermenêutica. Numa igreja assim, a capacidade de convivência com a alteridade é fundamental para a sobrevivência institucional. Essa alteridade se manifesta em pelo menos três grandes tendências teológicas (que às vezes se misturam, de acordo com interesses políticos circunstanciais): são os “anglo-católicos”, os “evangélicos” e os “liberais”.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Simplificando, os anglo-católicos tendem a enfatizar a tradição anterior à Reforma, principalmente a Patrística e se aproximam dos católicos romanos e ortodoxos. Dão muito valor aos ritos sacramentais e símbolos litúrgicos. Sua eclesiologia é mais institucional (ou “alta” como preferem), afirmando que o episcopado é essencial (“esse”) à existência da Igreja. Os “evangélicos” enfatizam mais os princípios da Reforma Protestante (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;sola scriptura&lt;/i&gt;, justificação pela fé, regeneração etc.), centralizam-se na pregação, preferem uma liturgia menos formal e interpretam os sacramentos numa linha mais calvinista ou luterana. Defendem uma eclesiologia orgânica que aceita o episcopado não como “essencial”, mas como funcional (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;bene esse&lt;/i&gt;). Os chamados “liberais” podem ser oriundos do anglo-catolicismo ou da ala evangélica, mas seus referenciais teológicos são encontrados no século XVIII e XIX, enfatizando princípios do humanismo e do racionalismo. Prezam a razão, a intelectualidade, a cientificidade, uma interpretação mais social do Reino de Deus e abrem-se ao uso do método histórico crítico aplicado à Bíblia e à Dogmática.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;O problema é que esses grupos não seguem uma única classificação. As categorias de “dogma”, “doutrina” e “opinião” são organizadas de forma diferente, de modo que o que é dogma para um pode ser doutrina para outro ou mesmo simples opinião. Como não temos mecanismos capazes de manter a unidade mundial da nossa igreja isso acaba tendo forte impacto no interior da Comunhão Anglicana. &lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Assim determinado grupo pode considerar dogma a crença no nascimento virginal de Jesus Cristo e tratar como não-cristão qualquer um que negue esse ponto, enquanto outro pode considerar a mesma crença como uma doutrina. Mas outro mais radical deseja relegá-la ao nível de mera opinião. Não são apenas em questões diretamente teológicas que esse debate acontece. No âmbito da liturgia (o uso de paramentos especiais pelo clero, por exemplo) ou da moral (divergência sobre a homossexualidade).&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Em geral os grupos mais conservadores e ortodoxos tendem a esvaziar as categorias de doutrina e opinião. O perigo dessa tendência é retirar a possibilidade do debate e da convivência de diferentes pontos de vista. Enquanto isso os grupo mais liberais ou modernistas tendem a esvaziar completamente as categorias de dogma e de doutrina, deixando cada vez mais questões de julgamento privado dos indivíduos. O problema é que na prática esvaziar as categorias corresponde a transformar opinião em doutrina ou aceitar pelo menos um único dogma: a de que não existe dogma.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:18.0pt"&gt;Finalmente acredito que precisamos encontrar meios de garantir a unidade e a inclusividade do anglicanismo. A Inclusividade exige capacidade de mediação, acordos, pactos, concessões. Toda tradição cristã, anglicana, ortodoxa, evangélica, é a objetivação da fé cristã. A Igreja não é estranha ao projeto de Deus, ela é parte essencial de sua encarnação. Parafraseando Leonardo Boff, ser anglicano significa aceitar uma atitude afirmativa de sua instituição e tradição. Quem assume uma igreja assume uma dada estrutura, um caminho determinado. Ninguém é cristão no vácuo. Não é possível professar uma fé sem palavras, sem símbolos, sem gestos, sem uma comunidade, sem um quadro vital de referencia: “Para ser cristão faz-se mister coragem para o provisório, para o dogma, para o direito, para a norma moral e a disciplina litúrgica. Sem um esqueleto não se sustenta um ser vivente”. &lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote-list"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;   &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/PC/Meus%20documentos/Downloads/No%20que%20acreditam%20os%20anglicanos.docx#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language: PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;As principais fontes para este texto são os textos “Anglicanismo no Brasil” do Rev. Carlos Eduardo Calvani e o livro “Iniciação à Teologia” de Stanley Grenz e Roger Olson. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-2180337164809716519?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/2180337164809716519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/no-que-acreditam-os-anglicanos-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2180337164809716519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/2180337164809716519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/no-que-acreditam-os-anglicanos-1.html' title='NO QUE ACREDITAM OS ANGLICANOS? [1]'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TCWNTJh9-xg/TfbZIpxuZ7I/AAAAAAAAAcs/svG5keW97yw/s72-c/41573_68777631116_6704603_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-5560940023880454322</id><published>2011-06-13T20:38:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:41:06.839-07:00</updated><title type='text'>VISITA EPISOCPAL E CONFIRMAÇÃO EM NATAL - RN</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XMYW2o2Kni4/TfbYP-jwIBI/AAAAAAAAAck/DXaoIOtjKmU/s1600/p%25C3%25A1scoa%2B093.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-XMYW2o2Kni4/TfbYP-jwIBI/AAAAAAAAAck/DXaoIOtjKmU/s320/p%25C3%25A1scoa%2B093.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617915354193862674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi;text-transform:uppercase"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi"&gt;Revdo. Pe. Rodson Ricardo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt; text-align:right;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font: minor-bidi"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; text-transform:uppercase"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;         &lt;/span&gt;A C&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi"&gt;omunidade Anglicana da Natividade, Natal- RN recebeu a visita do seu bispo diocesano, Dom Sebastião Armando Gameleira, nos dias 03 a 05 de junho de 2011. Clero e seminaristas receberam seu pastor no Aeroporto às 22 horas da sexta-feira. O bispo cumpriu uma intensa agenda em terras potiguares. Após o café da manhã, Dom Sebastião, acompanhado dos clérigos de Natal, Rev.Pe. Rodson Ricardo e Rev. Diac. Gecionny Pinto rezaram as Matinas na presença de alguns seminaristas. A parte da manhã foi dedicada à escuta e aconselhamento dos seminaristas. À tarde, aconteceu o encontro com todos os seminaristas e vocacionados. O bispo desenvolveu o significado do chamado vocacional, a parte do Evangelho de São Marcos. A noite foi feita a reunião com os confirmandos e recebidos na Comunhão Anglicana. Na oportunidade o Bispo enfatizou a importância de se conhecer os dons a serem utilizados no crescimento da Igreja. Ma manhã do Domingo, dia da Ascensão, o bispo presidiu a missa solene de Confirmação. Na oportunidade o bispo confirmou e recebeu, com a imposição e o óleo da crisma, 11 (onze) novos membros na comunidade. Os anglicanos potiguares agradecem a Deus pelas novas vocações e pela vida e ministério de seu bispo diocesano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2661478062541546267-5560940023880454322?l=anatividade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anatividade.blogspot.com/feeds/5560940023880454322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/visita-episocpal-e-confirmacao-em-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5560940023880454322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2661478062541546267/posts/default/5560940023880454322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatividade.blogspot.com/2011/06/visita-episocpal-e-confirmacao-em-natal.html' title='VISITA EPISOCPAL E CONFIRMAÇÃO EM NATAL - RN'/><author><name>Padre Rodson Ricardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01962368405321538045</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XMYW2o2Kni4/TfbYP-jwIBI/AAAAAAAAAck/DXaoIOtjKmU/s72-c/p%25C3%25A1scoa%2B093.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2661478062541546267.post-3071941346354143720</id><published>2011-06-13T20:30:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T20:37:55.760-07:00</updated><title type='text'>NOTAS SOBRE O DIREITO CANÔNICO ANGLICANO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Z85JhfVmYR4/TfbXc-W-1pI/AAAAAAAAAcc/s2jZO18sjZU/s1600/capa_cdc_.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Z85JhfVmYR4/TfbXc-W-1pI/AAAAAAAAAcc/s2jZO18sjZU/s320/capa_cdc_.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617914477966972562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:0cm; margin-left:155.95pt;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 155.95pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Rorate Coeli desuper et nubes pluant iustum: Aperiatur terra et germinet salvatorem: Et iustitia oriatur simul: Ego Dominus creavi eum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-style: italic; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 155.95pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;[Céus, lançai lá do alto o vosso orvalho, e as nuvens façam chover o Justo; Abra-se a terra e germine o Salvador, e ao mesmo tempo nasça da terra a justiça. Eu, o Senhor, é que a criei”].&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="font-style: italic; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 155.95pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;(Isaias XLV, 6-8, Antiga Antífona do Advento)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="font-style: italic; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="font-style: italic; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Rev.Dr. Rodson Ricardo Souza do Nascimento&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA; mso-bidi-font-weight:bold"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="font-style: italic; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;Introdução &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Poucos são os textos que tratam da questão do direito canônico na Igreja Anglicana no Brasil. Muitos são os fatores responsáveis por isso, um deles pode ser atribuído a forte influência da tradição protestante nas origens da Província. Como sabemos para os reformadores, como Lutero (1483-1546) ou Calvino (1509-1564), o direito canônico impedia uma verdadeira escuta da Bíblia e desnaturava a Igreja, “transformando em um corpo político o que era uma comunidade de santos”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Para outros, como Melanchton (1497-1560), havia o perigo de que a Igreja usurpasse o papel do Estado, que passava a ser percebido como principal representante da autoridade divina&lt;a style="mso-footnote-id:ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Outro fator limitador dos estudos sobre o direito foi a hegemonia da teologia liberal e da libertação no Brasil com suas dificuldades em conciliar “lei” e “graça” ou “carisma” e “poder”. Finalmente é preciso considerar o advento da pós-modernidade, com sua ênfase na liberdade, autonomia e subjetividades radicais, o que se aliado ao histórico “jeitinho brasileiro”, explica a pouca importância que o estudo das leis desperta em nossa Igreja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Mas é preciso superar esse quadro. Para isso devemos entender que a experiência jurídica é constitutiva do ser humano enquanto ser social. Por isso o estudo desta experiência conduz, pois, a um aprofundamento da antropologia teológica que, por sua vez, viabiliza a compreensão do fenômeno jurídico na Igreja, sociedade ao mesmo tempo divina e humana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;1. A relação entre direito e teologia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;As relações entre a religião e o Direito são muito antigas, como lembra um especialista: “A relação dialética retroalimentadora entre religião, moral e direito caracterizou as sociedades humanas, desde as mais remotas formas de organização. Dos grupos tribais à Idade Média, podemos encontrar as instituições sociais e políticas, garantindo a circularidade entre essas dimensões normativas, sob o amparo de uma unidade de poder referenciado direta e indiretamente por um fundamento religioso”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Um conceito fundamental para essa inter-relação é o de “lei natural” (Lex naturalis) herdada da filosofia estóica romana. Tal conceito garantia a fundamentação racional para o direito e impedia a lei de se tornar apenas um reflexo do exercício do poder do forte sobre o fraco, como, aliás, parece ser o problema com algumas das filosofias contemporâneas. Graças a esse conceito, compartilhado pelos pagãos e pelo monoteísmo judaico-cristão era possível a legitimação da lei: “a coerção, seu mecanismo inerente, não podia ser exercida sem que um consenso anterior fosse conseguido, em nome de uma fonte autoritativa maior. Nos vários povos, a lei esteve relacionada de algum modo à divindade, seja como fonte transcende que inscreve na natureza suas regras fixas, seja como reveladora de uma norma positiva a ser vivenciada pelo povo”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn5" name="_ftnref5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. São Paulo, na Epistola aos Romanos desenvolve com maestria a relação entre Lei, Moral e Revelação (Cf. Romanos 1-3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;É essa a leitura teológica que fazia São Paulo e São Tomás de Aquino (1224-1274): “Para ele, toda a lei e toda a autoridade têm suas raízes na lei eterna (Lex aeterna), a razão divina que rege e ordena toda criação. Todos os homens participam dessa lei eterna pela lei natural (Lex naturalis) que está neles” (ST Ia IIIae, q.79, a.2; q.94).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;O cristianismo é uma religião profética e histórica. E a crença numa lei revelada por Deus faz parte do núcleo da história da salvação. Os Dez Mandamentos, designados de Decálogo na linguagem teológica e presente na nossa liturgia&lt;a style="mso-footnote-id:ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn6" name="_ftnref6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, pertencem aos textos do AT mais conhecidos do Ocidente. Como afirma Boecker: “Aqui, a totalidade da ética humana aparece na forma extraordinariamente concisa e concentrada, tanto em vista do comportamento em relação a Deus quanto do comportamento em relação às outras pessoas”.&lt;a style="mso-footnote-id:ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn7" name="_ftnref7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Não é a toa que os profetas exerceram o papel de “procuradores” da Lei de Deus, de defensores de seu cumprimento por parte de todos, principalmente pelos governantes, afirmando a justiça para com os pobres e necessitados, em especial as “viúvas e os órfãos”. O cristianismo não negará a lei (Mt 5,17)mas exigirá a superação de sua mera formalidade: “antes da letra, o espírito”. A justiça dos seguidores do Cristo deve “exceder à dos escribas e fariseus” (Mt 5,20). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Jesus critica asperamente o sistema legal rabínico, porque esse destorcera a vontade de Deus; contudo, Jesus fornece normas segundo as quais devem ser regradas situações concretas, que podem pôr em perigo a paz e a comunhão entre os fiéis (Mt 18,15-17; Mc 10,1-31) e o modo de difundir o evangelho (Mc 6,7-13). Jesus afirma uma nova ordenação da Igreja, que deve basear-se em sua própria pessoa. A lei de Moisés, na realidade, permanece em vigor apenas pelo fato de ter sua consumação em Cristo, que exprime e cumpre plenamente a vontade de Deus; sem ele, a lei deve ser considerada incompleta (Mt 5,17-19.31.48; 19,3-9). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;A nova ordenação da comunidade deve basear-se na lei fundamental do amor também pelos inimigos (Mt 5,21-26.43-48; Lc 6,27-28.32-36). Todas as leis, as normas, as regras, na comunidade cristã, por um lado, devem ser determinações concretas da lei fundamental do amor e, por outro lado, como conseqüência, indicam o caminho para o cumprimento dessa mesma lei. Portanto, podemos dizer que nos Evangelhos Sinóticos se encontra a afirmação da continuidade e da permanência da lei mosaica, em virtude da consumação dessa por Jesus, mas, ao mesmo tempo, também a novidade absoluta do modo de agir dos fiéis em Cristo, até a crítica radical aos fariseus (Mt 23,1-31).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;2. As origens do Direito Eclesial&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;No início não havia um direito eclesial sistemático. Foi somente com a expansão e consolidação da Igreja que esse se tornou necessário. Num primeiro momento, bastava as Escrituras e pequenos textos como o Didaquê (250 D.C) para a organização das comunidades. Essa nova lei supera a ética fria da lei grega e romana. Não que a nova legislação fosse o oposto da anterior, ou mais branda, pelo contrário: “Sede perfeitos como o Pai celeste é perfeito” (Mt 5) é o núcleo naquele momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Assim, a comunidade primitiva, embora não nos transmita um novo código de leis que tome o lugar daquele do Antigo Testamento, está bem consciente da presença do Espírito Santo e de que as leis positivas exprimem a vontade de Deus. Basta citar a decisão tomada pelos Apóstolos e pelos anciãos em Jerusalém: “&lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;Decidimos, o Espírito Santo e nós...”&lt;/span&gt;(At 15,28). Vê-se claramente que as regras concretas do comportamento cristão, as normas positivas, procedem do Espírito Santo, que age por meio da assembléia dos Apóstolos e dos anciãos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Em síntese, podemos afirmar que nos escritos do Novo Testamento encontramos uma continuidade de ensinamento. A afirmação fundamental é que todas as regras, normas e leis positivas têm sentido na comunidade cristã só em relação a Cristo. O comportamento dos fiéis em suas relações mútuas e a ordem da comunidade não se fundamentam nas leis positivas em si mesmas, mas na comunhão com o Cristo Ressuscitado. A norma na vida cristã não tem seu sentido no fato de conter uma ordem que deva ser executada, mas no fato de que é o fruto da auto-compreensão da comunhão dos indivíduos e da comunidade em seu conjunto com Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Dessa forma a obrigação da observância da lei na comunidade cristã não surge tanto do fato de que a lei é dada e promulgada por um legítimo legislador dotado de poder, mas, sobretudo pelo fato de que é animada pelo Espírito de Cristo. A lei positiva da comunidade cristã, não só deve mostrar onde está o pecado, mas, antes de tudo, deve indicar qual é o comportamento que se deve ter segundo a lei interna do amor, segundo a ação do Espírito Santo, para poder alcançar e reforçar a comunhão com Deus em Jesus Cristo e com os irmãos (Cf. 1 Jo 2, 3-10; Mt 18, 15-17). O legislador eclesiástico, então, quer no momento da primeira produção das normas, quer para prover à renovação delas, deverá confrontar-se com o mistério da salvação, que se torna presente na vida de cada um dos fiéis e de toda a comunidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;3. Do direito ao direito Canônico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;A definição de “Direito” não é simples. Para uso desse texto a entendamos como o conjunto das normas que regem a vida em sociedade. No nosso caso a sociedade é a igreja e o “Direito Canônico” é “o conjunto de leis propostas, elaboradas ou canonizadas pela Igreja, numa determinada época”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn8" name="_ftnref8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou ainda: “o conjunto de normas jurídicas, de origem divina ou humana, reconhecidas ou promulgadas pela autoridade competente da Igreja Católica, que determinam a organização e atuação da própria Igreja e de seus fiéis, em relação aos fins que lhe são próprios”.&lt;a style="mso-footnote-id:ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn9" name="_ftnref9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;A palavra “Católica” aqui não é exclusiva da Igreja Católica Romana (ICAR), mas das demais igrejas que são “universais” e que adotam algum tipo de “direito canônico” como as Igrejas Ortodoxas e as que fazem parte da Comunhão Anglicana. A forma como essas leis são promulgadas, sua abrangência e interpretação, e às vezes sua abjudicação varia muito entre essas três tradições. Porém a referência ao termo “cânone” (&lt;span style="color:black"&gt;κανών) faz referência as origens do cristianismo, visto que cânones eram as resoluções de um conselho ecumênico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Uma Igreja Católica possui na sua estrutura um caráter ecumênico (universal) e colegiado, colocando como instrumento para a salvação de todos os seres humanos. É essa tendência universalista que provoca a emergência de uma dualidade legal entre a Igreja Cristã – Una, Santa, Católica e Apostólica – e a realidade positiva dos diversos direitos e culturas locais. Jesus Cristo já havia avisado sobre isso: “meu reino não é deste mundo” ou “dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. A Igreja, devido a essa vocação universal, em tese, não se identificou com qualquer Estado, e pôde ter seu Direito Canônico aplicado a todos os fiéis, independentemente da nacionalidade e do Estado a que estejam ligados, no entanto isso não é nada simples.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Além disso, nessas igrejas é possível distinguir três níveis de ordenamento canônico. Há aqueles originados claramente de Deus, que são somente propostos pela Igreja: trata-se de prescrições de direito natural (descobertas na natureza humana), ou de direito divino positivo (formuladas verbalmente na Bíblia; por exemplo, os Dez Mandamentos). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Existem também outros direitos que são elaborados pelos dirigentes da Igreja, em virtude do poder legislativo de que dispõem. Outros, por fim, são apenas aprovados, são como que emprestados aos ordenamentos jurídicos estatais, e como tais canonizados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;São os cânones que formam o direito canônico, sendo que cânone é uma regra adotada por um Concílio Ecumênico, reunião de autoridades eclesiásticas com o objetivo de discutir e deliberar sobre questões religiosas. O primeiro concílio, registrado por Lucas, ocorreu em Jerusalém, logo após a morte de Cristo, conforme pode ser lido no livro dos Atos, quando os Apóstolos reuniram-se para tratar sobre temas de interesse dos primeiros cristãos (Cf. At 15). É importante salientar que foi a partir do século VIII que o direito canônico passou a ser assim denominado e, até o advento do Decreto de Graciano no século XII, não era uma ciência autônoma em relação à teologia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;O direito canônico ganha força porque a Igreja também possui um corpo social e visível e, portanto, necessita de normas que estabeleçam sua estrutura hierárquica e orgânica, definindo, com base na justiça inspirada na caridade, as relações entre os fiéis e os direitos de cada um. Com a finalidade de fortalecer a comunhão eclesial e proteger os direitos dos fiéis, as leis canônicas foram elaboradas com base na fonte primária da religião cristã, principalmente em relação aos seus aspectos jurídicos, que partem do previsto nos livros do Antigo e do Novo Testamento, dos quais emana toda a tradição jurídico-legislativa da Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;3. Teologia e Direito na Igreja Anglicana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Apesar da pouca relevância desse tema na atualidade as relações entre o direito e a teologia têm uma longa tradição no anglicanismo. Isso se deve em grande medida, ao gênio e a obra de Richard Hooker (1554-1600). Como sabemos qualquer pesquisa sobre a formação doutrinária do anglicanismo passa pela sua obra máxima: “As leis da Política Eclesiástica” (1594-1648).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Um estudo da sua iconografia nos ajuda a entender a intenção do seu autor. A gravura de William Hole (1600-1624), enviada ao rei Jaime I (1566-1625), oferece uma “morada de paz”. A harmonia por meio de uma legislação justa e pia. Nela o Estado é apresentado como um sólido edifício com seu poder emanando do tetragrama (as quatro letras hebraicas usadas para expressar o inefável nome de Deus, e sua lei natural); um livro (a Bíblia, sem dúvida) na mão de uma mulher, que representa a piedade reformada; uma bela catedral (a fé cristã, a Igreja da Inglaterra), e através de seu cetro, o rei James I (a razão e a experiência). O edifício civil também é apoiado por duas figuras femininas que representam a caridade, à esquerda e à justiça, à direita. Finalmente, no centro da gravura, ao fundo, a figura de uma mulher sentada (talvez a Inglaterra) com uma âncora aos seus pés.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Se a gravura da capa é a representação das relações entre a igreja e o Estado inglês, o livro é visto como a primeira resposta sistemática às críticas dos romanistas e puritanos a natureza da Igreja da Inglaterra.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Trata-se de um tratado teológico – legal com fortes influências aristotélicas. Há nele uma ênfase forte na realidade do direito natural e da razão humana reveladas na criação. Segundo Hooker, as leis positivas da Igreja da Inglaterra são desenvolvidas a partir da inter-relação entre as esferas da revelação bíblica, da Tradição e da razão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;O texto é uma resposta aberta as críticas dos puritanos ao governo episcopal inglês. Ao fazer sua defesa dos bispos e da monarquia Hooker acaba expondo idéias originais sobre a autoridade e legitimidade do poder civil e religioso, a natureza do direito, a diversidade das leis, incluindo as leis físicas e eclesiásticas. No decorrer do livro, ele apresenta a visão da Igreja Anglicana, e a sua visão original sobre a descoberta da verdade: a “via - média” ou “caminho do meio” e mostra como essa concepção difere tanto da visão dos puritanos quanto dos católicos romanos de então.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Tudo isso explica o efeito que o livro teve sobre a Inglaterra e o anglicanismo. Um exemplo da influência da teologia política hookiana sobre seus contemporâneos é dado por John Locke (1632-1704), no seu “Segundo Tratado sobre o governo” de 1689, cujo subtítulo: “ensaio relativo à verdadeira origem, extensão e objetivo do governo civil” cita várias vezes o “judicioso” Hooker. Desnecessário lembrar como a obra de Looke, e indiretamente a teologia de Hooker, irão influenciar a filosofia política americana nos fins dos anos de 1700. Ironicamente até mesmo o Papa Clemente VIII, que morreria em 1605, mesmo sabendo das fortes críticas do livro ao que Hooker considerava os “erros de Roma”, reconheceu no livro uma obra de importância, chegando a afirmar que por ele, Hooker mereceria o purgatório: “Ele tem em suas sementes da eternidade, com as quais irá se purificar no fogo até completar sua aprendizagem!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;4. O Direito canônico na Igreja Anglicana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Inicialmente não há grandes mudanças no direito canônico inglês. Diferente dos reformadores continentais que o abandonaram inteiramente, na Inglaterra ele foi ignorado e suas mudanças devem-se muito mais as transformações dos costumes que a claros princípios teológicos. Como lembra o relatório da ARCIC: “Durante a reforma, a Igreja da Inglaterra renegou a supremacia papal, reconheceu o Soberano como seu Governante Supremo, e adotou o inglês como o idioma de sua liturgia. Assim pois, a vida da Igreja, a cultura da nação e a lei da terra foram inexoravelmente associados”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn10" name="_ftnref10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Um exemplo disso é a questão da legislação sobre o matrimônio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Diferente dos reformadores continentais que prontamente adotaram uma interpretação ampla do ensinamento de Jesus sobre o tema (Cf. Mt 5, 32; 19,9) os reformadores anglicanos foram mais cautelosos sobre o divórcio. Na verdade a Reforma não adotou nenhuma mudança oficial sobre a doutrina da indissolubilidade do vínculo matrimonial: “Revisões da lei Canônica em 1507 e em 1604 não estabeleceram qualquer mudança no ensinamento ou disciplina; contudo, nos séculos que se seguiram, a opinião teológica variou e até a prática não era completamente uniforme”, somente em 1857 essa situação começou a mudar: “Em 1857, quando os assuntos matrimoniais foram transferidos da jurisdição eclesiástica para a civil, o divórcio por motivo de adultério foi legalizado. Embora os clérigos tivessem o direito de se recusarem a solenizar o matrimônio de uma pessoa divorciada durante a vida de um parceiro anterior, a Igreja da Inglaterra como um todo acabou aceitando de fato o novo estado de coisas”.&lt;a style="mso-footnote-id:ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn11" name="_ftnref11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Com a expansão do anglicanismo esse problema agravou-se. As novas províncias passaram a legislar sobre o tema em contexto diferente do da Igreja Mãe à luz da lei civil e dos costumes locais. Para tentar garantir a coerência entre os princípios do Evangelho e a catolicidade da Igreja sobre o tema, a Conferência de Lamberth de 1888 emitiu um parecer que, simultaneamente, reafirmava a intenção original da indissolubilidade do matrimônio, ao mesmo tempo em que, “alguns matrimônios dissolvidos pelo Estado tinham realmente deixado de existir”, deixando a cargo do magistério dos bispos locais a decisão sobre cada caso em particular. Na prática diferentes províncias formularam diferentes disciplinas para o casamento de segunda união. Essa resolução foi novamente afirmada na Conferência de Lamberth de 1999, de modo que essa é a posição oficial da Comunhão sobre o assunto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;5. O Direito litúrgico Anglicano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Um aspecto que merece atenção é o direito litúrgico na Igreja Anglicana. Segundo Sartore: “o direito litúrgico é o complexo das normas que regulam a liturgia, isto é, o exercício do sacerdócio de Cristo na Igreja”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn12" name="_ftnref12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. A relação entre o direito e a liturgia na tradição anglicana origina-se com seu nascimento. É comum se afirmar que a Igreja Anglicana é essencialmente litúrgica. De fato, o antigo lema latino Lex orandi, lex credendi (“Aquilo que oro é aquilo que acredito”), é amplamente citada no anglicanismo. Alguns chegam mesmo a afirmar que essa é sua maior característica: “Ao contrário de outros grupos religiosos oriundos da Reforma protestante do século XVI, o anglicanismo não se constituiu a partir de determinado sistema doutrinário ou teológico, mas, fundamentalmente, a partir da prática litúrgica”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn13" name="_ftnref13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;O Livro de Oração é um dos sinais de unidade nos anglicanos. Basta lembrar que o juramento feito pelos candidatos às Sagradas Ordens implica em “obedecer à disciplina e o culto da Igreja Anglicana”. O culto público anglicano é aquele presente no Livro de Oração Comum. Por isso, apesar da inculturação e da diversidade recente dos LOCs, procurar-se manter a unidade litúrgica no essencial, sinal visível da catolicidade anglicana. O Cânon I, do capítulo IV, dos Cânones Gerais da Igreja Brasileira afirma que “a falta de observância litúrgica autorizada da IEAB”, constitui grave inflação ministerial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;A necessidade e a obrigatoriedade de uma legislação litúrgica surgem a partir dos dois objetivos principais da ação litúrgica: o culto a Deus e a santificação do seu povo. Os anglicanos sempre afirmaram que liturgia não é uma simples questão de costume ou estética: liturgia é teologia prática. Por isso é necessário garantir que o culto seja expressão da fé de toda a igreja e não apenas de um indivíduo ou comunidade: “[...] para que a oração seja verdadeiramente da igreja, é preciso que a reconheça como sua. O direito litúrgico é a condição de existência e de autenticidade da liturgia”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn14" name="_ftnref14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. É nesse espírito que deve ser lido o artigo 2º, parágrafo primeiro, do capitulo II dos Cânones Gerais quando afirma que: “As rubricas do Livro de Oração Comum têm força de lei e devem ser observadas em toda a Igreja”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Para garantir a uniformidade litúrgica na província existe inclusive uma autoridade competente para zelar pelo seu cumprimento, o “custódio do Livro de Oração Comum”, como podemos ler no certificado da forma abreviada do LOC brasileiro de 1987: “Certifico que esta edição do Livro de Oração Comum confere, conforme determina o capitulo XV da Constituição e o Cânon geral 3, com o Livro Aprovado pela 21ª Reunião do Sínodo da Igreja Episcopal do Brasil, Província da Comunhão Anglicana”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn15" name="_ftnref15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Segundo a legislação canônica anglicana, as autoridades competentes para regulamentação do direito litúrgico são os sínodos, concílios e bispos. Na Tradição anglicana, o bispo é o “guardião da liturgia e dos cânones” e possui, por norma de direito, o “jus liturgicum” em sua diocese. Isso implica em dizer que nenhum sacerdote ou leigo pode, por iniciativa própria, acrescentar, retirar ou mudar a liturgia sem o conhecimento do seu bispo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Está claro que o Livro de Oração Comum constitui a fonte básica do direito litúrgico anglicano. Por isso é importante nos determos brevemente a análise de suas rubricas. A literatura especializada afirma que: “Pelo termo ‘rubrica’ entendemos as normas, contidas nos livros litúrgicos, que regulam o cumprimento e a realização das ações litúrgicas”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftn16" name="_ftnref16" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. As rubricas são divididas em gerais e especiais; essenciais e secundárias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;As rubricas gerais possuem um caráter mistagórgico, de introduções teológicas e pastorais às diversas ações litúrgicas da Igreja. Um exemplo são as rubricas para o casamento (p. 183) e exéquias (p. 193). Já as rubricas especiais encontram-se espalhadas por toda a celebração e possuem indicações precisas e detalhas de como celebrar cada rito. Assim o “Rito de Confirmação”, possui rubricas precisas sobre sua correta execução (p. 174).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;As rubricas essenciais são aquelas que prescrevem o que é necessário para a validade do rito, sendo, portanto, preceptivas e supõem grave obrigação. Como exemplo podemos citar, a rubrica sobre o papel das diversas ordens na realização da celebração: “O Oficiante principal do culto numa assembléia cristã é, normalmente, um bispo ou presbítero. Os diáconos, em virtude de sua ordem, não exercem função presidencial, mas, como os leigos, podem oficiar a Liturgia da Palavra [...]” (p. 11) ou ainda, quando da celebração da santa eucaristia: “Estado o povo de pé, o Celebrante, Bispo ou Presbítero, de frente para o povo, dirá ou cantará” (p. 61, grifo meu). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Na categoria de rubrica essencial podemos incluir uma modalidade especial: a rubrica disciplinar. Essa rubrica encontra-se no final das rubricas sobre a celebração eucarística e, para surpresa de muitos, continua em validade: “Se o Presbítero conhecer alguém, cuja conduta é irregular, conforme os Cânones da Igreja, e que tenciona vir à Comunhão, conversará pastoralmente com essa pessoa, em particular, dizendo-lhe que não poderá comungar até tenha dado provas de arrependimento e emenda de vida” (p. 108). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;As rubricas acidentais ou facultativas são aquelas que são deixadas a critério do celebrante e da comunidade local. Por exemplo, tudo ou que é falado, poderá ser cantando e vice-versa: “cantar-se-á ou dir-se-á o prefácio próprio”&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;(p.61); “Poder-se-á cantar um hino, um salmo ou uma antífona” (p. 69).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Finalmente devemos destacar alguns princípios hermenêuticos para a saudável compreensão do direito litúrgico anglicano. O primeiro deles é a indissolubilidade entre a teologia e a liturgia. Neste sentido a liturgia deve ser vista numa perspectiva soteriológica e pastoral: “salus animarum Lex”, diziam os antigos: “A salvação das almas é a suprema lei”. O segundo é a diferenciação entre unidade e uniformidade. A liturgia deve ser capaz de manter o equilíbrio entre a necessária e desejável diversidade de formas de se celebrar o mistério pascal e a fidelidade a Tradição e a Fé da Igreja. Finalmente a liturgia deve facilitar a participação e cristificação dos fiéis. Liturgia não é propriedade de nenhum segmento isolado, mas um tesouro de todo povo cristão. Cabe estimular o equilíbrio entre a beleza e a simplicidade; a dignidade e a flexibilidade do ato de adoração cristã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;   &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Padre da Diocese Anglicana do recife. Pároco da Comunidade da Natividade em Natal/RN.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;LACOSTE, Jean – Yves. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Dicionário crítico de Teologia&lt;/b&gt;. São Paulo: Paulinas, 2004, p. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;560-561.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language: PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; É por isso que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;a tradição protestante prefere o termo “disciplina eclesiástica” a “legislação eclesiástica”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn4"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref4" name="_ftn4" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;SOARES, Afonso S.; PASSOS, João Décio. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Teologia e direito&lt;/b&gt;: o mandamento do amor e a meta da justiça. São Paulo: paulinas: 2010 p. 10.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn5"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref5" name="_ftn5" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;SOARES, Afonso S.; PASSOS, João Décio. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Teologia e direito&lt;/b&gt;: o mandamento do amor e a meta da justiça. São Paulo: paulinas: 2010 p. 11.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn6"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref6" name="_ftn6" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;IEAB. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Forma resumida do Livro de Oração comum&lt;/b&gt;. Porto Alegre, 1987.p.54-55.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn7"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref7" name="_ftn7" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;BOECKER, Hans Jochen. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Orientação para a vida&lt;/b&gt;: direito e lei no Antigo testamento. São Leopoldo: Sinodal, 2004, p. 81&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn8"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref8" name="_ftn8" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt;NAZ, Raoul et alii.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Traité de Droit Canonique&lt;/b&gt;. Paris, Letouzey et Ané, 1954, p. 14.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn9"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref9" name="_ftn9" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt; LLANO CIFUENTES, Rafael.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Curso de Direito Canônico&lt;/b&gt;.São Paulo: Saraiva, 1971, p. 10.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn10"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref10" name="_ftn10" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;ARCIC. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Vida em Cristo&lt;/b&gt;: Moral, comunhão e a Igreja. São Paulo; Paulinas, 2001, P. 29&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn11"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref11" name="_ftn11" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family:Calibri;mso-fareast-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;ARCIC. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Vida em Cristo&lt;/b&gt;: Moral, comunhão e a Igreja. São Paulo; Paulinas, 2001&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;, p. 45-46.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn12"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref12" name="_ftn12" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;SARTORE, Domenico; TRIACCA, Achille M. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Dicionário de liturgia&lt;/b&gt;. São Paulo: Paulinas, 1992, p. 296.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn13"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref13" name="_ftn13" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[13]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt; MARASCHIN, Jaci. “A renovação da liturgia anglicana” In: &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A beleza da santidade&lt;/b&gt;. Ensaios de liturgia. São Paulo: ASTE, 1996, p. 45&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn14"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref14" name="_ftn14" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;SARTORE, Domenico; TRIACCA, Achille M. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Dicionário de liturgia&lt;/b&gt;. São Paulo: Paulinas, 1992, p. &lt;/span&gt;297.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div id="ftn15"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2661478062541546267#_ftnref15" name="_ftn15" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;IEAB. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Forma resumida do Livro de Oração comum&lt;/b&gt;. Porto Alegre, 1987,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&a
